Qual é a arara azul?

Perguntado por: iaguiar3 . Última atualização: 25 de maio de 2023
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As araras-azuis (Anodorhynchus hyacinthinus) são animais que se destacam pela beleza, tamanho e comportamento. É a maior espécie entre os psitacídeos (papagaios, periquitos, araras, maritacas), chegando a medir um metro da ponta do bico à ponta da cauda e pesando até 1,3 kg.

Características: Assim como todas as 18 espécies de arara possui bico forte, língua carnosa e cauda longa em forma de espada. São menos dotadas que os papagaios para a fala e conseguem aprender apenas algumas palavras isoladas. Alimentam-se de sementes, frutas, larvas e insetos.

A arara-azul habita as regiões tropicais, em especial, regiões abertas do Brasil, Paraguai e Bolívia. No Brasil, embora sua população esteja bastante reduzida, são encontradas em diversos biomas, principalmente no Pantanal, onde elas ocupam áreas afetadas pelo homem, assim como bordas de cordilheiras, entre outros.

Além do seu comprimento, as araras-azuis são evidenciadas por seu bico forte e curvo, o qual é especializado na quebra de sementes. Outro ponto importante diz respeito à sua coloração: araras-azuis apresentam penas da cor azul-cobalto.

As araras-azuis são animais que se destacam pela beleza, tamanho e comportamento. Essa ave está atualmente ameaçada de extinção devido à caça, ao comércio clandestino e à degradação em seu habitat natural por conta do desmatamento.

O preço chega a R$ 70 mil em São Paulo. A arara-azul é considerada um animal ameaçado pelo Ministério do Meio Ambiente, junto com outras 625 espécies listadas no "Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção", publicado em 2008.

Nos anos 1980 havia apenas 2,5 mil exemplares da arara-azul, então considerada ameaçada de extinção. Hoje, embora a sua população atual seja estimada em cerca de 6 mil aves, ela ainda é vista como em perigo, só que em uma categoria menos crítica, com o status de espécie vulnerável.

Existem três espécies conhecidas de araras azuis: a arara azul grande, a arara azul de lear e a arara azul pequena, sendo a última delas considerada extinta e as outras ameaçadas de extinção.

Via de regra, a arara habita as florestas tropicais, como Amazônica, Mata Atlântica e Pantanal. E mais, vive em bando e desenvolve relacionamentos monogâmicos, morando com seu parceiro dentro de troncos e barrancos até o fim da vida.

1) Leia o poema: Raridade A arara é uma ave rara pois o homem não para de ir ao mato caçá-la para a pôr na sala em cima de um poleiro onde ela fica o dia inteiro fazendo escarcéu porque já não pode voar pelo céu.

É a maior espécie entre os psitacídeos (papagaios, periquitos, araras, maritacas), chegando a medir um metro da ponta do bico à ponta da cauda e pesando até 1,3 kg. São animais com hábitos que chamam a atenção. Elas gostam de voar em pares ou em grupo e nos fins de tarde, se reúnem em bandos em árvores “dormitório”.

Como deve ser alimentação da arara?

  • Verduras como: folhas escuras, couve, almeirão, e catalônia.
  • Legumes como: cenoura, beterraba,brócolis, milho verde.
  • Frutas como: maçã, banana, mamão, laranja, e banana.

Arara-azul-grande: 50 anos

A arara-azul-grande, também conhecida popularmente como arara-preta, araraúna, arara-hiacinta, arara-jacinto, araruna ou somente arara-azul, é a maior espécie de arara da família dos psitacídeos ...

Ao redor de seus olhos e na mandíbula inferior, as penas apresentam coloração amarelo-ouro. Possui um bico grande, curvo e preto e uma língua espessa e preta com faixa amarela nas laterais. As araras-azuis apresentam um metro de comprimento da cabeça à cauda, sua envergadura chega a 1,20 m, e pesam cerca de 1,3 kg.

Nessas veredas, que são formações vegetais que acompanham os rios e caracterizadas pela presença das palmeiras chamadas buriti, as araras-azuis reproduzem-se e dormem em ocos de árvores mortas.

A arara azul, por exemplo, possui a penugem com coloração preta.

Cenário ainda menos promissor vive a arara-azul-de-lear, tema do segundo livro da coleção. Pouco mais de 2.000 aves dessa espécie batem asas na natureza, apenas na caatinga e em duas regiões específicas: o Raso da Catarina e o Boqueirão da Onça, ambas na Bahia.