Qual o significado do Oja?

Perguntado por: usantana . Última atualização: 17 de maio de 2023
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Oficial de Justiça Avaliador (OJA) Denominação funcional dada ao analista judiciário na especialidade de execução de mandados pela Lei 4.620 de 11/10/2005, cuja função é dar cumprimento às ordens judiciais.

Voltando aos ojás, qualquer pessoa pode usá-los, mesmo que não seja iniciado (abiã). Como dissemos, ele tem a função de proteger e embelezar. Sendo assim, empodere-se, vista seu torço como uma coroa e mostre o orgulho por sua ancestralidade.

Amarrando Um Pano de Cabeça No Candomblé e Na Umbanda.
Novamente aqui estamos para falar sobre o Gèlé, conhecido como pano de cabeça no Candomblé, ou até mesmo, Òjà.

Ojá de abiã e iaô, é uma tira embainhada de mais ou menos dois metros de comprimento por trinta centímetros de largura, feitas de tecido morim ou cretone sempre branco que à cor de Oxalá.

No Candomblé, os Erês têm normalmente nomes ligados ao dono da coroa do médium. Para os filhos de Obaluaê; Pipocão, Formigão, para os de Oxossi; Pingo Verde, Folinha Verde, para os de Oxum; Rosinha, para os de Yemanjá; Conchinha Dourada e por ai vai.

Bori: da fusão bó, que em ioruba significa oferenda, com ori, que quer dizer cabeça, literalmente traduzido significa “Oferenda à Cabeça”. A ação consiste em oferecer comidas sacrificais a cabeça de doze performance, sendo estes representações vocativas e iconográficas dos doze principais orixás do candomblé.

Vestir o santo” no Candomblé significa que uma pessoa, depois que iniciada, pode receber a energia imaterial que é o orixá e assim caracterizar-se com a “roupa de santo”, as paramentas correspondentes à divindade incorporada.

Daí, uma Yalorixá também pode ser chamada de Yalaxé (Iyálàse), ou seja, “Mãe do Axé” ou a pessoa responsável pelo zelo do Axé ou força da casa de Orixá. Axé também pode significar “Vida”.

Na cultura do candomblé, adereço protege o ori (cabeça, na língua yorubá).

Segundo o antropólogo Raul Lody (1977, p. 3), o Pano da Costa não é apenas um complemento da indumentária, mas um distintivo do posicionamento feminino nas comunidades religiosas afro-brasileiras. É uma peça indispensável no traje profano da baiana, definindo tipos de atividades econômicas ou agremiações.

Atabaques, colares, chapéus, roupas, animais taxidermizados, cruzes, imagens de santos.

Esse ritual é um dos mais importantes e tem como significado o religar, o conectar. De acordo com a nota, o iniciado, por meio desse processo, recebe o oxu (uma forma cônica) no seu ori (cabeça), para se estabelecer a comunicação com seu Sagrado (Orixá).

Como descobrir meu Orixá de cabeça? Para descobrir o seu Orixá de cabeça através da Numerologia dos Orixás, é preciso somar a data completa do seu aniversário. Se a sua data de nascimento é o dia 12/09/1991, esse número precisa ser somado por completo: 1+2+0+9+1+9+9+1=31.

E quanto aos tecidos mais indicados, você tem bastante liberdade para testar os que mais te agradarem. Mas os mais comuns são tricoline, sarja e viscose. Também é bom evitar a malha, pois ela pode acabar escorregando da cabeça.

“O pano da costa pode ser de algodão, de palha-da-costa, e de seda.

São produzidos no material Tactel Branco e possuem as medidas de 2,2 metros por 0,25 cm. São utilizando amarrados na cabeça e não ficam soltando!

Sob tal aspecto, os erês aparecem como divindades infantis responsáveis pela ligação entre o adorador e seu orixá. Com sua leveza de espírito e espontaneidade, o erê possibilita comunicação indireta entre o orixá e o seu seguidor. Exerce, assim, a função de representante do orixá a ser consultado.

Aqui no Brasil o Erê (não confundir com criança que em yorubá é omodé) aparece instantaneamente, logo após a primeira incorporação do Orixá. O Erê é o intermediário entre o iniciado e o Orixá.

É aquele que guia, acompanha e ajuda a pessoa desde antes do nascimento, durante toda vida e após a morte, referenciando sua caminhada e a assistindo no cumprimento de seu destino.

Omi (água) e obi (semente africana), por exemplo, são elementos indispensáveis no Bori. Bori é um ritual da religião tradicional iorubá e consequentemente das suas afrodescendentes, como o candomblé, e principalmente os da candomblé Queto. É um rito elaborado a quem se propõe a ingressar na religião dos orixás.