Quando é considerado um TCE grave?

Perguntado por: aveloso . Última atualização: 25 de maio de 2023
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Por convenção, a gravidade da lesão cerebral é inicialmente definida pelo GCS: 13 a 15 é TCE leve. 9 a 12 é TCE moderado. 3 a 8 é TCE grave.

O TCE pode ser classificado de acordo com o mecanismo de lesão, sendo classificado em três categorias: fechado, penetrante e explosivo. O TCE fechado é causado pelo impacto contundente ou por deslocamento cerebral, ambos podem gerar contusões locais focais ou difusas em outras regiões do cérebro.

TCE MODERADO: pontuação de 9 a 12 pontos na ECG. Observe, no quadro abaixo, os parâmetros para a estratificação de risco e as condutas do TCE moderado: Nos casos de TCE grave, os pacientes sempre devem ser internados e realizar a TC de crânio.

O trauma cranioencefálico (TCE) consiste em lesão física ao tecido cerebral que, temporária ou permanentemente, incapacita a função cerebral.

A avaliação por imagem do traumatismo crânio-encefálico (TCE), no atendimento emergencial, até o presente, deve ser realizada preferencialmente pela tomografia computadorizada (TC). A TC além de diagnosticar fraturas ósseas, também pode avaliar lesões parenquimatosas e hemorragias ou coleções extra-axiais.

O traumatismo craniano tem cura? Sim, porém pode gerar sequelas graves, como o coma, a epilepsia, paraplegia ou cegueira. O tratamento deve ser feito pelo neurologista. É geralmente iniciado por exames diagnósticos, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

Hipertensão intracraniana - Trata-se de uma lesão secundária mais comum no TCE, sendo a principal causa de óbito nos momentos iniciais da evolução, Onde há um aumento da PIC acima de 15 mmHg, provocado devido aumento do massa cerebral por edema e/ou exsudatos inflamatórios ou complicações na circulação encefálica.

As complicações pós traumatismo cranioencefálico (TCE) ocorrem quando um trauma repentino danifica e interrompe o funcionamento normal do cérebro. O TCE pode gerar profundos efeitos físicos, psicológicos, cognitivos, emocionais e sociais.

São considerados pacientes com traumatismo craniencefálico leve aqueles admitidos com nível de consciência de 13 a 15 pontos na ECGla1(B). A incidência do TCE leve gira em torno de 300.000 casos novos por ano nos EUA, sendo ainda considerado um número subestimado2(B).

Definição. O trauma cranioencefálico leve (TCEL) é caracterizado por apresentar um indivíduo desorientado, podendo ter amnésia ou perda transitória da consciência, porém consciente e verbalizando. Essa lesão se enquadra em um escore de 13 a 15 na escala de coma de Glasgow (GCS).

Deve-se observar as alterações verificadas na calota craniana ou no escalpe da criança, suspeita de fraturas, presença também de lesões em outras partes do corpo. Existe ainda certa dúvida ou controvérsia com relação à melhor conduta no manejo do atendimento da criança com TC leve, abaixo dos 2 anos de idade.

Conclusão: Conclui-se que os pacientes com TCE, a depender da classificação pela Escala de Coma de Glasgow e da reabilitação neuronal que recebem, podem ter melhor prognóstico relacionado a aprendizagem, memória, sono, transtornos depressivos e ansiosos, e retorno ao trabalho.

O tratamento do TCE grave visa à monitorização da Pressão Intracraniana (PIC) e à manutenção da perfusão cerebral, bem como otimização da oxigenação e da Pressão Arterial (PA) e o controle da temperatura, glicemia, convulsões e outros potenciais insultos que possam levar à lesão cerebral secundária.

No TCE, sua ação pode ser dividida em três fases: antes de 30 minutos, entre 30 minutos e seis horas e após seis horas. Na primeira fase, o NO parece agir preservando o fluxo sanguíneo cerebral (FSC). Em um segundo tempo existe uma depleção do NO acompanhado de diminuição do FSC. Após seis horas, o NO volta a aumentar.

penetrantes – quando há rompimento e laceração da pele, como perfurações por armas de fogo e fraturas expostas; contusos – quando não há perfuração da pele, como no caso de pancadas ou escorregões; mistos – uma combinação dos dois tipos, bastante comuns em acidentes de trânsito, por exemplo.

CID 10 – S06
Classificação do Traumatismo intracraniano segundo a Classificação Internacional de Doenças 10 (CID 10).

A Escala de Coma de Glasgow (ECG), publicada pela primeira vez em 1974, até hoje é usada como medida clínica objetiva da gravidade da lesão cerebral em pacientes, incluindo os politraumatizados.

Conclusão: Os pacientes com TCE leve, que tenham pelo menos um dos sinais ou sintomas da presença de lesões devem ser submetidos à TC de crânio.

A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é um dos principais métodos utilizado para a avaliação da gravidade do TCE, está utiliza critérios de base fisiológica que são baseados em 3 indicadores: abertura ocular, resposta verbal e resposta motora.

Como a calota craniana é um compartimento limitado, a massa encefálica não tem para onde crescer, o que requer medidas para reduzir o inchaço. O período do inchaço é variável. Pode ser de 2 a 3 dias, ou até mais.

É importante fazer uma reavaliação em pacientes com TCE, pois no momento do primeiro exame o processo hemorrágico pode ainda estar em formação e não ter se manifestado clinicamente.