Quem não pode tomar ácido acetilsalicílico?

Perguntado por: eguimaraes . Última atualização: 24 de maio de 2023
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AAS não deve ser empregado em pacientes predispostos a dispepsias ou sabidamente portadores de alguma lesão da mucosa gástrica. Seu emprego deve ser evitado nos pacientes com insuficiência hepática grave, em hemofílicos e naqueles que estejam fazendo uso de anticoagulantes.

Recomenda-se a administração de aspirina para prevenção secundária de AVE, independentemente da presença de hipertensão. A discreta redução de eventos cardiovasculares pode justificar o emprego de aspirina para prevenção primária em pacientes.

Geral A aspirina é contraindicada em casos de arritmia e enfarte.

Enjoos, palpitações, formigamentos e pulsação nos ouvidos são sinais que podem evidenciar uma reação negativa ao medicamento.

De acordo com revisão do Clinical Knowledge Summaries, a dose ideal de AAS tanto para prevenção primária como secundária de eventos cardiovasculares é de 75 mg/dia1-3.

Em primeiro lugar, nunca se deve dar AAS, melhoral ou aspirina para crianças com febre. Prefira a dipirona para isso.

A aspirina fluidifica o sangue e evita que se formem coágulos nas artérias. Contudo, o sangue excessivamente fino pode gerar hemorragias.

Há muitos anos tomar uma dose baixa diária de AAS (ácido acetilsalicílico) é considerada uma boa maneira de prevenir derrames, ataques cardíacos e proteger a saúde. Isso porque este medicamento tem efeitos antiplaquetários que podem ajudar a manter as artérias abertas.

“Outras descobertas incluem o fato de que ácido acetilsalicílico (AAS) é mais efetivo se tomado à noite, para fazer efeito de manhã, quando a ocorrência de infartos é maior.

O uso prolongado pode causar distúrbios do sistema nervoso central, como dores de cabeça, tonturas, zumbidos, alterações da visão, ou anemia devido a deficiência de ferro. Se ocorrer qualquer uma dessas reações indesejáveis ou ao primeiro sinal de alergia, você deve parar de tomar AAS Infantil.

Na avaliação de Ferreira, os dados permitem concluir que o uso de AAS a cada 72 horas é tão eficaz – e mais seguro – quanto seu uso diário. Essa descoberta, segundo o pesquisador, abre a possibilidade de adotar o fármaco também na prevenção primária de eventos cardiovasculares.

Cada minuto é fundamental: estima-se que até 65% das mortes por infarto se dão na primeira hora de manifestação do quadro. Por isso, a ingestão de dois comprimidos de AAS aos primeiros sinais de infarto é tão importante.

O AAS inibe a ação da enzima cicloxigenase (COX), que por sua vez diminui a produção de tromboxano A2, um tipo de lipídeo indutor de agregação plaquetária e de vasoconstritores, que juntos formam um ambiente propício para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Precauções e contraindicações. O ibuprofeno não deve ser administrado a nenhum paciente que já tenha tido reação alérgica ou crise de broncoespasmo (asma) relacionada a qualquer anti-inflamatório não esteroide ou ácido acetilsalicílico (aspirina).

Tomar os comprimidos gastrorresistentes, de preferência pelo menos 30 minutos antes das refeições, com bastante água.

Ao reconhecer os sintomas, tome dois comprimidos infantis (100mg) de ácido acetilsalicílico (AAS) e chame o serviço de emergência (Samu 192), a menos que você seja alérgico a esse princípio ativo.

O ácido acetilsalicílico deve ser usado com cautela em pacientes com função renal ou hepática prejudicada ou problemas de circulação.

Efeitos indesejados: Os efeitos colaterais da dipirona agem diretamente no sangue, ou melhor, na diminuição da quantidade de células do sangue, como glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas.

O uso de AAS para a prevenção primária de eventos cardiovasculares, ou seja, naqueles indivíduos sem doenças cardiovasculares conhecidas ou sem sinais ou sintomas destas, deve ser individualizado, levando em consideração fatores como idade, risco cardiovascular e risco de sangramento.

Os resultados de um estudo de 10 anos, publicado esse mês no The Lancet, indica que os indivíduos com 75 anos ou mais que tomam aspirina (AAS) diariamente enfrentam um risco elevado de sangramento grave ou fatal.