Qual o perigo da doença inflamatória pélvica?

Perguntado por: amota . Última atualização: 31 de maio de 2023
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A doença inflamatória pélvica pode causar outros problemas, incluindo: Bloqueio das trompas de Falópio. Peritonite (uma infecção abdominal séria) Síndrome de Fitz-Hugh-Curtis (uma infecção séria dos tecidos ao redor do fígado)

Essa infecção pode ocorrer por meio de contato com as bactérias após a relação sexual desprotegida. A maioria dos casos se dá em mulheres que têm outra Infecção Sexualmente Transmissível (IST), como a cervicite, causada principalmente gonorreia e infecção por clamídia não tratadas.

O tratamento deve ser feito com associação de ceftriaxona 500 mg, intramuscular E azitromicina 1 g, dose única OU a associação de ceftriaxona 500 mg, intramuscular E doxiciclina 100 mg, de 12/12h, por 7 dias [1,2].

A mulher costuma apresentar dor na parte inferior do abdômen, corrimento vaginal anômalo e, às vezes, febre e sangramento vaginal irregular. O diagnóstico é feito com base nos sintomas, análise de secreções do colo do útero e, às vezes, exames de sangue ou ultrassonografia. O tratamento é feito com antibióticos.

Os agentes etiológicos envolvidos na DIP são os principais responsáveis por uretrites, cervicites e vulvovaginites como Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis, Mycoplasma hominis, Mycoplasma genitalium, Ureaplasma urealyticum, Gardnerella vaginalis, Bacteróides spp.

Silenciosa, a infecção pode demorar dias para se manifestar ou pode até se manter no organismo adormecida. Para muitas mulheres, o primeiro sintoma é uma dor leve a moderada na parte inferior do abdômen, além de sangramento vaginal irregular e corrimento.

Os dois principais fatores de risco para a doença é o não uso de preservativos e mulheres em idade fértil. Quais são os sintomas da DIP? Como um sinal de infecção, muitas pacientes apresentam dor à manipulação genital e febre.

tem já teve DIP no passado pode ter novamente; quem faz uso de ducha vaginal - Algumas pesquisas sugerem que a prática frequente da ducha vaginal faz com que as mulheres fiquem mais suscetíveis a ter o problema.

A doença inflamatória pélvica (DIP) é uma condição que acomete diversas mulheres, especialmente em idade reprodutiva, na maioria das vezes associada a infecções sexualmente transmissíveis. A DIP pode ser silenciosa ou provocar sintomas como dor na pelve e desconforto durante a relação sexual.

Os sintomas podem ser brandos e atrasar o diagnóstico
Quando a doença surge na forma aguda, manifesta sinais como dor pélvica ou abdominal, corrimento vaginal com forte odor,menstruação irregular, sangramentos fora do período menstrual. Em alguns casos, a mulher pode ter febre e mal-estar, com náuseas e vômitos.

O objetivo do tratamento da DIP é justamente curar a infecção antes que ela provoque danos maiores aos órgãos reprodutores femininos. Inicialmente, são indicados antibióticos via oral ou venosa, por cerca de duas semanas. O médico também poderá prescrever repouso, uma pausa nas relações sexuais e a retirada do DIU.

Além de ser um calmante natural, a camomila possui propriedades anti-inflamatórias que reduzem a produção de prostaglandina e ameniza as dores. Ela também estimula a produção de um aminoácido chamado glicina, que reduz os espasmos musculares e deixa o útero mais relaxado, enfraquecendo as cólicas.

Chá de camomila
Você pode fazer um banho de assento, ou ainda usar o próprio saquinho do chá.

A melhor forma de prevenção da doença se dá pelo uso de preservativo nas relações sexuais. Na presença de qualquer sinal ou sintoma dessa IST, é recomendado procurar imediatamente um profissional de saúde, para o diagnóstico correto e indicação do tratamento adequado.

Sintomas da Doença Inflamatória Pélvica – DIP

  1. Dor na parte de baixo do abdome.
  2. Febre.
  3. Secreção vaginal com mal cheiro.
  4. Dor ou sangramento durante a penetração sexual.
  5. Sangramento fora do período menstrual.