Quais os 3 tipos de depressão?

Perguntado por: icortes3 . Última atualização: 21 de maio de 2023
4.5 / 5 10 votos

Os principais tipos de depressão

  • Transtorno depressivo persistente (Distimia) Trata-se de um transtorno mais leve, porém longevo. ...
  • Depressão psicótica. Qual o tipo de depressão mais grave? ...
  • Depressão pós-parto. As mulheres com depressão pós-parto apresentam um quadro grave de tristeza profunda, ansiedade e exaustão.

Conheça 7 tipos diferentes de depressão

  1. Depressão casual. ...
  2. Depressão sazonal. ...
  3. Distimia. ...
  4. Depressão atípica. ...
  5. Depressão pós-parto. ...
  6. Depressão reativa. ...
  7. Depressão maior. ...
  8. 2 comentários sobre “Conheça 7 tipos diferentes de depressão

Teste de Depressão Inventário de Beck
Existem diversos testes práticos que podem ser realizados de forma online e são autoaplicáveis. Um deles é o inventário de Beck. Ele é um dos instrumentos mais usados por psicólogos e psiquiatras para medir o nível de depressão que a pessoa tem.

No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa auto-estima, que aparecem com freqüência e podem combinar-se entre si. A depressão provoca ainda ausência de prazer em coisas que antes faziam bem e grande oscilação de humor e pensamentos, que podem culminar em comportamentos e atos suicidas.

Depressão ou transtorno depressivo maior é um transtorno de humor comum, porém grave. A depressão provoca sentimentos de tristeza e/ou perda de interesse em atividades que em momentos anteriores traziam prazer.

Causas: A depressão é uma doença. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células.

Depressão Bipolar tipo II
Trata-se de uma síndrome que faz com que a pessoa afetada apresente episódios depressivos repetitivos pontuados pelo que se chama de hipomania, um estado de euforia moderada muito mais ligeiro que a mania, e que a pessoa e a família podem confundir com um humor normal ou alegria.

Como visto anteriormente, a depressão refratária é resistente ao tratamento farmacológico, ou seja, os remédios não chegam a fazer o efeito que deveriam, mesmo que o paciente tome os medicamentos de maneira correta.

Evidências científicas sugerem que pessoas com transtornos mentais geralmente consomem comidas ricas em gordura e açúcar em excesso, além da ingestão inadequada de alimentos ricos em nutrientes.

No quesito eficácia, os que alcançaram melhores performances foram a amitriptilina, mirta- zapina, duloxetina, venlafaxine e paroxetina. Na outra ponta, os menos efetivos foram fluoxetina, citalopram, trazodona, clomipramina, desvenlafa- xina e reboxetina (veja mais no quadro ao lado).

Os tipos de depressão

  • Depressão clássica ou maior, transtorno depressivo maior.
  • Transtorno depressivo persistente.
  • Transtorno Disruptivo de Desregulação do Humor.
  • Transtorno afetivo sazonal.
  • Depressão pós-parto.
  • Desordem disfórica pré-menstrual.
  • Transtorno bipolar.
  • Depressão psicótica.

A depressão reativa é um distúrbio que provoca ansiedade e humor deprimido, mas não apresenta critérios para o diagnóstico de depressão major. Por isso, o nome transtorno de adaptação é mais adequado que depressão reativa. O transtorno de adaptação é diferente da tristeza que ocorre no luto.

Atenção: O diagnóstico da depressão é clínico, feito pelo médico após avaliação do paciente. Não existem exames laboratoriais ou de imagem específicos para diagnosticar depressão.

O questionário DASS-21 (Depression, Anxiety and Stress Scale) é um teste de depressão, ansiedade e stress que mede os níveis desses transtornos a partir de comportamentos e sensações experimentados nos últimos sete dias. Ele tem 21 perguntas e leva cerca de 3 minutos para ser respondido.

A depressão afeta o hipocampo, a amígdala e o córtex pré-frontal. Essas três regiões do cérebro respondem por funções importantes, como o processamento da memória, aprendizado, concentração e cognição.

Contudo, no período analisado, a maior variação na proporção de pessoas que relataram ter sido diagnosticadas com depressão foi verificada entre os adultos de 18 a 29 anos (51% de aumento), seguidos dos idosos de 75 anos ou mais (48% de aumento) (Gráfico 2).

A pessoa depressiva precisa de compreensão, paciência e muito cuidado. No estado emocional confuso em que se encontra, ela não consegue enxergar a intensidade de seus comportamentos. É preciso tratar a situação com delicadeza.

O primeiro dos sintomas da depressão pode ser a fraqueza do corpo. A manifestação ocorre, principalmente, nas pernas. Sendo assim, a sensação de incapacidade também está presente. Logo, a fadiga é resultado de um desânimo geral.

Maioria dos pacientes com depressão sente dores físicas
Essa relação é bastante conhecida, mas as causas ainda são investigadas. Uma suspeita é que a dor física esteja ligada à inflamação dos neurônios e à capacidade de adaptação do sistema nervoso.