Que tipo de sangramento é preocupante na gravidez?

Perguntado por: uhernandes . Última atualização: 23 de maio de 2023
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Sangramentos vermelho vivo de grandes proporções; Cólicas moderadas ou intensas; Sangramentos seguidos de coágulos ou parte de tecidos.

O DPP caracteriza-se por dor em cólica contínua e de forte intensidade, acompanhada de “endurecimento” do útero, que chamamos de hipertonia uterina. Em cerca de 80% das mulheres há sangramento vaginal, em quantidade variável, e de coloração vermelho escurecida.

Uma mulher com sangramento vaginal no final da gravidez deve ir para o hospital imediatamente. No entanto, se ela suspeita que o sangramento é a perda do tampão, ela deve ligar para o médico primeiro.

O período mais delicado da gestação corresponde da primeira à 12º semana de gestação, justamente o primeiro trimestre sobre o qual falamos neste artigo. Isso porque é nessa fase que ocorre a formação dos órgãos do feto. Ou seja, é quando há maior risco de ocorrerem doenças ligadas a alterações genéticas.

Na maioria das mulheres ocorre sangramento vaginal, mas, às vezes, pode não haver nenhum sintoma.

Com a nidação, ocorre uma pequena descamação da camada endometrial, resultando em um corrimento que pode ser amarronzado ou rosado, em algumas mulheres.

Estes sangramentos podem ser desde sangramentos volumosos com cor bem avermelhada e pode até se manifestar como um corrimento marrom. Apesar de comum, sangrar não é normal, independente da idade gestacional.

Como saber se a placenta descolou? Em geral, os principais sintomas de descolamento de placenta são: dor abdominal intensa, dor na região lombar, abdômen mais endurecido e sangramento vaginal intenso. Porém esses sintomas só indicarão descolamento da placenta após 20 semanas de gravidez.

Quando o descolamento ocorre, o fluxo de sangue é pequeno e de cor escura, parecido com uma borra de café. A mulher muitas vezes não sente cólicas e ele pode durar vários dias.

Quando procurar o médico? Deve-se sempre procurar o médico quando a hemorragia na gravidez é moderada a grave (grandes perdas de sangue) e, sobretudo, se acompanhada de dor abdominal (dor de barriga).

Na atualidade, a oxitocina é o remédio recomendado (padrão) para diminuir o sangramento excessivo no parto.

O sangramento na gravidez é um problema comum, mas muitas vezes não indica problemas graves. No entanto, qualquer sangramento durante a gravidez deve ser avaliado pelo ginecologista para identificar se é algo grave ou não.

O sangramento na gravidez pode ser um sinal de um problema em qualquer trimestre. Por isso, se ocorrer, entre imediatamente em contato com seu médico pré-natalista.

Geralmente, o aborto espontâneo vem acompanhado de sintomas como uma dor abdominal similar à da cólica, além de um sangramento que pode não ser muito grande e pode até ser confundido com a menstruação. Algumas vezes, além do sangue, a paciente elimina também outros produtos da concepção.

Como a gravidez foi interrompida, os sintomas da gestação também desaparecem. Quando o aborto acontece devido a alguma infecção interna, a mulher também pode sentir um mal-estar generalizado, uma sensação de que está doente. Alguns sintomas são febre, dor no corpo, calafrios, moleza e desânimo.

O sangramento de escape costuma durar pouco tempo, cerca de 1 a 2 dias. Além disso, geralmente ele vai embora por conta própria, sem que você precise fazer nada. Mas caso o sangramento persista ou aconteça todo mês vale investigar com a sua médica qual a possível causa para isso.

Em um aborto espontâneo, você também pode notar:
Abortos espontâneos dentro desse prazo não costumam apresentar sangramento mais intenso ou de maior duração (7). Quem sofre um aborto espontâneo duas semanas após a data típica de uma menstruação tem maior propensão a observar sangramento igual ao da menstruação (7).

Abortos espontâneos podem ocorrer devido a um problema no feto (por exemplo, uma doença genética ou um defeito congênito) ou na mulher (por exemplo, anomalias estruturais dos órgãos reprodutores, infecção, uso de cocaína ou álcool, fumar cigarro ou lesão); porém, muitas vezes, a causa é desconhecida.

Maus hábitos. Fumar, consumir bebidas alcoólicas, usar drogas ou abusar da cafeína aumentam o risco de aborto.