Como evitar a DIP?

Perguntado por: osalazar . Última atualização: 24 de maio de 2023
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A melhor forma de prevenção da doença se dá pelo uso de preservativo nas relações sexuais. Na presença de qualquer sinal ou sintoma dessa IST, é recomendado procurar imediatamente um profissional de saúde, para o diagnóstico correto e indicação do tratamento adequado.

Posteriormente, a febre pode subir e o corrimento muitas vezes se torna purulento e de cor verde-amarelada. A mulher pode ter dor durante a relação sexual ou a micção.

As bactérias Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis transmitidas por via sexual, assim como a Mycoplasma genitalium, constituem a principal causa da doença inflamatória pélvica, em mulheres jovens, entre 15 e 35 anos, com vida sexual ativa, múltiplos parceiros e expostas à prática de relações sexuais ...

A doença inflamatória pélvica pode causar cicatrizes e adesões tubárias, que geralmente resultam em dor pélvica crônica, menstruação irregular, infertilidade e risco aumentado de gestação ectópica. Em virtude de uma infecção pouco sintomática poder trazer sequelas graves, deve-se manter um alto índice de suspeita.

O tratamento é feito com antibióticos e, se administrado corretamente, a cura da DIP ocorre em até 14 dias.

Podem ocorrer também sangramentos entre as menstruações, menstruação irregular e abundante, corrimento vaginal purulento com ou sem cheiro, além de dificuldade para urinar.

Duas infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) – gonorreia e clamídia – são apontadas como as principais causas de DIP. Após a mulher ser infectada, a DIP pode se desenvolver em alguns dias ou depois de meses.

O sintoma mais comum da DIP é a dor, que pode se manifestar na parte inferior do abdômen, como cólicas, em menstruações dolorosas, na relação sexual, ao urinar e ao se movimentar. Se a infecção se espalhar, outros sintomas podem surgir.

Doença inflamatória pélvica (DIP), uma infecção grave dos órgãos reprodutivos (útero, tubas uterinas e ovários). Se não for tratada, a DIP pode causar infertilidade (incapacidade de engravidar ou manter uma gravidez), dor pélvica crônica ou gravidez ectópica (tubária).

O tratamento deve ser feito com associação de ceftriaxona 500 mg, intramuscular E azitromicina 1 g, dose única OU a associação de ceftriaxona 500 mg, intramuscular E doxiciclina 100 mg, de 12/12h, por 7 dias [1,2].

A DIP apresenta um quadro clínico variável, podendo ser até assintomática. Alguns sintomas, inclusive, podem ser confundidos com os de outras afecções ginecológicas.

Os fatores de risco mais importantes são:

  • Idade < 25 anos;
  • Início precoce da atividade sexual;
  • Situação socioeconômica de fragilidade;
  • Tabagismo, alcoolismo e uso de drogas ilícitas;
  • Múltiplos parceiros;
  • Parceiro portador de uretrite;
  • História prévia de IST ou DIP;
  • Uso de DIU.

O tratamento da DIP é definido de acordo com o agente transmissor da infecção. Se ela for causada por bactérias, a doença é tratada com antibióticos. Nos casos mais graves pode ser necessário a internação e a administração de antibióticos por via endovenosa.

São critérios para internação: Pacientes gravemente comprometidas: com febre alta, N/V, dor forte. DIP complicada com abscesso tubo-ovariano. Possibilidade de intervenção por suspeita de ruptura de abscesso tubo-ovariano.

Quais são os principais sintomas de inflamação no útero?

  • desconforto ao praticar relações sexuais;
  • sangramento após ter tido relação sexual;
  • sangramento fora do período menstrual;
  • dor ao urinar;
  • dor e sensação de inchaço na parte inferior da barriga;
  • corrimento com mau cheiro, de cor cinza, marrom ou amarelada.

Essa infecção pode ocorrer por meio de contato com as bactérias após a relação sexual desprotegida. A maioria dos casos se dá em mulheres que têm outra Infecção Sexualmente Transmissível (IST), como a cervicite, causada principalmente gonorreia e infecção por clamídia não tratadas.

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