Quais são as cinco fases do processo de criação do conhecimento?

Perguntado por: apadilha . Última atualização: 21 de maio de 2023
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O processo de criação de conhecimento compreende cinco fases – compartilhamento do conhecimento tácito, criação de conceitos, justificação de conceitos, construção de protótipos e nivelação do conhecimento.

O conhecimento não é criado pelas organizações, ele é criado pelos indivíduos, porém os produtos e serviços que são propriedade da organização e disponibilizados aos clientes, estão diretamente relacionados com a capacidade criativa e o conhecimento dos indivíduos que fazem parte da organização.

Transforma conhecimento tácito em explícito por meio de diálogo e reflexão em grupo, pois nesse sentido é que a conversão do conhecimento é provocada. A combinação é um processo de sistematização de conceitos em um sistema de conhecimento.

O conhecimento é formado por 3 elementos básicos:

  • o sujeito (ou cognoscente): a pessoa capaz de obter o conhecimento;
  • o objeto (ou cognoscível): o quê ou aquilo que se pode conhecer;
  • a representação: que é o entendimento do objeto pelo sujeito.

As 3 fases do conhecimento

  • O deslumbre – É aquela magia da descoberta, quase como uma paixão à primeira vista. ...
  • O questionamento – Essa é a segunda fase. ...
  • A concretização – Os pouquíssimos que chegam são merecedores por estarem nessa etapa e, digamos, os verdadeiros portadores do conhecimento.

Criação do conhecimento é um processo através do qual as organizações adquirem, organizam e processam informação com o objetivo de gerar novos conhecimentos (ALVARENGA NETO; BARBOSA; PEREIRA, 2007; VON KROGH; ICHIJO; NONAKA, 2001).

Devemos compreender que a primeira fase do ciclo de produção do conhecimento é o planejamento, pois a partir dela, podemos definir o assunto que vai ser abordado e avaliar o conhecimento a ser produzido.

A primeira forma de conhecimento do ser humano é a interpretação em forma do conhecimento universal, são as sensações, percepções e opiniões criada e projetada na pessoa.

O conhecimento tem origem na experiência. É a partir dos sentidos e das percepções que nos relacionamos com o mundo e podemos conhecer alguma coisa.

O conhecimento empírico é baseado em experiências pessoais, observações e informações adquiridas por meio dos sentidos.

Dessa forma, o conhecimento tácito é aquele tipo de conhecimento mais difícil de ser formalizado e transmitido às outras pessoas. Ele está relacionado às experiências, à visão de mundo e às práticas de determinado indivíduo. No caso das empresas, ele se refere, por exemplo, ao know-how de um profissional.

O conhecimento tácito pode ser subdividido em cognitivo e técnico. Como técnico, entende-se todas as habilidades informais do chamado know-how de cada indivíduo. O conhecimento tácito cognitivo é basicamente a percepção de mundo criada por cada pessoa ao longo dos anos, suas crenças, filosofias, etc.

O conhecimento tácito pode ser dividido em: técnico e cognitivo. Técnico quando descreve as habilidades informais do chamado know-how. Cognitivo quando abrange os modelos mentais, crenças, percepções, a forma como vemos o mundo à nossa volta.

No conhecimento temos dois elementos básicos: o sujeito (cognoscente) e o sub-objeto (cognoscível), o cognoscente é o indivíduo capaz de adquirir conhecimento ou o indivíduo que possui a capacidade de conhecer.

A Teoria do conhecimento é uma área da Filosofia que estuda o ato de conhecer. Ela busca responder questões como “o que é o conhecimento?” e “como conhecemos?”, para entender o modo pelo qual o homem conhece as coisas.

O conhecimento, como a palavra indica, é tudo aquilo que conhecemos, ou seja, que sabemos. Assim, uma pessoa pode ter conhecimentos sobre diversos temas: culinária, jardinagem, psicologia, arte, mecânica de carros, enfim, qualquer assunto que exista no universo.

A fase cognitiva, também conhecida como fase de conhecimento ou de instrução, é caracterizada pela apresentação de provas que embasam a ação e a realização de audiências de conciliação e de instrução (ocasião em que são ouvidos autor(es), réu(s), testemunhas e em algumas situações os peritos).

Na fase de conhecimento, o juiz recebe os fatos e os fundamentos jurídicos dos envolvidos na causa para reunir as informações necessárias para análise. Nessa fase, as provas de ambos os lados são apresentadas e, se houver necessidade, há audiências para ouvir as partes e as testemunhas.

A Teoria do Conhecimento, também chamada de Gnosiologia, é o campo da Filosofia que se dedica ao estudo do conhecimento e a capacidade que o ser humano tem de atingi-lo por ele mesmo. Por esse motivo, a teoria do conhecimento também pode ser de interesse da psicologia.

Nonaka e Takeuchi (1997) afirmam que a criação do conhecimento organizacional envolve cinco fases principais: 1) o compartilhamento do conhecimento tácito; 2) a criação de conceitos; 3) a justificação dos conceitos; 4) a construção de um arquétipo e; 5) a difusão interativa do conhecimento.

O conhecimento supõe três elementos: o sujeito (a consciência), o objeto (aquilo a que o sujeito se dirige para conhecer) e a imagem (o ponto de coincidência entre objeto e o sujeito). O homem precisa pensar.