Quais os 2 tipos de pressão?

Perguntado por: ogonzaga . Última atualização: 24 de maio de 2023
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Por isso, a combinação dos dois números que indicam a pressão serem denominados pressão sistólica (ou pressão máxima) e pressão diastólica (ou pressão mínima).

Temos dois tipos de pressão, uma decorrente da força imposta pelo coração e outra imposta pelo calibre arterial.

Quando a resistência das artérias está alterada, isto é, quando a força necessária para que o sangue chegue aos tecidos está aumentada ou diminuída, temos, respectivamente, a hipertensão arterial e a hipotensão arterial.

O equilíbrio nestes casos é fundamental, já que nestas pessoas manter-se com pressões elevadas acima de 140 x 90mmHg aumentam o risco de mortalidade ou novos infartos. Assim, recomenda-se manter uma pressão arterial > ou igual 120 X 70 e < ou igual 130 X 80 mmHg.

Níveis de pressão elevados acabam lesionando os vasos sanguíneos do cérebro, ocasionando o AVC. Mesmo que uma pessoa tenha uma pressão pouco elevada, com níveis como 13 ou 14 de máxima, é preciso logo consultar um médico, para começar o tratamento adequado.

Recomendação americana sugere que nível máximo de pressão arterial passe para 15 por 9 em pessoas acima dos 60 anos. Há trinta anos, a diretriz é fixada em 14 por 9. Há trinta anos, os médicos preconizam que a pressão arterial de um paciente fique abaixo de 14 por 9.

Chehter completa que tanto a pressão alta quanto a pressão baixa trazem seus riscos, mas que a pressão baixa tem riscos a curto prazo, podendo causar quedas e acidentes, e mesmo os "tombos" mais simples podem acabar sendo mais perigosos quando acontecem com idosos, e em casos mais extremos podem levar ao AVC.

A hipertensão arterial não tratada aumenta o risco de uma pessoa desenvolver doenças cardíacas (como insuficiência cardíaca, ataque cardíaco ou morte cardíaca súbita), insuficiência renal ou acidente vascular cerebral em uma idade precoce.

Diversos fatores contribuem para a elevação da pressão arterial, dentre eles a obesidade, o sedentarismo, o estresse, a herança familiar e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Geralmente, a hipotensão é provocada pela diminuição da quantidade de sangue bombeada pelo coração (hipovolemia). Como o sangue é o responsável pela nutrição e oxigenação das células, algumas funções do corpo acabam ficando prejudicadas enquanto a pressão não se normaliza.

A hipotensão arterial não é considerada uma doença em si, mas pode estar relacionada com doenças graves como infarto do miocárdio, embolia pulmonar, diabetes, doença de Addison e a síndrome de Shy-Drager, por exemplo.

Os sintomas de hipotensão arterial incluem baixo nível de energia, diminuição da força, fraqueza, tontura, desmaio, suor frio, sede excessiva, taquicardia, visão embaçada, pele fria, respiração ofegante e confusão mental.

Aceita-se como normal para indivíduos adultos (com mais de 18 anos de idade) cifras inferiores a 85 mmHg de pressão diastólica e inferiores a 130 mmHg de pressão sistólica (Tabela II).

O valor esperado é quando os números da medição ficam na faixa de 12 por 8. Estes valores demonstram a pressão arterial nos parâmetros ideais. Segundo a Associação Americana do Coração, se estes indicativos ultrapassam os 13 por 8, a pressão já é considerada alta.

Hoje se considera que a pressão está ótima quando o valor de medição fica na faixa de 12 por 8 — ou, como preferem os especialistas, 120 por 80 milímetros de mercúrio (mmHg). Se o índice passou dos 14 por 9, aí ela é considerada alta.

A queda abrupta de pressão, também, pode provocar problemas graves de saúde. Alguns exemplos são síncope (perda de consciência), sepse (infecção generalizada), infarto, insuficiência renal e Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Ataque cardíaco silencioso
A pessoa também pode não apresentar nenhum sintoma, por conta dos vasos do coração estarem obstruídos. Um infarto silencioso geralmente é detectado apenas depois de um eletrocardiograma. Esse tipo de infarto tem maior probabilidade de ocorrer em mulheres e pessoas com diabetes.

O que é um Pré-Infarto? Pré-infarto é o estado do organismo que antecede a ocorrência da doença, em que o corpo começa a dar sinais de que o problema pode acontecer, como fadiga e sonolência, falta de ar, fraqueza, tontura, suor frio, entre outros.

Diretrizes recentes se posicionaram com diferentes conclusões sobre esta questão: as diretrizes europeias recomendam uma pressão arterial sistólica (PAS) alvo de 140 mmHg (ou superior) (B); e as diretrizes britânicas recomendam uma meta de 130 mmHg (1-3), meta pressórica também recomendada pela Sociedade Brasileira de ...