Qual a diferença entre edema e linfedema?

Perguntado por: opacheco . Última atualização: 18 de maio de 2023
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Quanto a classificação, o edema inflamatório é mole e elástico. O linfedema nada mais é do que um edema crônico, que se dá devido à deficiência da drenagem no sistema linfático, e cursa com o acúmulo anormal de fluído rico em proteína no espaço intersticial.

Já o edema inflamatório surge pelo aumento da permeabilidade capilar, por meio de citocinas lideradas pelo processo inflamatório, de reação a substâncias alergênicas e por toxinas bacterianas.

Em algumas situações, a quantidade de líquido nos tecidos ultrapassa a capacidade do sistema linfático de garantir o retorno dele à circulação. Esse acúmulo provoca o que chamamos de edema. Esses edemas podem ter diferentes causas, como um excesso de filtração nos capilares ou alguma obstrução dos vasos linfáticos.

Retenção de líquido: conheça algumas dicas para diminuir o edema

  1. Potássio, magnésio e vitamina B6. Ingerir estes nutrientes ajuda a diminuir a retenção de líquidos. ...
  2. Beba água. ...
  3. Evite alimentos ricos em sódio. ...
  4. Modere no consumo de bebidas alcoólicas e industrializadas. ...
  5. Esticar as pernas para cima. ...
  6. Procure orientação médica.

O inchaço é um sinal objetivo sendo visível pelo médico ou pelo próprio paciente, e muito comum em pacientes internados no CTI-A. Conceito: O edema é o acúmulo anormal de líquido no espaço intersticial (entre os tecidos).

Além do inchaço , o edema também pode causar descoloração da pele , deixar temporariamente a marca de um dedo quando pressionado, deixar a área afetada dolorida, causar rigidez articular, aumento ou perda de peso, aumento da pressão arterial e da pulsação.

O linfedema é classificado clinicamente em três estágios: estágios I, II e III onde no estágio I o paciente não tem inchaço ao acordar, porém no transcorrer do dia aparece o inchaço. No estágio II do linfedema o inchaço é observado desde que levanta e piora no transcorrer do dia.

A linfocintilografia é considerada um exame de escolha na avaliação do sistema linfático, pois avalia a dinâmica linfática através dos canais linfáticos e das cadeias linfonodais. É indicada como ferramenta diagnóstica diante de suspeita clínica de linfedema e no acompanhamento da terapêutica instituída.

Sendo assim os angiologistas são indicados para tratar doenças clínicas como vasculite, linfedema e arteriopatias funcionais, enquanto o vascular é mais indicado para doenças que possam vir a precisar de intervenção cirúrgica como varizes, aneurisma e obstrução arterial periférica.

É importante consultar o clínico geral ou o angiologista, se o inchaço nas pernas não diminuir em 3 a 5 dias para que seja identificada sua causa e iniciado o tratamento mais adequado.

Quanto a classificação, o edema inflamatório é mole e elástico. O linfedema nada mais é do que um edema crônico, que se dá devido à deficiência da drenagem no sistema linfático, e cursa com o acúmulo anormal de fluído rico em proteína no espaço intersticial.

É hora de marcar a consulta médica se há inchaço, pele esticada ou brilhante, ou se após ser pressionada a pele mantém uma “covinha”. Procure um pronto socorro se, em conjunto com o edema, apresentar: Falta de fôlego. Dificuldade para respirar.

De acordo com esses autores, a combinação de metilprednisolona e ibuprofeno proporcionou melhores resultados em minimizar edema, e, principalmente, redução de dor (menor consumo de analgésico opioide).

Na maioria dos casos, o edema ósseo leva de seis a oito semanas para se recuperar totalmente, mas é importante considerar os fatores relevantes, como a idade e a saúde do paciente, e também a extensão da lesão. Quanto maior for o edema, maior também será o tempo necessário para a total recuperação.

Um edema pode ser definido como um aumento perceptível do volume de líquidos retidos na pele e também no tecido subcutâneo. A condição pode ser classificada tanto como aguda quanto como crônica. O aumento da pressão venosa ou linfática pode ser o principal agente causador de um edema na região dos membros inferiores.

Dentre elas, destacamos o escurecimento da pele, dor local, vermelhidão, ferimentos, coceira, indisposição e baixa mobilidade. Além disso, outras duas complicações do linfedema merecem uma atenção especial: a erisipela de repetição e a elefantíase.

Tratamento do Linfedema

  1. Drenagem linfática manual.
  2. Compressão elástica ou inelástica dependendo da fase do tratamento.
  3. Exercícios miolinfocinéticos (exercícios que favorecem a drenagem da linfa)
  4. Cuidados com a pele.

A contusão óssea/edema pode demorar pouco tempo como duas semanas ou até um ano para cicatrizar. A maioria das lesões que vemos - muitas vezes causadas por quedas ou lesões de esmagamento - vão curar dentro de duas a seis semanas.

Exercite as pernas. Isso ajuda a bombear o líquido das pernas de volta ao coração. Siga uma dieta pobre em sal, que pode reduzir o aumento de fluido e o inchaço. Use meias elásticas (vendidas na maioria das drogarias e lojas de suprimento médico).

O inchaço das pernas causado pela retenção de líquido nos tecidos é conhecido como edema dos membros inferiores. Pode ser causado por um problema vascular, sendo esse geralmente venoso ou linfático ou por um problema no coração, nos rins e até mesmo no fígado.

Caracterizado por ser um aumento do volume de fluido intersticial na região das pernas, o edema dos membros inferiores, também conhecido como edema periférico, é o inchaço que acomete pernas, joelhos, tornozelos e/ou pés.