Quem são os feitores?

Perguntado por: emarinho6 . Última atualização: 2 de junho de 2023
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1. Gestor, administrador de bens alheios. 2. Rendeiro.

Feitorias portuguesas
Durante o período pré-colonial, existiam três grandes feitorias no Brasil: Cabo Frio, Porto Seguro e Igarassu (Pernambuco). Essas feitorias eram, em uma definição simples, locais onde a madeira extraída era armazenada.

As feitorias portuguesas eram entrepostos comerciais, geralmente fortificados e instalados em zonas costeiras, que os portugueses construíram para centralizar e dominar o comércio dos produtos locais para o reino (e daí para a Europa).

Capataz; aquele que supervisionava o trabalho escravo.

Gestor, administrador de bens alheios.

Tinham a função de vigiar os escravos para evitar fugas ou a prática de qualquer coisa não autorizada pelos senhores de engenho. Os capatazes e feitores deviam gerenciar o trabalho dos escravos para a obtenção de máxima eficiência na produção de açúcar.

O feitor ou capataz era um trabalhador livre e assalariado que gerenciava o engenho e o trabalho dos escravos nas fazendas para obter sua máxima eficiência além de vigiar escravos para evitar fugas.

Os capitães do mato eram geralmente escravos libertos, o que garantia uma posição social superior a dos que permaneciam escravos e mesmo de pobres livres, já que estavam mais próximos dos senhores.

De origem mediterrânea e medieval, as feitorias eram armazéns fortificados de que se valeram os portugueses no desenvolvimento das suas atividades comerciais. As primeiras feitorias portuguesas surgiram por ocasião da conquista da costa africana, sendo estes os locais destinados ao comércio com os nativos.

Era também uma forma de defender os interesses comuns dos mercadores, interferindo nas relações econômicas e políticas. Quem administrava as feitorias eram os feitores (posto de confiança do Rei, sendo escolhidos entre a nobreza) cujas funções eram gerenciar o comércio, os mercadores e fiscalizar os escravos.

Funcionavam simultaneamente como mercado, armazém, ponto de apoio à navegação e alfândega. Eram governadas por um “feitor” encarregado de reger as trocas, negociar produtos em dado ponto do rei e cobrar impostos (o quinto).

De origem mediterrânea e medieval, as feitorias eram armazéns fortificados de que se valeram os portugueses no desenvolvimento das suas atividades comerciais. As primeiras feitorias portuguesas surgiram por ocasião da conquista da costa africana, sendo estes os locais destinados ao comércio com os nativos.

Essas feitorias funcionavam como entrepostos comerciais que armazenavam as mercadorias para serem transportadas para a Europa.

Não havia interesse de Portugal em começar imediatamente a colonização do Brasil porque o comércio das especiarias com as Índias era lucrativo. O primeiro ciclo econômico se deu pela extração do pau-brasil e contou com o auxílio dos indígenas mediante escambo.

O feitor, encarregado de receber as mercadorias vindas do Reino, servia de ligação entre a tripulação das naus e os indígenas da terra (Silva, 1992, p. 335).

Coube ao Evangelho de Nicodemos, um livro apócrifo, não oficializado, considerado como não canônicos pela Igreja Católica, tendo surgido no século III, em seu capítulo 9, verso 5, a identificação dos dois malfeitores como sendo Dimas e Gestas. Dimas e Gestas são: o bom e o mau ladrão, respectivamente.

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