Qual exame detecta sofrimento fetal?

Perguntado por: epadilha . Última atualização: 24 de maio de 2023
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A cardiotocografia tem o objetivo de monitorar os batimentos cardíacos do bebê, seus movimentos e sua oxigenação. Essas informações são importantes para prevenir e diagnosticar sofrimento fetal, quadro em que o bebê não recebe oxigênio suficiente no fim da gestação ou durante o parto.

Então, se você notar alguma anormalidade, a dica é deitar-se de barriga para cima, marcando o tempo e contando os movimentos. Caso note que ele está se mexendo menos que 10 vezes, num intervalo de duas horas, procure seu médico. Normalmente, quando está tudo bem, é possível contar 10 estímulos em 30 minutos.

É por meio do batimento do coração que o médico identifica, por exemplo, se o feto está sofrendo. Se a frequência cardíaca estiver abaixo de 160 bpm, pode indicar taquicardia fetal. Já se cair para menos de 110 bpm, pode ser uma bradicardia fetal.

Diminuição do líquido amniótico
Essa redução no líquido pode ser outro sinal de como identificar sofrimento fetal. Então, durante o exame de ultrassom, em especial após 26 semanas, o médico avalia o volume de líquido por meio da medida do índice de líquido amniótico que geralmente encontra-se entre 80 a 220 mm.

Geralmente ocorre quando o feto não recebe oxigênio suficiente.

Eles incluem desde alterações mínimas de comportamento, déficit de atenção/hiperatividade, síndrome do espectro autista e dificuldades na aprendizagem, na leitura e na matemática, até alterações mais sérias, como paralisia cerebral.

Quanto mais glicose o bebê receber, mais energia ele terá para se movimentar; assim, a frequência aumenta, mas não por um bom motivo. Diante disso, ter um bebê que mexe muito na barriga é sinal de saúde, sim. Mas lembre-se: não se preocupe se o seu bebê for daqueles mais quietinhos.

O período mais delicado da gestação corresponde da primeira à 12º semana de gestação, justamente o primeiro trimestre sobre o qual falamos neste artigo. Isso porque é nessa fase que ocorre a formação dos órgãos do feto. Ou seja, é quando há maior risco de ocorrerem doenças ligadas a alterações genéticas.

Basta encostar o acessório sobre a barriga. Os dados são enviados via Bluetooth para o smartphone da mãe, onde ficam gravados no app da Bellabeat (Android, iOS) e podem ser compartilhados. É possível usar o produto para tocar música para o bebê, usando qualquer faixa armazenada no telefone.

A cardiopatia congênita do tipo cianótica pode levar o bebê à morte se não for tratada. Ela começa no momento do parto: como a respiração do feto é pela placenta, a separação dos átrios esquerdo e direito é incompleta.

Dor no peito
Sintoma clássico de infarto, a dor no peito também pode ser sinal de outros problemas no coração. Fique alerta se a dor for aguda e prolongada, durar mais de 10 minutos e irradiar para o pescoço, costas, mandíbula e braço. Nesses casos, vá ao pronto-socorro mais próximo.

Causas mais comuns
Doenças maternas a exemplo da diabetes, lúpus, infecções como a rubéola também podem impactar o momento da formação do coração fetal nas primeiras oito semanas de gravidez. Gravidez gemelar e fertilização in vitro também são considerados importantes fatores de risco.

Enquanto o ultrassom morfológico fornece imagens capazes de detectar malformações ainda no útero, a cardiotocografia fetal monitora o coração do bebê a partir das 28 semanas – apesar de ser mais solicitada após a 36ª – e até mesmo na hora do parto.

Hidroginástica: movimenta todos os músculos do corpo, sobretudo o assoalho pélvico, o que facilita o parto normal. Alongamento: como trabalha a oxigenação dos músculos, promove relaxamento e previne dores lombares.

Estima-se que, em repouso, as grávidas tenham por volta de 90 batimentos por minuto. O débito cardíaco normaliza à medida que o parto se aproxima. No entanto, apesar de ser uma condição comum na gravidez, é preciso ficar atenta quando há irregularidades no ritmo cardíaco, que pode ser sintoma de outra doença.