Quais os 5 tipos de trombose?

Perguntado por: dbittencourt9 . Última atualização: 19 de maio de 2023
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Quais são os tipos de trombose?

  • Trombose arterial. A trombose arterial é um coágulo sanguíneo que se desenvolve em uma artéria. ...
  • Trombose hemorroidária. As hemorroidas são tecidos vasculares aumentado na parte inferior do reto e ânus. ...
  • Trombose cerebral. ...
  • Trombose aguda. ...
  • Trombose crônica.

Alguns fatores como predisposição genética, idade mais avançada, colesterol elevado, cirurgias e hospitalizações prolongadas, obesidade, uso de anticoncepcionais, consumo de álcool, fumo, falta de movimentação, aumentam o risco de desenvolver trombose.

A trombose ocorre quando há formação de um coágulo sanguíneo em uma ou mais veias grandes das pernas e das coxas. Esse coágulo bloqueia o fluxo de sangue e causa inchaço e dor na região. O problema maior é quando um coágulo se desprende e se movimenta na corrente sanguínea, em um processo chamado de embolia.

O desprendimento do coágulo pode provocar complicações a curto ou longo prazo. A curto prazo, ele pode deslocar-se até o pulmão e obstruir uma artéria. Esse episódio é chamado de embolia pulmonar e, conforme o tamanho do coágulo e a extensão da área comprometida, pode ser mortal.

Proibido o tabagismo:
Substâncias contidas no cigarro deixam o sangue mais coagulável e também causam microlesões nos vasos sanguíneos. Por isso, é proibido para todos que já tiveram trombose, independente da causa.

Quando há uma trombose, um dos sinais mais comuns é a presença de dor. Por vezes, ela se assemelha a uma pressão bem forte, mas também pode ser do tipo latejante. Além disso, é possível que a pessoa sinta dormência e formigamento na região afetada.

"O diagnóstico da trombose depende da história do indivíduo, na qual seus fatores de risco são evidenciados, da avaliação clínica e dos resultados de exames diagnósticos. O exame mais usado é a ultra-sonografia com doppler, que avalia o estado das veias dos membros inferiores, podendo identificar eventuais coágulos.

Este é um dos sinais da trombose venosa profunda, uma doença grave potencialmente causada pela formação de coágulos, em geral, nas pernas – na região da panturrilha e até nas coxas.

Uma vez nos pulmões, dependendo do tamanho do coágulo – ou do trombo, como é chamado nesse momento -, pode-se ter a ocorrência de uma embolia, complicação grave que pode ser fatal. Por isso, é fundamental ficar atento a qualquer sinal de edema ou inchaço em uma perna apenas, acompanhado ou não de dor.

Teste de Dímero-D: o exame de sangue de trombose
A trombose também é diagnosticada por exames laboratoriais e o principal é o teste de Dímero-D. Os Dímeros-D são resultado da deterioração de coágulos de fibrina que se formam pela ação de três enzimas: a trombina, o fator XIII ativado e a plasmina.

O aumento da coagulação do sangue também é um fator desencadeante. Um dos sinais que algo não vai bem é a dor na panturrilha, que apesar de não ser muito intensa, pode dificultar o andar. Além disso, o inchaço no pé e na perna também é um indicador.

Geralmente essas dores ocorrem nas panturrilhas, ou batata da perna, coxas, tornozelos, pés região do joelho ou em qualquer outra parte das pernas. É mais comum ser sentida no período da noite, enquanto o indivíduo está em repouso ou durante atividades como corridas e caminhadas.

O tempo do tratamento é longo cerca de 3 a 6 meses, inicialmente, a depender da veia que foi acometida.

Estima-se que cerca de 180 mil novos casos de trombose venosa surgem no Brasil a cada ano, sendo que ela também pode causar embolia pulmonar. Trombose arterial - ocorre quando o coágulo de sangue bloqueia uma artéria. Acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e infartos podem ser consequências de tromboses arteriais.

Diferente do que muitos pensam, o paciente com trombose não deverá ficar apenas deitado com as pernas elevadas. Desde que a dor esteja controlada, estes deverão se movimentar, pois esta ação será importante para ajudar no retorno do sangue para o coração.

O tratamento médio da trombose é de três a seis meses, sendo que a internação hospitalar pode ser curta ou evitada, conforme o caso de cada paciente. Alguns pacientes necessitam de um tempo maior de anticoagulação, como pacientes oncológicos e pacientes acamados.