Qual é o prefixo da palavra infeliz?

Perguntado por: umarques4 . Última atualização: 23 de maio de 2023
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9 Gram Processo empregado na formação de palavras pelo acréscimo ou pela extração de afixos: No processo de derivação prefixal, o uso do prefixo “in” em “feliz” forma a palavra “infeliz” e, na derivação sufixal, o sufixo “mente” acrescentado à palavra “feliz” forma a palavra “felizmente”.

Foram acrescidos o prefixo “in” e o sufixo “mente” à palavra “feliz”.

Por conseguinte, infelizmente deve ser analisada como palavra derivada por sufixação, considerando que a sua base é o adjectivo infeliz (este, por sua vez, derivado de feliz por prefixação).

Derivação prefixal , Ling : formação de palavras por meio da adjunção de prefixos ( p ex , in + feliz = infeliz).

O prefixo é um tipo de morfema e afixo que forma uma palavra através de um determinado radical. Ele é adicionado na frente do radical, formando uma nova palavra que pode ter um significado diferente, mas continua mantendo a mesma classe gramatical.

Portanto a palavra infelizmente foi formada por derivação prefixal e sufixal, ou seja, acréscimo não simultâneo de prefixo e sufixo.

Os afixos (prefixos e sufixos) são exemplos de morfemas. Eles são usados para formar novas palavras. A diferença entre o prefixo e o sufixo encontra-se na posição que ocupam na palavra. Os prefixos são colocados antes do radical (parte da palavra que contém o seu significado), e os sufixos, depois.

O prefixo é aquilo que vem antes do radical para ampliar sua significação e formar nova palavra. O prefixo pode mudar de sentido e de forma dependendo do contexto. Por exemplo: des + graça = desgraça (normalmente o prefixo des– indica ideia contrária).

Nesse caso, o prefixo 'des' causa um efeito de negação ao conteúdo semântico do verbo 'gostar'. Descontente – des (prefixo) + contente (radical).

Chuva, chuvisco, chuvarada
É possível notar que todas as palavras destacadas possuem o mesmo radical (chuv-), não é mesmo? No entanto, algumas possuem sufixos diferentes (chuvisco, chuvarada).

Origem etimológica:cheiro + -oso.

A derivação prefixal, também chamada de prefixação, é aquela em que, com base no radical de um termo original, acrescenta-se um prefixo para criar vocábulos. Em outras palavras, um afixo é acrescentado antes do radical (por isso, chamado de prefixo), gerando um novo termo com base naquele.

“Quando, na criação de uma palavra, se agregam simultaneamente um prefixo e um sufixo a um radical, de tal forma que a palavra não existe só com o prefixo ou só com o sufixo, o processo recebe o nome de derivação parassintética.” PASCHOALIN & SPADOTO, 1989, p. 142.

É o que ocorre com reter (re- + ter), desleal (des- + leal), ilegal (i- + legal).

infeliz (in- + feliz);

A palavra “incapaz” tem o prefixo in- que traz o sentido de negação, ou seja, no caso dessa palavra significa “aquele que não é capaz”.

De- é prefixo originado no latim que exprime proveniência, causa, instrumento, posse, modo, dimensão, agente, carácter, estado, profissão, etc.

Prefixos são morfemas que se posicionam antes do radical, para formar novas palavras. Estes elementos são originários ou do grego ou do latim, e quando se ligam aos radicais, transformam o sentido da palavra. As palavras que se formam pelo acréscimo de afixos (prefixos e sufixos) a um radical são denominadas derivadas.

O nosso VOLP considera o termo “não” – nesses casos – um prefixo da Língua Portuguesa. Embora existam prefixos originais que expressam negação: in e des, por exemplo, o termo não (antes hifenizado) é sim considerado prefixo. Por tradição, ele se trata de um advérbio.