É certo falar se caso?

Perguntado por: earaujo . Última atualização: 25 de maio de 2023
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Esta dúvida de português pode confundir a cabeça de muitas pessoas. Na verdade, se e caso são equivalentes e, portanto, convém não utilizá-los juntos. Além disso, exigem tempos verbais diferentes quando se referem ao futuro.

O termo "se" é, na maioria das vezes, conjunção ou pronome: "Se não ocorrer engarrafamento, irei a Brasília hoje." "Após a sessão, os deputados abraçaram-se." Já o termo "si" é um dos pronomes oblíquos átonos.

As duas formas são aceitáveis. Segundo a sintaxe portuguesa, um pronome átono não poderia ficar solto ( = sem hífen) entre dois verbos. O certo seria: "O fato VAI-SE REPETIR."

Em frases negativas (com advérbios ou pronomes de valor negativo como não, nunca, jamais, nada): «Não se recomenda a substituição», «Ele nunca se feriu», «Eles não se casaram». Em frases interrogativas iniciadas por pronomes ou advérbios interrogativos (quem?, porque?): «Quem se feriu?», «Onde se casaram eles?»

Segundo o padrão de nossa língua escrita, nunca se inicia frase com os pronomes pessoais: me, te, se, lhe(s), o(s), a(s), nos e vos. A frase deve ser começada pelo verbo, com o pronome em ênclise (depois do verbo): Enviei-lhe um recado por e-mail. Diga-me sempre a verdade.

As duas palavras existem na língua portuguesa e estão corretas. A pronúncia das duas palavras é diferente, devido aos fonemas representados pelas letras z e ss.

Significado de Se
Indica indeterminação; algo ou alguém indefinido: ainda não se sabe o resultado? conjunção Introduz uma oração com sentido adicional ao da oração principal: não tinha certeza se ele chegaria. Partindo de alguma coisa; caso: se você conseguir dizer, tentarei entender!

Obrigado. Acho preferível a utilização da frase «O João foi-se embora», com a presença do pronome reflexo. No entanto, a frase «O João foi embora» é admissível, sobretudo no português do Brasil. Na frase «O João foi-se embora», o verbo ir é pronominal, mas, na frase «O João foi embora», é intransitivo.

O verbo deve ser Flexionado no singular, pois SE não é partícula apassivadora, o que não possibilita a concordância com o sujeito.

As duas formas estão corretas.

  • sedição. semântica. seio. senão. segregar. serviço. sente. sensacionalismo. ...
  • sessenta. seguro. semiótica. seus. secreção. segredo. sexista. ...
  • sedimentado. secreto. senário. semiologia. seleção. seccional. seca. ...
  • semita. self-service. semana. sentimentos. serva. seresta. secretaria. ...
  • secura. sepultar. sezão. selvático. seringal. seguida. segunda-feira.

Geralmente o pronome se complementa verbo transitivo direto; raramente, verbo transitivo indireto. Outros pronomes oblíquos átonos – me, te, nos, vos - também podem ser reflexivos. Ex.: Carlos machucou-se, ao pular o muro. O pronome "se", neste caso, é reflexivo, complementando verbo transitivo direto.

Frente a tais elucidações, vale mencionar que o “se”, dessa vez, classifica-se como pronome apassivador, posto que acompanha verbos transitivos diretos (no caso em questão, o verbo alugar) e transitivos diretos e indiretos na formação da voz passiva sintética.

Por isso, quando quiser dizer que algo não tem relação a outro, use “a ver”. O verbo “haver” surge quando alguém precisa receber dinheiro de alguém ou recuperar algo que perdeu: Preciso haver meu dinheiro. Use “ter a haver” no sentido de “ter a receber”. Compare: Ana tem tudo a ver com as coisas que aconteceram.

Se será conjunção causal quando, obviamente, indicar causa, podendo ser substituída por outra conjunção (ou locução conjuntiva) causal. Eis algumas delas: porque, porquanto, já que, visto que, como (só no início de frase), uma vez que.

O sujeito indeterminado é o tipo de sujeito que não pode ser identificado na oração. Isso acontece quando não conseguimos perceber, pelo contexto ou pelo verbo que o acompanha, quem praticou a ação. Exemplo: Estão cantando na praça desde ontem.

O problema de todas elas é a colocação pronominal, pois não se pode começar frase com pronome oblíquo átono (me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes).

Como já mencionamos “Eu te amo” pode ser usado normalmente, desde que se respeite a pessoa verbal , ou seja, contanto que se aplique de forma correta, o seu uso está liberado e correto. “Amo-te” segue regra semelhante. Está escrito da maneira certa, com a aplicação do pronome indicativo de 2ª pessoa “te”.

A forma correta de escrita da palavra é diz, com z. Diz é uma forma verbal do verbo dizer, também escrito com z. A forma verbal dis, com s, está errada.

Deverá dizer-se será que, e nunca “será se”. Será que é uma expressão feita a partir da interjeição será com valor dubitativo (= talvez). Não se trata do verbo ser que introduz uma outra oração, mas, sim, de uma partícula de realce ou expletiva, que acentua a dúvida já presente na interrogativa.

Porque (junto e sem acento) é usado principalmente em respostas e em explicações. Indica a causa ou a explicação de alguma coisa.