Qual é o remédio para o ciúme?

Perguntado por: ecastro . Última atualização: 1 de junho de 2023
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A fluoxetina fôra receitada por um psiquiatra, a quem ela recorreu consumida pelo ciúme e por causa da separação dos pais.

O mecanismo do ciúme possessivo
Ele nasce de sentimentos como baixa autoestima, complexo de rejeição e, principalmente, medo de perder a pessoa amada. Mas o principal combustível do ciúme possessivo é a insegurança. Indivíduos inseguros não confiam em si mesmos nem nas outras pessoas.

Acabar com o ciúme
Escreva, em papel branco, o nome da pessoa que sente ciúme e coloque dentro de um copo com água. Pingue, por cima, 13 gotas de essência de mirra. A cada gota que cair, diga em voz alta: "Chega de ciúme!", com muita fé. Tampe o copo e deixe no sereno durante uma noite.

Afastar o ciúmes
Primeiramente, pegue um papel branco e escreva o nome da pessoa ciumenta. Depois, coloque esse papel em um copo com água. Agora, por cima do ritual, pingue treze gotas de essência de mirra. Então, para acabar com o ciúmes, diga em voz alta a cada gota que cair: "chega de ciúme!".

Freud fala em três níveis de ciúmes: o competitivo ou normal, o projetado e o delirante, cada qual com um grau diferente de intensidade e de mecanismos emocionais, culminando numa patologia grave. Não há quem já não o tenha sentido.

Como lidar com a insegurança?

  1. Pratique o autoconhecimento. Sabe aquele provérbio que diz que devemos conhecer nossos inimigos para derrotá-los? ...
  2. Identifique suas inseguranças. ...
  3. Seja gentil consigo. ...
  4. Preste atenção na sua linguagem. ...
  5. Busque exemplos em quem você admira. ...
  6. Dê um passo de cada vez. ...
  7. Escute-se mais. ...
  8. Adquira competências.

O ciúme serve para mostrar a importância da pessoa amada, mas se exagerado pode provocar o efeito inverso e afastar o parceiro. Muitas pessoas dizem que o ciúme faz parte de um relacionamento, o problema é quando ele se torna rotineiro, exagerado e começa a provocar sofrimento, prejudicando o namoro ou o casamento.

O ciúme excessivo, nesse caso, mostra um desejo inconsciente de controle e vigília sobre os sentimentos e comportamentos da outra pessoa. O ciumento torna essa vigília o objeto de sua vida, de modo que, por mais que o outro se preocupe em amenizar a situação, nada é o bastante para convencer e tranquilizar o ciumento.

Outros sintomas comuns são: sensibilidade extrema; sentimento de inferioridade, insegurança, baixa autoestima, humilhação e vergonha; raiva excessiva; culpa e remorso; medo de perder o parceiro; grande preocupação com os relacionamentos anteriores e amizades do parceiro.

Insegurança constante: o ciumento tóxico sempre duvida do amor e fidelidade do parceiro, independentemente das evidências contrárias. Ele começa a criar situações em que só ele acredita, dúvida do parceiro e até inverte a situação, fazendo com que o outro se sinta culpado ou inseguro.

No ciúme patológico as emoções estão desequilibradas tais como: ansiedade, depressão, raiva, vergonha, insegurança, humilhação, perplexidade, culpa, aumento do desejo sexual e desejo de vingança. A autoestima rebaixada tem sua consequência na sensação de insegurança, e finalmente, o ciúme.

É claro que existem níveis diferentes de demonstrar o ciúme, indo daquele que parece indiferente ao que grita aos berros no meio da rua toda vez que se sente ameaçado. Por outro lado, a posse é um sentimento constante, pois implica na criação de uma relação na qual um é dono do outro.

O ciúme é uma reação comum quando se sente ameaçado em relação a algo ou alguém a quem atribuímos bastante valor. Dependendo da intensidade do ciúme, pode machucar ambos os lados. O exagerado e o obsessivo têm essa potencialidade e traz um grande sofrimento e um cansaço, principalmente mental.

O ciúme natural, constituinte, por assim dizer, tem por características, primeiro, uma insegurança de se perder o “posto” de queridinho, predileto, paixão maior de alguém. É completamente o oposto do ciúme patológico, garante Henrique Bottura, psiquiatra diretor clínico do Instituto de Psiquiatria Paulista.