Quais são as 4 parada cardíaca?

Perguntado por: tgentil . Última atualização: 22 de maio de 2023
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A parada cardíaca pode ser causada por quatro ritmos: Fibrilação Ventricular (FV), Taquicardia Ventricular Sem Pulso (TVSP), Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) e Assistolia.

Divide-se a PCR em 3 fases: 1) fase elétrica, 2) fase circulatória e 3) fase metabólica. A fase elétrica corresponde aos quatro primeiros minutos do colapso cardíaco, neste período a desfibrilação pode reverter o quadro e diminuir a chance das alterações metabólicas deletéricas.

Os sinais clínicos considerados em uma PCR são:

  • Inconsciência.
  • Ausência de movimentos respiratórios.
  • Ausência de pulsos em grandes artérias (femoral e carótidas) ou ausência de sinais de circulação.

A partir de 3 minutos sem oxigênio, algumas sequelas podem ser muito graves e irreversíveis. A partir de 10 minutos sem oxigenação, o risco de morte cerebral é muito alto. Danos neurológicos são os mais comuns em quem tem parada cardíaca.

Diferente do que muitas pessoas pensam, o infarto e a parada cardíaca não são a mesma coisa. O infarto é o que origina e é a causa mais comum da parada cardíaca. Entretanto, muitos outros fatores podem levar à parada, como insuficiência cardíaca, embolia pulmonar e arritmia cardíaca congênita.

No caso de parada cardiorrespiratória, os passos do atendimento em SBV são representados pelo CABD primário, em que as letras correspondem a:

  1. C - checar responsividade e respiração, chamar por ajuda, checar pulso e (iniciar) compressões.
  2. A - abertura das vias aéreas.
  3. B - boa ventilação.
  4. D - desfibrilação.

A PCR, ou parada cardiorrespiratória, é a interrupção da circulação e dos movimentos respiratórios. A Reanimação Cardiopulmonar (RCP) consiste no procedimento que visa tentar reverter a PCR.

Realizar o rodízio do socorrista a cada 2 minutos se possível para garantir a qualidade das compressões realizadas. Quando realizada por dois socorristas ou profissionais de saúde, realizar a RCP na sequencia de 30 compressões e 2 ventilações (descritas a seguir), iniciando sempre pelas compressões.

Interrupção das trocas gasosas pulmonares durante > 5 minutos pode lesar irreversivelmente órgãos vitais, especialmente o encéfalo. Parada cardíaca quase sempre ocorre a seguir, a menos que a função respiratória seja rapidamente restaurada.

Os sintomas mais comuns de uma parada cardiorrespiratória incluem dor no peito, falta de ar, suor frio, sensação de palpitação, tonturas, desmaios e vista turva ou embaçada. Além desses sintomas, a ausência de pulso ou a falta de respiração indicam que o coração parou de bater.

Há cinco medidas básicas de RCP de alta qualidade: taxa de compressão torácica; profundidade da compressão torácica; recuo torácico entre compressões; interrupções às compressões torácicas; volume de ar nas respirações de resgate.

Nesta condição, após a primeira desfibrilação, epinefrina ou vasopressina é administrada; no próximo ciclo, há tempo para emprego da amiodarona e assim por diante. Entre os ciclos de RCP, é obrigatória a checagem do ritmo elétrico e os ciclos são mantidos até haver mudança de ritmo ou suspensão das manobras de RCP.

Cardiorrespiratória. Adrenalina é o principal fármaco utilizado em PCR, antiarrítmicos também podem ser utilizados.

> Ausência de pulso; > Ausência de movimentos respiratórios; > Inconsciência do paciente; > Cianose, que é a coloração azul-arroxeada de pele e mucosas.

O que podemos derivar de prático desse estudo é que manter uma reanimação cardiopulmonar por até 35 minutos ainda permite pensar em um prognóstico adequado.