Quais doenças alteram o hemograma?

Perguntado por: asilveira . Última atualização: 27 de maio de 2023
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Alterações Comuns no Hemograma

  • Anemia;
  • Distúrbios da medula óssea;
  • Infecções bacterianas, fúngicas ou virais;
  • Inflamações;
  • Neoplasias sanguíneas;
  • Alterações nas plaquetas – aumento (plaquetose) ou diminuição (plaquetopenia)

Caso o resultado do hemograma indique que o nível de hemoglobina está baixo (menor que 12g/dl), plaquetas baixas (menor que 100.000/mm³) e mais de 20% de blastos, há uma grande probabilidade de ser uma leucemia aguda.

Se o valor de referência for superior a 1000 ng/ml, pode ser mais sugestivo de um tumor maligno. Já em valores aproximados a 500 ng/ml, pode ser sinal de quadro de cirrose ou hepatite crônica, por exemplo.

Não existe nenhum exame de sangue para detectar câncer no corpo inteiro. O que existe, além do hemograma completo, são exames de sangue específicos, que ajudam no rastreamento de determinados tipos de neoplasias. É o caso de uma série de marcadores tumorais circulantes.

O hemograma é considerado o exame mais importante para a confirmação da suspeita de câncer. Nos casos positivos de leucemia, o resultado do hemograma apresenta alterações na contagem de plaquetas e valores dos glóbulos brancos e vermelhos.

Ou seja, o hemograma completo é fundamental para essa análise. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma quantidade muito baixa de hemácias, pode ser que esteja com anemia. Já um total de glóbulos brancos (leucócitos) acima do esperado, pode ser um indicativo de infecção.

Não existe um valor que define um nível preocupante de leucócitos. Para se ter uma ideia, geralmente, o valor de referência do número de leucócitos pode estar entre 3.500 e 10.000/mm3. O que acontece, geralmente, são os valores estarem um pouco acima ou abaixo deste parâmetro.

Quando as infecções virais estão associadas à febre, tremores e calafrios é possível observar no hemograma a presença de leucocitose, com valores aumentados de linfócitos (relativo e absoluto).

Hemograma Completo
As células sanguíneas imaturas (chamadas blastos) normalmente não são vistas no sangue, portanto, suspeitamos de leucemia se houver blastos ou se as células sanguíneas não parecerem normais.

A leucemia se caracteriza pela produção excessiva e inapropriada de leucócitos defeituosos, ultrapassando, normalmente em muito, os valores sanguíneos normais ou esperados para casos de infecção. Algumas leucemias podem se apresentar com mais de 100 mil leucócitos/ml.

Cansaço inexplicável e perda de energia. Hematomas frequentes. Sangramento anormal. Dor contínua.

Ressonância magnética
Exame de imagem usado para detectar câncer em várias partes do corpo, incluindo o cérebro, a medula espinhal e os ossos. Durante o exame, um campo magnético é usado para criar imagens precisas.

Sinais e sintomas que podem indicar um linfoma
Os principais sintomas dos linfomas não Hodgkin são o aumento dos gânglios do pescoço, das axilas ou da virilha, suor noturno em excesso, febre, coceira na pele, cansaço e perda de peso superior a 10% sem motivo aparente.

O diagnóstico é feito quando os valores de hemoglobina no hemograma são: Nos homens: inferior a 14 g/dL de sangue; Nas mulheres: inferior a 12 g/dL de sangue; Normalmente, esse exame de sangue já inclui a quantidade de ferritina, para que o médico possa avaliar se a anemia é causada por deficiência de ferro.

Os exames laboratoriais para intestino são: Coprocultura: exame bacteriológico das fezes para diagnosticar infecções bacterianas; Sangue oculto: exame que avalia se há sangue nas fezes, sintoma que pode ser indicativo de diversas doenças como úlceras, colite, câncer, entre outros.

Níveis elevados de hemácias indicam policitemia, o que pode prejudicar as demais células e deixar o sangue espesso. Se o hemograma detectar uma diminuição das hemácias, pode ser sinal de anemia ou hemorragia. Os leucócitos ou glóbulos brancos são as células de defesa do corpo.