Quem tem afasia pode voltar a falar?

Perguntado por: aoliveira . Última atualização: 29 de maio de 2023
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Dizer que tem cura ou que a pessoa volta a se comunicar como antes, isso vai depender muito de cada caso, da extensão dessa lesão e da gravidade do quadro.

A recuperação pós AVC geralmente leva tempo e o progresso pode ser lento e longo, pois em determinados casos o individuo precisa reaprender a caminhar, falar, ler, escrever, alimentar-se, etc.

“Converse num ambiente tranquilo, dê mais tempo para a pessoa se expressar e compreender você. Mostre que se interessa pelo que a pessoa tem a dizer e que, apesar das dificuldades, é muito bom conversar. Use desenhos, gestos e imagens, se necessário, além de frases curtas e simples, abordando um tema de cada vez”.

A afasia é um distúrbio da comunicação adquirido que interfere na capacidade de processamento da linguagem, sem afetar a inteligência. Prejudica a fala e a compreensão de outras pessoas e, em muitos casos, também compromete a leitura e a escrita.

O tempo de recuperação após um AVC é diferente para cada pessoa – pode levar semanas, meses ou até anos. Algumas pessoas se recuperam totalmente, mas outras têm deficiências de longo prazo ou para toda a vida.

São feitos exames de diagnóstico por imagem, como a tomografia computadorizada (TC) ou a ressonância magnética (RM), para descobrir qual o tipo de lesão cerebral que causou a afasia.

Além disso, o quadro clínico pode se desenvolver ao longo dos anos. Receba, em primeira mão, as principais notícias da CNN Brasil no seu WhatsApp! Segundo a American Stroke Association, existem três tipos de afasia: de Wernicke (compreensiva), de Broca (expressiva) e global.

Fernanda Papaterra Limongi – As mais comuns são os acidentes vasculares cerebrais, isquêmicos ou hemorrágicos. No entanto, podem existir outras causas para a afasia, como tumores ou traumatismos cranianos provocados por acidentes automobilísticos, por armas de fogo ou por quedas graves.

RIO — Um estudo publicado nesta quinta-feira na revista científica Stroke descobriu que quase dois terços dos pacientes que sofreram um Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmico – tipo mais comum – não sobrevivem mais de uma década após o evento.

No caso do AVC isquêmico, a janela terapêutica tende a ser extremamente curta, de três a seis horas. Nesses casos, o tratamento é remover a obstrução arterial por meio de medicamentos que dissolvem o coágulo ou retirá-lo por meio de cateter.

Sendo praticamente aceite que o pico de recuperação de um Acidente Vascular Cerebral anda à volta dos 3 meses, podendo ir até aos 6 meses após o Acidente Vascular Cerebral.

Afasia. Em 2022, Bruce Willis havia recebido o diagnóstico de afasia, disfunção que impede a comunicação adequada. Geralmente causada por acidentes vasculares cerebrais, tumores ou traumatismos crânio-encefálicos, a doença está associada à dificuldade na fala e à compreensão escrita, sonora e visual.

CID 10: R470 CID
O código é R470, a descrição é disfasia e afasia, classificado como não tem dupla classificação, a restrição para o sexo pode ser utilizada em qualquer situação, causador de óbito não há restrição, com referência não há e os códigos que agora são R470 não há nenhum.

A disartria é um distúrbio neurológico caracterizado pela dificuldade de articular os músculos da fala, o que implica numa dificuldade na produção de fonemas. De uma maneira leiga, a disartria costuma ser referida como "fala enrolada," à semelhança com a fala de uma pessoa alcoolizada.

A afasia afeta a capacidade de comunicação dos indivíduos. Uma pessoa com afasia pode ter dificuldade de se expressar verbalmente, de ler e também de escrever. A afasia ocorre após um dano cerebral, sendo o AVC a causa mais comum desse problema.

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) está entre as principais doenças que geram a condição de afasia, mas tumores, doenças inflamatórias, sangramentos do sistema nervoso ou doenças degenerativas, a exemplo da doença de Alzheimer, também podem gerar essa condição.

dois tipos de afasia: Broca e Wernicke. Broca: a dificuldade maior do paciente é na produção da linguagem. Wernicke: a principal dificuldade é a compreensão da linguagem.

As sequelas mais comuns são aquelas relacionadas às estruturas cerebrais irrigadas pela artéria cerebral média, local mais comum dos principais AVCs. Ou seja, são sequelas motoras, com dificuldade para movimentar membros do corpo, para ler, falar, engolir e compreender o que é dito”, afirma o cardiologista Marcus Gaz.

Os sintomas podem incluir visão desfocada ou alterada, visão dupla ou confusa, perda de campo visual, dificuldade de leitura, incapacidade de reconhecer objetos ou pessoas familiares”, afirma o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

Para pessoas com comprometimento mais grave, uma abordagem de estímulos (repetir palavras para a pessoa) e a abordagem de estímulo programado (falar palavras e apresentar objetos que podem ser tocados ou vistos) ajudam a recuperar a capacidade de usar a linguagem.

O tratamento da afasia é feito pelo fonoaudiólogo.