Quem tem diabetes gestacional pode fazer parto normal?

Perguntado por: rperes . Última atualização: 24 de maio de 2023
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Ter ou não diabetes gestacional não é um fator que impede o parto natural ou que traz a recomendação da cesariana. A decisão é feita levando em consideração uma série de fatores, incluindo o desejo da própria gestante. Contudo, o tamanho e peso do bebê são fatores importantes para a escolha.

Uma vez diagnosticado, o diabetes gestacional persiste até o fim da gravidez. Depois que o bebê nasce, é esperado o fim da produção de hormônios pela placenta e, consequentemente, do diabetes gestacional. Alguns casos, no entanto, não regridem e as mulheres passam a conviver com o diabetes.

É recomendado que a mulher com diabetes e gestante seja acompanhada também pelo médico especialista em diabetes, no caso, o endocrinologista. Caso esse cuidado e planejamento aconteçam, a mulher pode realizar esse sonho de filhos.

Outro fator que é importante explicar é que a existência da doença não condiciona a paciente ao internamento para a realização do parto. “Quando se chega a 37/38 semanas, é possível esperar que a gestação evolua espontaneamente até 40 semanas e a paciente entrar em trabalho de parto.

Ou seja, o tratamento consiste em mudar a alimentação, fazer exercícios físicos e monitorar os níveis de glicose no sangue. “A alimentação é a chave para os melhores resultados diante desse diagnóstico. A prática de atividade física também é uma medida de grande eficácia para redução dos níveis glicêmicos”.

As principais complicações neonatais são: macrossomia, hipoglicemia neonatal, deficiência de ferro, alterações da função cardiorrespiratória, hiperbilirrubinemia, anormalidades neurológicas, hipocalcemia, hipomagnesemia e policitemia.

Geralmente filho de mãe diabética é colocado soro, depois começa a mamar e a gente vai controlando a glicemia e reduzindo o soro e aumentando leite via oral.

O diabetes mellitus neonatal é causado por uma alteração em um gene (monogênico) e não é uma condição autoimune (onde o corpo destruiu suas células produtoras de insulina), por isso difere do diabetes mellitus tipo 1. O diabetes neonatal é uma doença rara e está presente em 1 a cada 90.000-160.000 nascidos vivos.

Um mau controle do diabetes no início da gravidez aumenta o risco de: Ter um bebê com defeitos congênitos graves. Ter um aborto espontâneo.

A presença de níveis de glicose elevados desencadeia um aumento da liberação do hormônio insulina pelo pâncreas do feto. O aumento do nível de insulina provoca uma aceleração do crescimento do feto e inclusive de quase todos os órgãos com exceção do cérebro, que cresce normalmente.

Muitas mulheres com diabetes gestacional podem controlar seus níveis de glicose no sangue seguindo um plano de alimentação saudável e sendo fisicamente ativas. Algumas mulheres também podem precisar de medicamentos. Caso você tenha problemas para controlar o açúcar no sangue, pode ser necessário tomar insulina.

Diabetes na gestação aumenta o risco de macrossomia fetal, distocia do ombro, pré-eclâmpsia, parto cirúrgico, natimorto, abortamento espontâneo, natimortos e, se o diabetes gestacional ou preexistente está mal controlado durante a organogênese, malformações congênitas e abortamento espontâneo.

Glicemia Jejum: normal até 92 mg/dl. Glicemia após 1 hora: normal até 180 mg/dl. Glicemia após 2 horas: normal até 153 mg/dl.

farelos e grãos integrais.

  • Aumentar a ingestão de proteínas através de fontes como frango, espinafre e brócolis também ajudará no trabalho de como evitar diabetes gestacional.
  • Limite os doces e os alimentos ricos em carboidratos. ...
  • Reduza o consumo de alimentos fritos, açucarados e gordurosos.

As frutas podem ser grandes aliadas na alimentação de diabéticos. Conheça algumas das que podem ser incluídas na dieta.

  • Goiaba: Rica em fibras e de baixo Índice Glicêmico, a goiaba é uma das frutas que diabéticos podem comer. ...
  • Abacaxi: ...
  • Limão: ...
  • Morangos: ...
  • Abacate: ...
  • Pêssego:

Em recém-nascidos com fatores de risco para hipoglicemia (prematuros, filhos de mãe diabética, entre outros) pode haver necessidade de vigilância e/ou terapêutica até à estabilização dos valores de açúcar no sangue, que geralmente ocorre até às 48-72 horas (hipoglicémia transitória).