Quais as doenças que a ressonância detecta?

Perguntado por: lalmeida . Última atualização: 24 de maio de 2023
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A ressonância magnética é altamente eficiente para diagnosticar esclerose múltipla, tumores no cérebro e na glândula pituitária, infecções no cérebro e nas articulações, infecções na medula espinhal, lesões nos ombros, tendinite, derrame em estágio inicial, ligamentos rompidos no pulso, joelho e tornozelo.

CAUSAS INFLAMATÓRIAS
Na RM, tipicamente se apresentam como lesões hiperintensas em T2, com realce variável pelo meio de contraste (Figura 1). Os achados podem regredir após o tratamento(6).

Quanto custa? O preço da ressonância magnética pode variar entre R$ 800 e R$ 1.000*, dependendo da área diagnosticada, segmentos avaliados e complexidade do exame.

Quando a ressonância magnética é indicada
O exame de ressonância magnética é usado na análise de doenças cardíacas, abdominais, cervicais, neurológicas e ortopédicas. Trata-se de um procedimento indolor de grande precisão, que produz imagens em 2D e 3D com alta definição dos órgãos.

Na ressonância, a gliose aparece como pontos ou áreas brancas maiores. Quando há áreas brancas extensas, significa que há confluência dos focos, o que pode gerar uma preocupação médica maior. Além das lesões, a angiopatia também pode estar relacionada com infartos lacunares e microsangramentos.

Proteína C-Reativa (PCR)
A PCR é uma proteína produzida no fígado, que aumenta, ou diminui, sua concentração com um quadro de inflamação ou trauma. Dessa forma, o exame é útil no diagnóstico e monitoramento de condições inflamatórias crônicas, como doença inflamatória intestinal, artrite e doenças autoimunes.

A Ressonância Magnética é o exame de imagem mais completo que existe atualmente. Com ele os médicos conseguem analisar mais precisamente os tecidos do corpo humano, assim como músculos e outros órgãos. A RM é muito utilizada para estudos neurológicos e para a investigação de tendões, mamas e lesões no fígado.

Já a ressonância magnética utiliza a emissão de ondas magnéticas para gerar imagens detalhadas. No exame, é injetado um contraste que acentua ou faz “brilhar” as áreas com células malignas. Assim, a presença dessas células pode ser detectada precocemente e com alta precisão.

Na perfusão por ressonância magnética, após a injeção de um contraste na veia, são obtidas imagens para visualizar a quantidade de sangue que circula pelas diferentes áreas do cérebro e do tumor. Os tumores necessitam de uma quantidade maior de sangue do que as áreas normais do cérebro.

A ressonância magnética produz imagens que permitem determinar o tamanho e a localização de um tumor bem como a presença de metástases. Alguns exames de ressonância são realizados em duas etapas: sem e com contraste.

Com a ajuda de um microfone, o técnico ou o médico pode ajudar o paciente a se sentir melhor e orientá-lo a ficar na posição recomendada. No final, basta que ele se levante e pode ser encaminhado a uma sala para se trocar. O resultado da ressonância magnética fica pronto em, no máximo, 3 a 7 dias.

A tomografia computadorizada oferece imagens horizontais e em três dimensões (3D), sendo normalmente solicitada para diagnósticos mais simples ou focados em análise óssea. Já a ressonância magnética caracteriza tecidos muito bem, diferenciando água e gordura e permitindo diagnósticos mais complexos e detalhados.

Contra-indicações. A ressonância magnética é contraindicada para pessoas que tenham implantes eletrônicos, como marca-passo cardíaco, marca-passo cerebral, clip de aneurisma cerebral, stent, pinos, parafusos ou placas no corpo. O exame também não é indicado para mulheres grávidas.

É necessário evitar qualquer tipo de umidade na realização do exame. Por isso, certifique-se que seu cabelo ou alguma parte de seu corpo não estejam úmidos ou molhados. Isto também vale para cremes, hidratantes e produtos semelhantes.

Entretanto, se a ressonância foi feita com uso de contraste, recomenda-se ingerir bastante água após o exame para ajudar a eliminar a substância mais rapidamente. Além disso, se foi utilizado algum sedativo, recomenda-se repouso durante todo o dia e não se deve dirigir nem operar máquinas.

A ressonância magnética é frequentemente reconhecida como o método mais eficaz para examinar a coluna vertebral, visto que fornece imagens de alta definição dos tecidos moles, incluindo a medula espinhal e os nervos.

Os vasos sanguíneos aparecem pretos na sequência T2, já que, apesar de o sangue ser líquido, está em movimento, determinando uma perda de sinal.

O T2* é um método não invasivo, que mede a quantidade de ferro nos diferentes órgãos. O paciente fica deitado dentro do aparelho (que parece um tubo) e, por alguns momentos, precisa prender a respiração para que as imagens sejam feitas.

Na ressonância magnética, o tecido ósseo e os dentes não apresentam sinal, ou seja, eles constam em preto nas imagens obtidas em todas as sequências. Por outro lado, o tecido adiposo é o que fornece o sinal mais intenso devido à interação dos átomos de hidrogênio presentes nos ácidos graxos.