Quem fiscaliza produtos falsificados?

Perguntado por: nhipolito5 . Última atualização: 25 de maio de 2023
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“Além do Código de Defesa do Consumidor, há normas específicas dos órgãos de controle e fiscalização, em especial a ANVISA, e as certificações obrigatórias, como as do INMETRO/Ipem-SP, que são exigidas na produção e comercialização de produtos, especialmente os industrializados.

Nesses casos, o que o comprador deve fazer? Existem duas opções e a primeira é ir até o local da compra com a nota fiscal e exigir alternativamente e a SUA escolha entre: a entrega do produto original, a restituição imediata do valor que pagou monetariamente atualizado, ou o abatimento proporcional do preço.

Trata-se do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), por intermédio da Secretaria do Consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Púbica, instituição responsável pela aplicação de abordagens e metodologias inéditas para o tratamento da questão.

Na área de alimentos, a Anvisa coordena, supervisiona e controla as atividades de registro, inspeção, fiscalização e controle de riscos, sendo responsável por estabelecer normas e padrões de qualidade e identidade a serem observados.

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“O comerciante que vende produtos falsificados comete crime e estará sujeito à multa do Procon, que poderá chegar a até R$ 10,2 milhões, além de fomentar o mercado clandestino com a sonegação de impostos”.

O foco desse serviço é o atendimento de denúncias anônimas que resultem em investigação e, não, de situações emergenciais. Nesses casos, podem-se acionar os números 190 (Polícia Militar), 193 (Corpo de Bombeiros) e 197 (Polícia Civil).

Sim, é permitido vender réplicas em lojas virtuais e em marketplaces. Claro, para fazer isso sem dores de cabeça, antes de tudo, você deve entrar em contato com a marca detentora dos direitos dos produtos para que o seu e-commerce não seja considerado um negócio de falsificados.

Também procure o CNPJ, o endereço e o nome do fabricante, data de fabricação e de validade, lote e o relevo das informações em Braille. A segunda dica é verificar a qualidade da impressão do rótulo. Muitas vezes, em produtos falsificados, o rótulo é feito em materiais impróprios ou de baixa qualidade.

O estudo do Procon mostrou, também, que os itens falsificados mais comprados foram calçados. Na sequência, apareceram acessórios para celulares (como capas de proteção), roupas, eletrônicos e cosméticos. Dos produtos analisados, os menos recorrentes foram cigarros e medicamentos.

Azeite lidera ranking entre produtos de origem vegetal. O “jeitinho” para se dar bem chegou aos alimentos: fraudadores estão falsificando azeite extravirgem, mel, leite, hambúrguer, especiarias e até enganando o consumidor na compra de carnes e peixes.

Pena de 2 a 4 anos para quem cometer crime de pirataria - TV Câmara - Portal da Câmara dos Deputados.

Ouça o texto abaixo em aúdio! Pirataria ou pirataria moderna, como alguns denominam, é a prática de vender ou distribuir produtos sem a expressa autorização dos proprietários de uma marca ou produto.

LEI No 10.695, DE 1º DE JULHO DE 2003.
185 do Decreto-Lei no 2.848, de 1940, e acrescenta dispositivos ao Decreto-Lei no 3.689, de 3 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal.

A Visa é a Vigilância Sanitária e, diferente da Anvisa que é um órgão nacional, a Visa é regional e vinculado às secretarias estaduais/municipais de saúde. Sua principal função é promover a proteção da saúde da população.

Art. 8º Incumbe à Agência, respeitada a legislação em vigor, regulamentar, controlar e fiscalizar os produtos e serviços que envolvam risco à saúde pública.

Entende-se por Vigilância Sanitária um conjunto de ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e da circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo: 1 - o controle de bens de consumo que, ...