Como a família imperial ganha dinheiro?

Perguntado por: eparaiso . Última atualização: 23 de janeiro de 2023
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Na verdade a família Imperial recebe uma ajuda do governo, trata-se do laudêmio pago aos descendentes do Imperador quando qualquer imóvel é vendido na cidade de Petrópolis, os herdeiros recebem 2,5% do valor de venda. A um Projeto de Lei em tramite para acabar com este beneficio.

Hoje, o pagamento é destinado ao ramo de Petrópolis, formado por descendentes de Pedro de Alcântara de Orleans e Bragança, primeiro filho da princesa Isabel.

concordo com os termos da LGPD . Desde então, os descendentes da família real recebem o equivalente de 2,5% do valor de venda de mercado do imóvel. O tributo deve ser pago à vista à Companhia Imobiliária de Petrópolis, órgão administrado pelos descendentes reais.

A FAMÍLIA IMPERIAL RECEBE ALGUM BENEFÍCIO DO GOVERNO? Não recebe nenhuma ajuda e, se oferecida, com certeza não aceitaria, porque prefere manter sua independência com relação a uma República imposta aos brasileiros.

Atualmente, a Família Imperial Brasileira mora em uma casa alugada em Higienópolis, bairro nobre da capital paulista, e é composta por sete pessoas, descritas a seguir por ordem de sucessão no trono. Sua Alteza Imperial e Real (S. A. I. R.)

O imposto é cobrado porque a cidade foi o refúgio de lazer de Dom Pedro II durante o Brasil Império, por isso recebeu o apelido de Cidade Imperial.

O laudêmio, também conhecido como “taxa do príncipe”, é pago por quem compra um imóvel no Primeiro Distrito de Petrópolis. De acordo com a advogada Adriana Paixão a taxa de 2,5% deve ser paga à Companhia Imobiliária de Petrópolis, administrada pelos descendentes do imperador Dom Pedro II.

Luís Gastão de Orléans e Bragança
Luiz de Orléans e Bragança, este seria o Imperador do Brasil hoje se ainda fossemos uma Monarquia, ele é o atual chefe da Casa Imperial e conta com o auxílio de seu irmão D. Bertrand segundo na linha sucessória nessa tarefa.

Por casamento

NomeNascimentoMarido
Mariana Vitória da Espanha31 de março de 1718Príncipe José
Maria Francisca Benedita de Portugal25 de julho de 1746Príncipe José
Carlota Joaquina da Espanha25 de abril de 1775João VI de Portugal
Maria Leopoldina da Áustria22 de janeiro de 1797D. Pedro de Alcântara

Criado em 21 de dezembro de 1889, o decreto 78-A, mais conhecido como a Lei do Banimento, foi colocado em vigor pelo governo provisório de Marechal Deodoro da Fonseca. O intuito era banir a família imperial e herdeiros da monarquia do território brasileiro.

O Laudêmio de Petrópolis também conhecido jocosamente como Imposto do Príncipe e Taxa do Príncipe, é um laudêmio, isto é, um direito previsto em lei, que estabelece uma taxa a ser paga aos descendentes de antigos proprietários das terras da Fazenda Córrego Seco, hoje dentro do município brasileiro de Petrópolis.

As contas do Ducado da Cornualha revelam que o casal, junto com o príncipe William e Kate, recebeu cerca de 4,5 milhões de libras (R$ 28,6 milhões) entre abril e junho de 2020.

A vinda da família real trouxe como benefício a abertura dos portos as nações amigas; instalações de fábricas; criação da imprensa régia; criação do banco do Brasil; casa da moeda, do jardim Botânico, da Biblioteca e do teatro Real, e das escolas de medicina na Bahia e no Rio de Janeiro.

Hoje, são 28 famílias reais. Algumas têm poderes absolutistas, mandando no país de fato. Outras, têm poderes limitados. Por fim, existem aquelas que são "meramente figurativas".

Se o Brasil tivesse continuado a ser uma monarquia até hoje, pouca coisa seria diferente: o Poder Moderador representaria custos a mais para o país, encenaria um papel apenas simbólico para a sociedade e haveria mais uma frente para a corrupção, na opinião do cientista político Fábio Wanderley Reis.

Como nação independente, o Brasil teve dois monarcas, os imperadores D. Pedro I (1822–1831) e D. Pedro II (1831–1889).

Por isso, para cada transação de imóvel feita na região, é cobrado um percentual de 2,5%, que obrigatoriamente é repassado aos herdeiros de Dom Pedro II, que foi imperador do Brasil.

Foi assim que nasceu Petrópolis — e com ela, a "taxa do príncipe". Desde então, toda vez que alguém compra um imóvel na região do Primeiro Distrito — onde se concentra a maior parte da população da cidade — deve pagar 2,5% à Companhia Imobiliária de Petrópolis.