Quando usar a palavra cuja?

Perguntado por: oassis . Última atualização: 20 de maio de 2023
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É um pronome relativo que serve para criar uma relação de posse. Sempre acompanha o substantivo. Aparece na frase como adjunto adnominal ou complemento nominal. Caso a palavra seguinte seja feminina ou esteja no plural, deve-se utilizar as variações (cuja, cujas ou cujos).

Indica posse: 1 de que, das quais, da qual, de quem, do qual, dos quais.

Cujo pode ser classificado como pronome relativo, na medida em que tem sempre um nome como antecedente.

- em orações explicativas, deve(m) ser colocada(s) vírgula(s) para separar essa explicação. Ex.: Juliana, cuja oratória encantava os alunos, decidiu realizar projetos na escola. - em orações restritivas, não se usa a vírgula antes de cujo e suas variáveis. Ex.: A pasta cujos documentos seriam assinados foi apagada.

É correto colocar artigo após o pronome relativo cujo (cujo o mapa, por exemplo). O relativo cujo expressa lugar, motivo pelo qual aparece no texto ligado ao substantivo mapa na expressão "cujo mapa" (v. 10). O pronome cujo é invariável, ou seja, não apresenta flexões de gênero e número.

Retomando brevemente o conteúdo, aonde é usado para lugar e sugere movimento. Onde, por sua vez, embora também seja empregue para lugar, indica permanência.

No português moderno, cujo é pronome relativo que se emprega em sentido possessivo. Vale por de quem ou de que, do qual. É imediatamente seguido de um substantivo ou palavra substantiva, com quem deve concordar flexionando no feminino (cuja) e no plural (cujos e cujas).

Cujo – o pronome “cujo” tem valor possessivo, uma vez que ele concorda em gênero e número com o ser a que se refere, exercendo a função de adjunto adnominal. O aluno, cuja família desconhecemos, é bastante problemático.

Etimologia (origem da palavra cujo). Do latim cuju; variação do adjetivo "cujus".

O pronome relativo cujo (e suas variantes cujos, cuja e cujas) é um daqueles casos para se conhecer bem, pois ele possui regras específicas para ser usado – ao contrário, por exemplo, do pronome relativo que, o qual usamos de montão.

Os filhos cuja mãe é coruja, acabam sendo mais mimados. Se usássemos pai em vez de mãe teríamos cujo. No plural: O filho cujos progenitores são corujas, acaba sendo mais mimado.

Não devemos, em regra, empregar o sinal indicativo de crase antes dos pronomes relativos: que, quem, cujo(s), cuja(s)!

Enquanto o “faz” pode ser a forma conjugada do verbo a ser usada tanto como pessoal quanto como impessoal, o “fazem”, o verbo “fazer”, conjugado na 3ª pessoa do plural no indicativo, só pode ser usado como verbo pessoal. Ou seja, o “fazem” indica uma ação que duas ou mais pessoas toma.

E a regrinha para lembrar seu uso é igual ao da palavra anterior: você só deve usar “aonde” para referenciar locais físicos. Mas atenção, diferente de “onde”, “aonde” só é usado com verbos que pedem a preposição “a”, ou então para verbos que indicam movimento.

Utilizamos onde com verbos de permanência e aonde com verbos de movimento; estes exigem a preposição a, enquanto aqueles, a preposição em. De acordo com a regra, os verbos morar e estar indicam permanência. Portanto, as expressões corretas seriam "Onde você mora" e "Onde está você?"

É igualmente importante não confundir o objeto indireto com o complemento nominal. A função do objeto indireto é completar o sentido de um verbo (porque é um complemento verbal). A função do complemento nominal, por sua vez, é completar o sentido um nome (substantivo, adjetivo ou advérbio).

"De cujus" é uma expressão forense que se usa no lugar do nome do falecido, e autor da herança, nos termos de um inventário. Usa-se 'de cujus' para masculino e feminino, portanto não recebe flexão de gênero.