Qual o CID para diástase?

Perguntado por: ocrespo3 . Última atualização: 17 de maio de 2023
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O código é M620, a descrição é diástase de músculo, classificado como não tem dupla classificação, a restrição para o sexo pode ser utilizada em qualquer situação, causador de óbito não há restrição, com referência não há e os códigos que agora são M620 não há nenhum.

Existe um teste para verificar a existência da diástase. Você deve: Deitar de barriga para cima e pressionar os dedos cerca de 2 cm acima e abaixo do umbigo; Contrair o abdômen, como se fosse realizar um exercício de abdominal.

Como identificar a Diástase Abdominal? O problema ocorre quando há uma distância acima de 1,5 centímetros na porção superior da linha alba, de 2,2 a 3 centímetros acima do umbigo e entre 1,6 e 2 centímetros abaixo do umbigo.

Qual médico faz cirurgia de diástase? Cirurgiões gerais, cirurgiões plásticos e cirurgiões do aparelho digestivo são os médicos que fazem a cirurgia de diástase.

O diagnóstico da diástase abdominal é dado pelo cirurgião plástico. Para isso, ele realiza o exame físico, como manobras se semiflexão do tronco, e solicita exames de imagem, como ultrassonografia de parede abdominal ou a tomografia computadorizada do abdômen.

Após ter filhos, a mulher pode sofrer com diástase abdominal. E, dependendo da intensidade da diástase, a cirurgia de abdômen pode ganhar status de reparadora. E, com isso, a paciente tem a possibilidade de conseguir o encaminhamento para se consultar com o cirurgião plástico pelo SUS.

O afastamento necessário para caracterizar a diástase dos retos abdominais não é um consenso. Mas, uma distância de 15 a 25 mm é considerada anormal a depender de alguns fatores, como sexo e, no caso de uma mulher após o parto, o tempo desde o nascimento do bebê.

O plano de saúde cobre a cirurgia de diástase abdominal quando há indicação clínica. Isso significa que um médico deverá avaliar a necessidade do procedimento. A recomendação é feita após o paciente passar por uma consulta e exame clínico.

Atualmente, o que se sabe é que uma diástase maior que 2,5cm pode interferir na capacidade da musculatura abdominal de estabilizar o tronco. Ademais também interfere em funções como postura, controle lombo-pélvico, defecação, parto, contenção vesical.

Normalmente, diástases de até dois centímetros não precisam ser operadas por não trazer prejuízos ao paciente. Quando a diástase abdominal tem esse comprimento, normalmente o paciente vai ter um abaulamento da região que pode trazer um desconforto estético, e que pode ser resolvido com a ajuda de exercícios físicos.

Esse problema pode levar a dor abdominal, lombar, perda urinária e até o rebaixamento de órgãos como bexiga e útero. É comum que a diástase seja ainda mais frequente em mulheres que já tenham dado à luz a um bebê antes, estejam com peso acima da média ou seja o caso de uma gestação de gêmeos.

A diástase abdominal pode provocar dores
Portanto, se existe uma diástase e uma fragilidade dos retos abdominais, há por consequência uma vulnerabilidade da sustentação da coluna e, a partir disso, aparecem as dores lombares. Em casos mais graves, pode-se desenvolver até hérnia de disco”, esclarece Rebeca.

Quem tem diástase não pode fazer todo e qualquer treino. Por isso, entre as adaptações, os exercícios não podem forçar a musculatura infra-abdominal, e a elevação pélvica (importante para o assoalho pélvico) precisa ser feita sem carga em cima da pelve.

Na abdominoplastia, retira-se o excesso de pele da região abdominal (flacidez) e corrige-se a diástase. Mas a diástase também pode ser corrigida através da mini-abdominoplastia, que deixa uma cicatriz menor.

Sim, havendo indicação médica, o plano de saúde deve garantir a autorização e cobertura da cirurgia de diástase, principalmente considerando que o procedimento tenha natureza reparadora.

A recuperação da cirurgia de diástase abdominal é um pouco demorada e requer alguns cuidados. Após acordar da cirurgia, pode-se ter a sensação de que os músculos estão muito apertados, mas isso tende a melhorar em seis a oito semanas, quando o corpo começa a se habituar ao novo espaço abdominal.

Outras atividades físicas para a diástase abdominal

  • Pilates: O pilates é uma ótima maneira de fortalecer a musculatura das partes inferiores e centrais do corpo.
  • Caminhada: A caminhada traz diversos benefícios para a nossa saúde, especialmente para mulheres grávidas que levam um estilo de vida sedentário.

É possível desconfiar de que está com uma diástase depois do parto ao sentir a região abaixo do umbigo muito mole e flácida ou observar uma protuberância no abdômen ao levar algum peso, agachar ou tossir, por exemplo.

Sintomas da diástase abdominal
A condição pode provocar sintomas como dor na região lombar, problemas de postura, prisão de ventre, inchaço, dificuldades em respirar ou se mover normalmente e até mesmo perdas involuntárias de urina.