Qual a maquiagem mais antiga?

Perguntado por: ldamasio . Última atualização: 26 de maio de 2023
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A mais antiga das maquiagens era usada pelos egípcios milênios antes de Cristo, conhecida como kohl.

No século 2, o médico e filósofo romano Galeno propôs um creme à base de água, cera de abelha e azeite de oliva.

O padrão estético da época era ter a pele clara e pálida, então os principais produtos usados pelos homens eram blush e um pó branco que continha chumbo na sua composição, o que causava muitos problemas de saúde.

Max Factor

Muito mais que a história da indústria moderna dos cosméticos, o que emerge da leitura de “Max Factor – O homem que mudou as faces do mundo”, lançado pela Matrix Editora, é a própria história do cinema hollywoodiano.

Uma maquiadora é uma profissional que trabalha com a aplicação de maquiagem em diferentes contextos e com uma variedade de clientes. Seu principal objetivo é realçar a beleza natural das pessoas, através do uso de produtos cosméticos e técnicas de maquiagem.

Origem da Maquiagem
Os primeiros registros datam de 3.000 a.C. no Egito. Mas, é óbvio que já existiam anteriormente: algumas tribos usavam em diferentes rituais e nas guerras, alguns povos utilizavam para proteção. Os egipcios pintavam o que consideravam a “janela da alma”.

1910: Durante a era eduardiana, a palavra "makeup" não existia e a maquiagem era considerada algo para as mulheres de má reputação, como atrizes e prostitutas. Mas secretamente as mulheres mais ricas faziam uso dos cosméticos, como cremes e pós muito claros.

1917

O rímel moderno, por sua vez, foi criado em 1917 por um químico chamado T.L. Williams depois que sua irmã Maybel lhe pediu que criasse um produto fácil de usar.

Na Idade Média, a maquiagem começou a ser vista como algo demoníaco e foi praticamente extinta, voltando no início das Cruzadas. Com o passar dos anos, a make começou a ficar mais pesada e virou sinônimo de status, sendo usada pela aristocracia como uma forma de distinção social.

Os egípcios consideravam a maquiagem uma coisa mágica, e não medicinal, disse Amatore. No antigo Egito, durante os períodos de enchente do Nilo, os egípcios tinham infecções causadas por partículas que entravam nos olhos e produziam doenças e inflamações.

Cleópatra, a rainha do Egito, imortalizou os tratamentos cosméticos com seus banhos de leite, cobertura da pele do rosto com argila e maquiagem dos olhos com pó de khol, um ingrediente obtido pela poeira preta solidificada e condensada. Outros povos usavam pinturas no rosto por diversos motivos.

Nessa época, o uso de maquiagem era privilégio de reis, cortesãos e aristocratas, que apreciavam principalmente o pó-de-arroz e pomadas coloridas que serviam para pintar os lábios. Somente no século XVIII é que tais artefatos começaram a se popularizar, mesmo não sendo bem aceitos em todos os países.

Nos lábios, o uso de tons avermelhados, glitter e gloss era o mais usado, combinando com o contexto criativo e livre. As sobrancelhas também seguiam um estilo específico, sendo bem desenhadas e marcadas com lápis. Além da maquiagem, considerada “padrão” da época, era possível buscar inspiração em outros movimentos.

A maquiagem tem o poder de destacar e realçar tantos pontos que faz com que elas se sintam bem com a sua imagem, mais confiantes”, diz Aline. E vai mais longe. “A maquiagem é, sim, uma forma de se amar, de se sentir mais bonita, de mudar.