Como o Espiritismo vê a epilepsia?

Perguntado por: oandrade . Última atualização: 23 de maio de 2023
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Os espíritas kardecistas interpretam as crises como fruto da ação de obsessores desencarnados, alguns protestantes evangélicos podem entender a doença como decorrente da ação de demônios. Respeitamos essas opiniões e o desejo de muitos pacientes de receberem tratamentos espirituais para melhorar ou curar a patologia.

A epilepsia é uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro marcada por crises repetidas. As causas podem ser lesões no cérebro, infecções, abuso de bebidas alcoólicas e uso de drogas.

O tratamento deve ser focado na solução dos problemas psicológicos de base, o controle dos quais fará com que as convulsões cessem. A psicoterapia é essencial para ajudar o paciente a lidar com os fatores estressores , alterar os padrões de pensamento e adotar novos comportamentos.

Evite baladas ou festas com luzes piscantes
Da mesma forma, jogos eletrônicos, filmes com muitas cores, animações com muitos frames e iluminações pesadas podem engatilhar convulsões. Novamente, pessoas que utilizam seus remédios de forma correta tendem a ter menos crises.

A epilepsia apresenta diferentes causas, as quais incluem doenças genéticas, tumores no cérebro, traumas no crânio, falta de oxigenação durante o parto, AVC, meningite e encefalite herpética. Ela pode afetar pessoas de todas as idades.

A epilepsia ainda é considerada uma doença misteriosa e mística e tem sido ligada à religiosidade e espiritualidade. Por consequência, ainda hoje, algumas culturas e pessoas (incluindo profissionais de saúde) acreditam que a doença decorre de causas sobrenaturais.

São Valentim

São Valentim também é conhecido como o santo padroeiro das pessoas com epilepsia. Essa informação vem de registros em obras de arte cristãs, onde o santo supostamente foi pintado em algumas ocasiões curando pessoas com epilepsia. O primeiro exemplo disso consta no livro “The Nuremberg Chronicle”, publicado em 1493.

O corpo sofre contrações musculares intensas e involuntárias. A pessoa se debate, pode ficar arroxeada, lábios e dentes ficam cerrados e há salivação excessiva. Na maioria das vezes, ocorre perda de consciência. Essa é a descrição feita por quem já presenciou uma crise convulsiva, condição que ocorre repentinamente.

Sua atenção pode desviar mais do que antes. Algumas pessoas dizem que sua personalidade mudou depois de sofrer convulsões por muitos anos. Também pode ser mais difícil para você interromper comportamentos indesejados. Você pode dizer o que está pensando, mesmo quando não é a hora certa.

Foi apresentado no Senado pelo senador Paulo Paim (PT-RS) o PL 2.472/2022, que inclui o lúpus e a epilepsia na lista de doenças dispensadas do prazo de carência para concessão dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por incapacidade, concedidos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

Se o portador de epilepsia restar incapacitado para o labor ou para atividade habitual por mais de quinze dias consecutivos, poderá requerer o auxílio-doença (auxílio por incapacidade temporária) diretamente na autarquia previdenciária, nos termos dos artigos 59 ao 64 da Lei de Benefícios.

Vitamina B1 ou tiamina: Estudos recentes sugerem fortemente que epilépticos tenham baixas concentrações sangüíneas desta vitamina.

Assim, um paciente, independentemente de seu diagnósitco específico, só será classificado como pessoa com deficiência quando seu quadro clínico assim o justificar. Tal regra vige para qualquer doença, incluindo a epilepsia.

Prejuízo de memória
Os problemas de memória são muito comuns nas epilepsias, particularmente a memória de curto prazo.

A médica lista alguns alimentos que pessoas com crises epiléticas devem ficar longe, entre eles, algumas frutas que para pessoas que não tem o distúrbio é saudável, como por exemplo: banana, maçã, Pêra, figo, damasco, manga, laranja.

De carboidratos, apenas os complexos, como frutas, legumes e verduras. As fontes de proteína recomendadas são as de origem animal, tais como ovo, carnes de ave, bovina e suína, peixes e frutos do mar, por terem maior biodisponibilidade de gordura.

Os principais fatores desencadeantes das crises de epilepsia em adultos são: o estresse emocional, mas também condições de desequilíbrio metabólico como a hipoglicemia, hipóxia ou hiponatremia – baixo açúcar no sangue, baixa concentração de oxigênio no sangue e baixo nível de sódio no sangue, respectivamente.

Estresse, ansiedade e outros transtornos de humor podem desencadear convulsões, mas são bastante comuns entre pessoas com epilepsia.