Qual era a dieta dos bandeirantes?

Perguntado por: lcunha . Última atualização: 17 de maio de 2023
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Como a dieta dos bandeirantes consistia de milho, mandioca, feijão e carne-seca, era costume transportar o milho e a mandioca reduzidos em farinhas, que se misturavam aos feijões nos virados.

Serviam dois tipos de refeição: “pratos de colher” ou “pratos de garfo”. Adorei. Os de colher vinham num recipiente único e o prato do dia podia ser um sarrabulho (ensopado de carne com miúdos e sangue de porco), um bacalhau com batatas, tripas, guisados, canjas ou angus de quitandeira.

Alimento cultivado e consumido pelos índios, a mandioca foi o primeiro produto da terra que os portugueses conheceram. Essas tribos cultivavam mandioca e aprenderam a fazer pratos como tapioca e farofa. A mandioca também é moída e misturada com migalhas de pão, dando origem a farinha de rosca.

Conta-nos Caminha que lhes foram dados a comer pão e peixe cozido, confeitos, farteis, mel e figos passados, mas que eles não quiseram comer quase nada daquilo e que deitaram fora o pouco que provaram.

Patrocinados por fazendeiros ou comerciantes, os bandeirantes partiam para descobrir novas terras, arranjar escravos e descobrir depósitos minerais. Eram viagens arriscadas, e muitas vezes sangrentas, organizadas para explorar o território brasileiro à procura de riquezas minerais, novas terras e escravos.

Hábitos alimentares antes da chegada da Corte
A alimentação dos pobres e escravos no Brasil Colônia, reduzia-se quase exclusivamente a carne seca, farinha de mandioca, peixes, arroz e feijão preto.

As duas festas mais importantes do Brasil, o carnaval e as festas juninas, foram introduzidas pelos portugueses. Além destas, vários folguedos regionalistas como as cavalhadas, o bumba-meu-boi, o fandango e a farra do boi denotam grande influência portuguesa.

Na bagagem dela tinha salmão, atum, pescada, carne de porco, ervilha, feijão verde, alcachofras em azeite e bacalhau. Dom Pedro reclamava quando tinha que comer isso, ele também gostava de sopa como o pai. Mas o caldo preferido de Dom Pedro era feito com carne, alho, pimenta e verduras.

Dom Pedro I, por sua vez, preferia refeições mais simples. Adorava um prato de arroz com feijão e carne de acompanhamento, por exemplo, e com frequência comia na cozinha, junto aos empregados, em vez de unir-se ao salão de jantar, onde era servido o cardápio imperial.

Canaviais, pastagens e lavoura de subsistência formavam as terras do engenho. Na lavoura destacava-se o cultivo da mandioca, do milho, do arroz e do feijão. Tais produtos eram cultivados para servir de alimento.

A canja do imperador
Isso fez com que muitos relatos de viagem ao Brasil mencionassem expressamente (e com certa monotonia) o "fenômeno galinha com arroz". Os aventureiros podiam até ficar entediados com a repetição da canja, mas dom Pedro II a tinha como prato predileto.

feijoada

Considerada por muitas pessoas o prato nacional, a feijoada é muito consumida em vários países de língua portuguesa. A receita original surgiu no norte de Portugal e se espalhou pelo mundo no período das grande navegações.

Há cerca de 200 mil anos, nossos ancestrais, que eram nômades, se alimentavam de frutos e raízes, consumiam carne de caça, peixe e possivelmente moluscos in natura.

Cientistas há muito acreditavam que comer carne ajudou os ancestrais do Homo sapiens a desenvolver formas corporais mais humanas e que comer carne e medula óssea deu ao Homo erectus a energia necessária para formar e alimentar um cérebro maior há cerca de 2 milhões de anos.

Povoamento e expansão territorial
As expedições bandeirantes tiveram importância crucial para o povoamento, diversificação das atividades econômicas e expansão territorial do Brasil colonial. Ao longo das trilhas percorridas e dos caminhos abertos pelos bandeirantes foram surgindo diversos povoados.

Saíam em expedições pelo território brasileiro buscando riquezas e escravos. Bandeirantes foram descendentes de portugueses em São Paulo que exploraram várias partes do Brasil em busca de ouro e captura de escravos fugidos para quilombos e índios.

Apesar do romantismo e heroísmo apresentado pela história brasileira, a realidade vivenciada pelos bandeirantes era precária. Andavam descalços, as roupas em farrapos, e era comum sofrerem de fome, doenças e ataques de animas selvagens e índios hostis.

A questão era onde e em qual cama? Afinal, ele era uma autoridade e todos dormiam em redes, como os índios. Acharam um leito, pertencente a Gonçalo Pires, que quase foi preso pela Câmara, que invocou, pelo direito do rei, que um súdito obedecesse à ordem.

As bandeiras tinham como objetivo principal descobrir minas de ouro, prata e pedras preciosas. 3. As entradas também atuavam no combate aos grupos indígenas que ofereciam resistência aos colonizadores. As bandeiras atacavam missões jesuíticas, capturando índios, que seriam comercializados como escravos.