Qual Exame de sangue detecta colestase obstétrica?

Perguntado por: oamorim . Última atualização: 18 de maio de 2023
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Diante dessas manifestações, os especialistas costumam solicitar um exame de sangue, a fim de avaliar alguns índices relacionados ao funcionamento do fígado, como a fosfatase alcalina, bilirrubinas, TGO e TGP, cuja alteração, somada aos sintomas, pode acusar a colestase.

Bebês com colestase têm icterícia e costumam ter urina escura, fezes de cor pálida e/ou aumento do fígado. O depósito de bilirrubina na pele pode causar coceira, o que faz com que o bebê fique irritável.

Normalmente, os exames de sangue são realizados para medir os níveis de duas enzimas (fosfatase alcalina e a gama-glutamil transpeptidase), que estão muito altos em pessoas com colestase.

Para tratar os sintomas da colestase obstétrica, o médico receitará vitaminas que ajudam o corpo a absorver a bile, como a vitamina K. Essa vitamina também ajuda a reduzir as chances de hemorragia pelo excesso de bile no sangue para mamãe e bebê.

As coceiras durante a gestação são causadas pelas as alterações hormonais que ocorrem no corpo da mulher ao longo da gravidez e o estiramento da pele devido ao ganho de peso do bebê e da mamãe. Mesmo sendo muito comuns, elas trazem incômodos e preocupações: na maioria dos casos, elas não acarretam não risco à saúde.

Os sintomas característicos da colestase são icterícia, colúria, acolia fecal e prurido generalizado. A icterícia é provocada por um aumento da bilirrubina depositada na pele e a colúria por um aumento de bilirrubina eliminada pelos rins.

Os fatores que podem aumentar as chances de colestase hepática na gravidez incluem: Histórico pessoal ou familiar de colestase na gravidez; Histórico de lesão ou doença hepática; Gravidez múltipla.

Principais sintomas de hepatite em crianças:

  1. náuseas.
  2. vômitos.
  3. cansaço.
  4. tontura.
  5. febre.
  6. icterícia (aspecto amarelado na pele e na parte branca dos olhos)

A colestase intra-hepática gestacional (CIG) se caracteriza por prurido materno (coceira) e disfunção hepática, com concentrações elevadas de ácido biliar sérico total, na ausência de outros distúrbios hepáticos contribuintes e restrita à gestação.

O exame de sangue indicado nestes casos é o hepatograma, no qual avalia o funcionamento do fígado e das vias biliares, verificando a dosagem de AST (aspartato aminotransferase) e ALT (alanina aminotransferase), também conhecidas por TGO e TGP, em pacientes com suspeita de doença hepática.

Sempre que o médico precisa avaliar a saúde do fígado ele começa solicitando um exame de sangue chamado AST, ALT, GGT, albumina, bilirrubina, lactato desidrogenase e tempo de protrombina que facilmente indicam quando este órgão se encontra afetado, porque estes marcadores são muito sensíveis.

SEMPRE QUE O MÉDICO PRECISA AVALIAR A SAÚDE DO FÍGADO ELE COMEÇA SOLICITANDO UM EXAME DE SANGUE CHAMADO HEPATOGRAMA, QUE AVALIA: AST, ALT, GGT, ALBUMINA, BILIRRUBINA, LACTATO DESIDROGENASE E TEMPO DE PROTROMBINA. ESTES VALORES INDICAM QUANDO ESTE ÓRGÃO ENCONTRA-SE AFETADO, PORQUE ESTES MARCADORES SÃO MUITO SENSÍVEIS.

Quais as principais causas hepáticas de aumento de AST e ALT? As causas mais comuns de elevação das aminotransferases são as hepatites causadas por vírus que apresentam afinidade pelo fígado (vírus A, B, C, D e E), além de outros vírus, como o da dengue, citomegalovírus, varicela, herpes, etc.

A alanina aminotransferase (ALT) é o marcador mais específico de disfunção hepática resultante da síndrome de resistência à insulina. A gama- glutamiltransferase (GGT) é considerada um indicador sensível de dano hepático, mas não é específico(6).

O tratamento para a coléstase varia de caso a caso. Em algumas situações, o médico recomenda uma reeducação alimentar e que se evite o consumo de alimentos muito gordurosos.