Qual a diferença do TDAH para o autismo?

Perguntado por: larruda . Última atualização: 24 de maio de 2023
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E isso se desdobra no fato de que aqueles que apresentam exclusivamente TDAH terão menos dificuldades sociais e mais dificuldades de atenção, enquanto aqueles diagnosticados apenas com autismo, terão mais comprometimento nas relações sociais e linguagem e menos na concentração e atenção.

São direitos da pessoa com TDAH: o livre desenvolvimento da personalidade; a proteção contra qualquer forma de abuso e exploração; o acesso a serviços de saúde, incluindo medicamentos gratuitos; educação e ensino profissionalizante; emprego adequado à condição; moradia; previdência e assistência social, entre outros.

Agitação, inquietação, movimentação pelo ambiente, mexem mãos e pés, mexem em vários objetos, não conseguem ficar quietas (sentadas numa cadeira, por exemplo), falam muito, têm dificuldade de permanecer atentos em atividades longas, repetitivas ou que não lhes sejam interessantes, são facilmente distraídas por ...

O processo de diagnóstico do TDAH pode envolver diferentes áreas e profissionais da saúde, como psicólogos, médicos neurologista, psiquiatra e neuropediatras, fonoaudiólogos, psicopedagogos e fisioterapeutas.

Problemas na comunicação: um dos sinais que pode indicar que a criança tem autismo é ter problemas em se comunicar com outras pessoas, como não conseguir falar corretamente, dar uso indevido às palavras ou não saber se expressar utilizando palavras.

Comportamentos restritos e repetitivos
Pessoas com autismo nível 1, assim como as que têm outros graus de autismo, gostam de determinados assuntos e costumam se aprofundar neles focando muitas vezes só nisso. Esse interesse restrito é chamado de hiperfoco, e pode ocorrer também com certos objetos.

Quais os tipos de autismo?

  • Nível 1: leve – necessidade de pouco apoio;
  • Nível 2: moderado – necessidade moderada de apoio;
  • Nível 3: severo – muita necessidade de apoio substancial.

Alunos com TDAH podem ser reprovados. Entretanto, se o aluno possui laudo com diagnóstico do transtorno e se esse laudo foi apresentado à escola no início do ano letivo, o aluno ou o responsável tem o direito de cobrar da instituição de ensino estratégias pedagógicas diferenciadas.

Quando não tratado, o TDAH pode causar diversos prejuízos no desenvolvimento da criança e do adolescente, como problemas escolares e no desempenho acadêmico, problemas em fazer e manter amizades, dificuldade de relacionamento com os familiares, comportamentos de risco, como envolvimento frequente em brigas, direção ...

O diagnóstico correto e preciso do TDAH só pode ser feito através de uma longa anamnese (entrevista) com um profissional médico especializado (psiquiatra, neurologista, neuropediatra).

Os três tipos de TDAH — Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade — são: hiperativo/impulsivo, desatento e misto/combinado. Cada um deles se caracteriza por um conjunto de sintomas comportamentais descritos no DSM-V — Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais.

Há um grupo de pessoas com TDAH que têm mais dificuldade em conter comportamentos impulsivos e emoções mais fortes. Elas sentem os mesmos sentimentos que todos, mas essas emoções são vividas com mais intensidade.

Há 3 tipos de TDAH, os que são predominantemente desatentos, hiperativo/impulsivos e combinados. Os critérios clínicos dão o diagnóstico. O tratamento inclui medicação com estimulantes, terapia comportamental e intervenções educacionais.

Unidades de saúde que realizam exames como o eletroencefalograma e a polissonografia podem se beneficiar da telemedicina neurológica. Essa especialidade conecta sua equipe a especialistas remotamente, incluindo eletroencefalografistas experientes.

O médico que diagnostica TDAH pode ser um neurologista, neuropediatra ou psiquiatra. Mas até mesmo o pediatra pode contribuir com o diagnóstico e, na sequência, encaminhar para um especialista. O psiquiatra é o especialista que analisa e trata as condições que interferem nas funções psíquicas.

Em casos de TEA sindrômico, pode-se utilizar, ainda, o exoma, um exame que detecta variações genéticas nos éxons, as regiões codificadoras do DNA. É um exame de cobertura obrigatória em casos sindrômicos (após a realização dos exames anteriores).