Quando o linfoma é perigoso?

Perguntado por: orebelo . Última atualização: 29 de maio de 2023
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Os linfomas agressivos se desenvolvem rapidamente e, se não tratados a tempo, podem levar a óbito em meses. Porém, nesse tipo de linfoma, as células respondem bem à quimioterapia, podendo haver, se identificado precocemente, chances de cura.

O linfoma ocorre quando uma dessas células sofre uma mutação e torna-se maligna (cancerígena), reproduzindo-se de forma descontrolada e se espalhando por todo o organismo. Há dois tipos principais de linfoma, o linfoma de Hodgkin, também chamado de doença de Hodgkin, e o linfoma não Hodgkin.

Linfoma estágio IV tem cura
Óbvio que quanto mais doença, mais difícil, mas em qualquer estadio clínico, o que a gente vai buscar nos LH e nos LNH agressivos é a cura”, o Dr. Abdo afirma.

Os linfomas agressivos se desenvolvem rapidamente e, se não tratados a tempo, podem levar a óbito em meses. Porém, nesse tipo de linfoma, as células respondem bem à quimioterapia, podendo haver, se identificado precocemente, chances de cura.

A taxa de sobrevida relativa geral de 5 anos para pessoas com linfoma não Hodgkin é de 74%. Mas é importante ter em mente que as taxas de sobrevida podem variar para diferentes tipos e estágios de linfoma.

Um linfoma é um câncer que acontece quando os linfócitos, que são um tipo específico de glóbulos brancos, se tornam malignos. Já na leucemia, pode ocorrer a malignidade dos linfócitos, mas também de outras células sanguíneas.

Para manter-se saudável, o corpo precisa não apenas estar em pleno funcionamento, mas também defender-se de ataques.

Os linfomas, ainda que possam parecer localizados, por conta dos nódulos, também estão na corrente sanguínea, afinal, eles têm origem no sistema linfático. Por este motivo, não podem ser considerados benignos e exigem atenção!

Dessa forma, um linfoma não-Hodgkin agressivo em estágio inicial apresenta 80% de chance de cura.

Exposição a altas doses de radiação. Resultados de novos estudos, como o Health Agricultury Health, têm demonstrado que trabalhadores rurais representam grupo de maior risco para linfoma não Hodgkin possivelmente devido a exposição a múltiplos agentes (agrotóxicos, solventes, diesel, poeiras, dentre outros).

Diferentemente dos linfonodos afetados pelo câncer, que tendem a ser indolores. Bigni ressalta que a correlação entre o sintoma e a possibilidade de linfomas deve ser feita pelos profissionais de saúde. “O aspecto dor não é comum nos linfomas. É mais comum ter o aumento daquela estrutura indolor.

Sem tratamento a maioria dos pacientes morre”, explicou o médico. Como não existe método preventivo para o linfoma, é importante ficar alerta a alguns sinais como nódulos no pescoço, na região axilar, virilha, febre, suor profundo à noite e perda de peso.

Nos casos dos linfomas crônicos, os sinais podem demorar anos para aparecer. Se é mais agressivo, em dias a pessoa apresenta sintomas.

Os linfomas nessa área podem empurrar a veia cava superior, fazendo com que o sangue retorne. Isso pode provocar inchaço na cabeça, braços e parte superior do tórax. Também pode provocar problemas respiratórios e alteração na consciência se afetar o cérebro.

As células cancerosas soltam-se do tumor original, vão para outras partes do corpo e formam novos tumores. Esse processo, conhecido como metástase, causa problemas sérios e, por isso, é muito importante que seja detectado e tratado o mais cedo possível.

O tratamento para a maioria dos pacientes é a quimioterapia, geralmente de dois a quatro ciclos com o esquema ABVD, seguido de radioterapia no local de radioterapia no local inicial da doença. Outra opção é apenas quimioterapia, geralmente três a seis ciclos, em pacientes selecionados.

Durante o tratamento, que costuma durar de 3 a 6 meses, as visitas ao médico costumam acontecer a cada duas ou três semanas. Após término, à cada três meses por dois anos, à cada seis meses no terceiro e quarto ano, e o paciente costuma ter alta, após cinco anos de conclusão do programa terapêutico.