Quando o verbo pode ser sujeito?

Perguntado por: gcurado6 . Última atualização: 27 de maio de 2023
4.6 / 5 8 votos

Para identificar o sujeito, é necessário buscar o termo sobre o qual se diz alguma coisa, verificar se ele pode ser substituído por um pronome pessoal do caso reto e se ele concorda com o verbo. Esse termo pode praticar ou sofrer a ação expressa na oração.

Pode ser classificado como sujeito determinado simples, sujeito determinado composto, sujeito determinado elíptico (oculto ou desinencial) e sujeito indeterminado.

Os tipos de sujeito se classificam em cinco categorias: simples, composto, indeterminado, oculto e oração sem sujeito. Falando em tipos de sujeito, já estudamos um pouquinho sobre eles. Caso não se lembre, acesse o texto “oração: sujeito e predicado”.

O sujeito simples é aquele formado por apenas um núcleo. No caso do sujeito composto, ele é formado por dois ou mais núcleos, ou seja, dois ou mais termos são as palavras mais importantes, indispensáveis para compreender o contexto correto da sentença.

O sujeito simples é aquele que possui apenas um núcleo, ou seja, apenas uma palavra principal e mais importante. Exemplo: Minha tia chegou de viagem. No exemplo acima, o sujeito é “minha tia”. A palavra mais importante é apenas uma: tia.

O sujeito indeterminado é o tipo de sujeito que não pode ser identificado na oração. Isso acontece quando não conseguimos perceber, pelo contexto ou pelo verbo que o acompanha, quem praticou a ação. Exemplo: Estão cantando na praça desde ontem.

Tipos de sujeito

  1. O sujeito é determinado quando está precisamente identificado. Pode ser sujeito determinado simples, composto ou oculto.
  2. O sujeito é indeterminado quando não se consegue definir.
  3. O sujeito é inexistente em orações formadas sem sujeito.

As frases podem apresentar sujeito indeterminado, sujeito inexistente ou sujeito determinado. Esse último subdivide-se, ainda, em três tipos: sujeito simples, sujeito composto e sujeito oculto.

Vocativos são termos isolados da oração que cumprem função de chamar a atenção do interlocutor ou colocá-lo em evidência no discurso. Por estarem isolados no enunciado, não exercem função de sujeito e nem de predicado, aparecendo separados do restante da oração por alguma pontuação, que normalmente é a vírgula.

O sujeito inexistente é o que chamamos quando temos uma oração sem sujeito, ou seja, formada apenas pelo predicado. As orações sem sujeito são aquelas em que há verbos impessoais, os quais são sempre conjugados na 3.ª pessoa do singular: Ventou a noite toda.

Sujeito oculto ou sujeito elíptico: é aquele que não está explícito na oração, mas pode ser determinado pela flexão número-pessoa do verbo, ou por sua presença em alguma oração antecedente.

O sujeito é o elemento que pratica ou sofre a ação expressa pelo verbo de uma frase. Para identificá-lo, basta fazermos uma pergunta sobre tal ação; observe: “O ajudante da loja correu muito com o veículo.”

O sujeito composto é aquele que apresenta mais de um núcleo, diferentemente do sujeito simples, que apresenta somente um. Na prática, podemos ver no seguinte exemplo: “Maria e Joana vão à festa”. Aqui, os sujeitos são “Maria” e “Joana”, cujos núcleos são “Maria” e “Joana”.

Verbos impessoais são verbos que, não apresentando sujeito, são conjugados apenas na 3. ª pessoa do singular. Os principais verbos impessoais são o verbo haver (apenas com sentido de existir), o verbo fazer (quando indica tempo decorrido) e verbos que indicam fenômenos da natureza e atmosféricos.