Como são as cidades metropolitanas?

Perguntado por: orosa . Última atualização: 25 de maio de 2023
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As regiões metropolitanas apresentam geralmente as melhores infraestruturas, serviços de saúde e educação, qualidade de vida e maiores ofertas de empregos. Ainda que apresentam inúmeras vantagens, as regiões metropolitanas podem apresentar diversos problemas como a violência urbana, problemas de mobilidade e poluição.

São elas: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, Curitiba, Campinas, Salvador, Goiânia, Distrito Federal e Entorno, Belém, Vitória e Baixada Santista.

As regiões metropolitanas são aglomerações urbanas caracterizadas pelo elevado nível de interdependência entre os diversos municípios localizados na sua zona de influência. A cidade de São Paulo (São Paulo) é a sede de uma das maiores regiões metropolitanas do país.

De modo geral, as regiões metropolitanas constituem um espaço que tem por objetivo realizar tarefas públicas que exigem a cooperação entre os municípios, como os serviços de saneamento básico e de transporte coletivo, legitimando, em termos político-institucionais, sua existência.

Cidade pequena: é aquela que possui até 99 mil habitantes. Cidade média: entre 100 mil e 499 mil habitantes. Cidade grande: acima de 500 mil habitantes. Metrópole: cidades que agregam maior número de atividades econômicas, exercendo influência regional, nacional ou internacional.

As metrópoles são grandes cidades que exercem vasta influência em termos políticos, econômicos e culturais. Elas apresentam singularidades complexas, mas, no geral, concentram grandes volumes de populações e serviços.

Cinco maiores metrópoles brasileiras

  • São Paulo;
  • Rio de Janeiro;
  • Brasília;
  • Recife;
  • Belo Horizonte.

A região que recebe influência direta de sua metrópole é denominada região metropolitana, e é formada pelas cidades que estão no entorno da metrópole.

O Brasil possui em seu território 35 regiões metropolitanas. Ouça o texto abaixo em aúdio! Quando o intenso processo de urbanização promove a unificação da malha urbana de duas ou mais cidades, tem-se a conurbação.

No Brasil, há 68 regiões metropolitanas, das quais se destacam: São Paulo. Rio de Janeiro. Belo Horizonte.

Juridicamente, uma região metropolitana é uma divisão político-espacial de determinado território. Esse recorte é realizado para auxiliar no planejamento e na gestão urbana. Apesar de muitas regiões metropolitanas serem formadas por processos naturais, elas podem também ser fruto de planejamento e incentivo estatal.

As regiões metropolitanas são formadas através do fenômeno da conurbação, quando as cidades próximas crescem até unirem-se uma às outras, dando a impressão de constante continuidade. Normalmente, os municípios que estão próximos ao município-sede são chamados de cidades-satélites.

A área urbana contínua formada por uma metrópole ou uma cidade central e as cidades ao seu redor recebe o nome de região metropolitana. Essas regiões são resultado do processo de conurbação.

O aumento da população nas grandes cidades está associado ao êxodo rural, ou seja, ao fato de a população deixar a zona rural para dirigir-se aos centros urbanos. O processo de urbanização ocorre segundo fatores atrativos, como a industrialização, e fatores repulsivos, como a modernização do campo.

A Região Metropolitana de São Paulo, também conhecida por Grande São Paulo reúne 39 municípios do Estado de São Paulo em intenso processo de conurbação (uma extensa área urbana surgida do encontro ou junção de duas ou mais cidades). É a maior região metropolitana do país.

“Em Santa Catarina, uma lei complementar criou as RMs de Joinville, do Planalto Norte e de Jaraguá do Sul. Já em São Paulo, foram estabelecidas as RMs de São José do Rio Preto, de Piracicaba e de Jundiaí, extinguindo as Aglomerações Urbanas de Piracicaba e de Jundiaí”, informou o IBGE.