Como ficar curada do refluxo?

Perguntado por: aperes7 . Última atualização: 19 de maio de 2023
4.8 / 5 10 votos

Comer em excesso, deitar antes de terminar a digestão e praticar exercícios logo depois de se alimentar também podem gerar sintomas. Para quem sofre de refluxo, recomenda-se cinco ou seis refeições pequenas ao longo do dia, além de evitar comer até três horas antes de ir dormir.

Veja 5 maneiras de reduzir o risco de refluxo

  1. Mantenha um peso corporal saudável. ...
  2. Não fume. ...
  3. Faça exercício físico. ...
  4. Reduza café, chá e refrigerantes. ...
  5. Siga uma dieta saudável para o coração.

Quando o refluxo é considerado grave? O refluxo é uma doença que abala a qualidade de vida. A dor, azia e desconforto podem ser consideráveis e o sono pode ser prejudicado pela tosse apneia. A presença de doenças pulmonares, como asma e pneumonias aspirativas, tornam o quadro ainda mais grave e preocupante.

Se o esfíncter não fechar bem, tudo o que a pessoa comeu, bebeu e até mesmo o suco gástrico usado na digestão pode vazar de volta para o esôfago. Isso é chamado de refluxo gastroesofágico.

O primeiro é o gastroesofágico, que é o mais conhecido. Neste, não existe a reclamação de efeito na via aérea. O segundo é o refluxo laringofaríngeo, quando a acidez do estômago pode seguir por todo o caminho, chegando até a garganta e os pulmões, causando ainda mais incômodo.

A DRGE também é chamada de refluxo ou regurgitação ácida porque os sucos digestivos do estômago contêm ácido. A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é uma forma mais grave, crônica de RGE.

Este problema causa um aperto no esôfago provocando dificuldades para engolir. Porém, o indivíduo também pode sentir dor, perda de peso, regurgitação e tosse. Ademais, a condição também pode evoluir para um câncer de esôfago.

Aquilea antiácido
As cápsulas antiácido da Aquilea têm um efeito rápido e são indicadas para prevenir o refluxo pelo facto de conterem alginato de sódio. Além disso, combatem a azia pela presença de carbonato de cálcio e magnésio e protegem a mucosa gástrica graças ao seu conteúdo em aloé vera e ácido hialurónico.

Deitar de costas na cama na horizontal aumenta a probabilidade de ácido ou gás ácido subir pelo esôfago. Erguer um pouco a cabeceira da cama pode ajudar a combater isso2.

Não se sabe exatamente o que pode provocar o refluxo, existindo sempre a possibilidade de ser um problema multifatorial. Eles podem ser tanto anatômicos, como uma fraqueza no esfíncter ou uma hérnia de hiato, quando o estômago se aproxima do esôfago, quanto comportamentais, quando maus hábitos colaboram para o refluxo.

Qual tratamento mais adequado? O refluxo precisa ser bem controlado com uso de duas doses diárias de inibidor de bomba de prótons (omeprazol, pantoprazol, lansoprazol, rabeprazol ou esomeprazol). Esta medicação pode ser associada a um antiácido à base de alginato, especialmente ao deitar. Atenção à higiene bucal.

Sim, de vez em quando exageramos um pouco na alimentação, ou não digerimos muito bem certos alimentos. Porém, se essa situação é recorrente, saiba que tem algo errado aí, que precisa ser verificado. O refluxo em adultos é uma condição comum, mas ninguém precisa viver com os incômodos dessa doença.

O sintoma mais recorrente do refluxo é a azia (queimação). Ela pode ser acompanhada também de regurgitação, na qual o conteúdo gástrico pode chegar até a boca. Se o conteúdo do estômago alcançar a boca pode causar dor de garganta e problemas dentários.

O refluxo gastroesofágico resolve em cerca de 85% dos bebês aos 12 meses e em 95% aos 18 meses. A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), ou seja, o refluxo que causa complicações, é bem menos comum.

Cerca de 10% dos adultos sofrem de azia quase todos os dias, e de 35% a 40% apresentam ocasionalmente esse sintoma. A azia é o sintoma mais característico de refluxo do suco gástrico para o esôfago (refluxo gastroesofágico).

Fatores de risco:
– obesidade: os episódios de refluxo tendem a diminuir quando a pessoa emagrece; – refeições volumosas antes de deitar; – aumento da pressão intra-abdominal; – ingestão de alimentos como café, chá preto, chá mate, chocolate, molho de tomate, comidas ácidas, bebidas alcoólicas e gasosas.