Quais são os dois tipos de grafite?

Perguntado por: upereira5 . Última atualização: 26 de maio de 2023
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O grafite costuma ser dividido em dois grupos: spray art, promovida com o uso de spray, em geral de modo rápido, utilizando formas ou palavras simples e breves; stencil art, feita a partir de um cartão com formas recortadas que são colocadas no local desejado e recebem o spray de tinta.

O grafite é um tipo de arte urbana caracterizado pela produção de desenhos em locais públicos como paredes, edifícios, ruas, etc. É bastante usado como forma de crítica social, e, além disso, é uma maneira de intervenção direta na cidade, democratizando assim, os espaços públicos.

O grafite é uma forma de arte contemporânea de características essencialmente urbanas. São pinturas e desenhos feitos nos muros e paredes públicos. Não é simplesmente uma pichação, mas uma expressão artística. Tem a intenção de interferir na paisagem da cidade, transmitindo diferentes idéias.

Todos os grafites podem ser classificados pela sua dureza, do mais suave até o mais duro. Sendo o mais suave macio, que resulta o preto e, o mais duro o mais cinza. A dureza do lápis é classificada em 4 tipos: B, H, F e HB.

O nova-iorquino Jean Michel-Basquiat se tornou um dos principais nomes do grafite no mundo. No Brasil, Alex Vallauri enfrentou os desafios de fazer arte em meio à censura da ditadura militar. Atualmente, Eduardo Kobra, os Gêmeos e Cranio são artistas do grafite brasileiro de destaque internacional.

Os grafites podem ser classificados pela sua dureza, do mais suave (macio), que resulta o preto, ao mais duro, que resulta num acinzentado (grafite). Acredita-se que este sistema de classificação foi desenvolvido por um fabricante de lápis da Inglaterra no início do século XX.

Atualmente, há 11 tipos de arte: música, dança, pintura, escultura, teatro, literatura, cinema, fotografia, história em quadrinhos (HQ), jogos eletrônicos e arte digital. Vejamos então todos eles e como se apresentam.

O grafite, como dissemos, é focado na crítica social por meio de desenhos e muitas, muitas cores. As técnicas empregadas em ambos também divergem bastante, uma vez que a pichação é feita somente com spray, e o grafite possui diversos outros meios que vão muito além da latinha na mão.

Pinturas, grafites, esculturas, apresentações de caráter teatral, musical ou circense, cartazes, estátuas vivas, entre outras são todas consideradas um tipo de arte urbana.

Origem do Grafite
Existem relatos e vestígios dessa arte desde o Império Romano. Seu aparecimento na Idade Contemporânea se deu na década de 1970, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Alguns jovens começaram a deixar suas marcas nas paredes da cidade e, algum tempo depois, essas marcas evoluíram com técnicas e desenhos.

A grafite é um mineral de cor cinzento-aço, de brilho metálico, macio, untuoso ao tato e bom condutor da corrente elétrica. A grafite origina-se por metamorfismo de matéria carbonosa de natureza orgânica. O metamorfismo que afeta as camadas de carvão pode originar jazigos de grafite.

O objetivo é, principalmente, tecer uma crítica social. Grafite vem da palavra italiana “graffito”, que significa literalmente “escrita feita com carvão”. O grafite é, por norma, muito perecível ao tempo e às circunstâncias uma vez que esse tipo de obra não possui proprietário nem vigia.

Eduardo Sá, conhecido como Speto, é um dos pioneiros do grafite no Brasil e se destaca pela sua técnica apurada e pela mistura de influências do folclore brasileiro e da cultura popular.

Graduação do grafite
Os profissionais que buscam traços mais secos e claros podem preferir a graduação hard (H, 2H, etc). Já os que trabalham com desenhos que exigem riscos macios, mais escuros e sombreados, os tipo B (HB, B, 2B, 4B, etc) são os ideais.