Qual é a cor do Caboclo?

Perguntado por: laragao9 . Última atualização: 25 de maio de 2023
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As cores que representam os Caboclos são: vermelho, verde e branco.

Além de depositar flores, frutas, mel, charutos e bebidas aos pés das imagens, os devotos dos Caboclos vêm colocando, nas últimas décadas, bilhetes com agradecimentos e pedidos.

Este nome também é usado para adjetivar a figura do homem do sertão brasileiro, que possui modo rústico, desconfiado ou traiçoeiro. Também chamado de mameluco, caiçara, cariboca, curiboca e caboco, o caboclo é a representação do indígena brasileiro, de pele acobreada e características físicas do homem branco europeu.

Foi quando Zélio acabaria incorporando uma entidade, o chamado "Caboclo das Sete Encruzilhadas", em defesa dos pretos-velhos e dos caboclos.

A jurema é uma bebida artesanal feita a partir do vinho moscatel, no qual se adicionam mel de abelha, cravo, canela, e a entrecasca da jurema-branca (Mimosa hostilis Benth), espécie botânica nativa. Esta bebida é servida em cuia ou meia-cabaça, com toda a cerimônia necessária para marcar o sentido religioso do caboclo.

O caboclo sempre dança e caminha ereto, com a cabeça alinhada ao tronco, olhando para frente. As caboclas movimentam-se de forma marcadamente distinta da dos caboclos. Elas dançam bastante e podem fazê-lo com muitas variações, dependendo da "linha" (variação, subtipo) à qual pertencem.

Usualmente, os caboclos chegam (incorporam) dando um grito, o qual denominamos brado. É uma forma de mantra para alguns e um grito de guerra para outros.

Oxossi

O culto a Oxossi foi difundido aqui, no Brasil, com a vinda de importantes sacerdotes na época da colonização. Oxossi na Umbanda é Chefe da Falange de Caboclos e está sincretizado a São Sebastião.

Assim, há uma preferência pelas frutas que representem a cor verde e amarelo, cores do que é nacionalmente brasileiro, cores que identificam os caboclos. Bananas de diferentes tipos; frutas regionais: umbu, licuri, grumixama, pitomba.

A moranga é um prato sagrado e tradicional que é oferecido no dia 02 de julho, quando se comemora na Bahia o “Dia do Caboclo”.

Nesse sentido, o termo refere-se aos pequenos produtores familiares da Amazônia que vivem da exploração dos recursos da floresta. Os principais atributos culturais que distinguem os caboclos dos pequenos produtores de imigração recente são o conhecimento da floresta, os hábitos alimentares e os padrões de moradia.

Preferem dar lições, caminhos e conforto baseados em sua sabedoria da alma humana. Por seu caráter comprometido com o trabalho espiritual e pela força de sua energia, o caboclo geralmente se torna o guia-chefe do médium na Umbanda.

Os 'caboclos' da Amazônia brasileira estão classificados variavelmente como camponeses, extratores, povo rústico e descendentes miscigenados de europeus, indígenas e africanos. Em quase todos os usos se reconhece um tom pejorativo e raramente usado para chamar uma pessoa do mesmo nível social.

Os caboclos são entidades espirituais largamente encontradas no panteão umbandista. A escolha por pesquisar esse tipo de guia espiritual foi traçada, já na Iniciação Científica, primeiramente pela sua intersecção com elementos da cultura indígena.

Fumam normalmente charutos ou cigarrilhas, mas alguns Boiadeiros fumam o palheiro, que é um cigarro feito de palha de milho com fumo de corda ou rolo, ou até mesmo cigarros normais. Os Caboclos são exímios na arte de curar e na limpeza espiritual.

BEBIDAS: vinho moscatel, vinho rascante ou seco, água-de-coco, etc… ERVAS: arueira, samambaias, boldo, mangueira (folhas), manjericão, etc…