É possível uma pessoa ter um AVC e não ficar com sequelas?

Perguntado por: ngouveia . Última atualização: 20 de maio de 2023
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Não, nem todo AVC deixa sequela.

Os AVCs silenciosos podem afetar qualquer região do cérebro e são até 10 vezes mais frequentes do que um acidente vascular cerebral convencional. Os pacientes com essas imagens não apresentam os sintomas clássicos de um caso de AVC.

As sequelas mais comuns são aquelas relacionadas às estruturas cerebrais irrigadas pela artéria cerebral média, local mais comum dos principais AVCs. Ou seja, são sequelas motoras, com dificuldade para movimentar membros do corpo, para ler, falar, engolir e compreender o que é dito”, afirma o cardiologista Marcus Gaz.

Isquemia cerebral tem cura? Sim, muitos casos de isquemia cerebral têm cura. Para tanto, é preciso realizar um tratamento que desfaça o trombo, êmbolo ou ateroma, liberando a passagem do sangue para todas as áreas do cérebro.

As principais sequelas causadas pelo AVC são: Fraqueza ou dificuldade com os movimentos (controle motor): Perda da capacidade de sentir o tato, dor, temperatura ou a noção de posição do corpo; Perda de força nos membros, que geralmente afeta um lado do corpo.

Levar a pessoa até o hospital assim que os primeiros sintomas surgem, é o que determina o nível de sequelas que o paciente poderá sofrer. Tratar estas sequelas e voltar à vida normal, nos dias de hoje, não é uma promessa ou sonho, mas sim, uma possibilidade plenamente alcançável.

A ocorrência de um AVC isquêmico reduz a expectativa de vida de uma vítima da doença em 5,5 anos, e de 32,7% da expectativa prevista.

A maioria das pessoas que sofre um acidente vascular cerebral (AVC) sobrevive. Mas metade terá sequelas que levam à dependência total ou parcial.

Designado popularmente por Mini AVC, o ataque isquêmico transitório ocorre quando a passagem de sangue para o cérebro é interrompida por um curto período de tempo. Mediante a esta situação, deve-se procurar atendimento médico com urgência.

Segundo a American Heart Association e a American Stroke Association (AHA/ASA), o ataque isquêmico transitório, chamado popularmente de mini-AVC, é um episódio transitório de disfunção neurológica causada por focos de isquemia no cérebro, na medula espinal ou na retina, sem que haja infarto cerebral agudo.

Quais os sintomas do avc/derrame cerebral?

  1. Fraqueza de um lado do corpo.
  2. Alteração ou perda de visão.
  3. Dificuldade para falar.
  4. Desvio de rima labial (sorriso torto)
  5. Desequilíbrio e tontura.
  6. Alterações na sensibilidade.
  7. Dores de cabeça fortes e persistentes.
  8. Dificuldade para engolir.

Sendo praticamente aceite que o pico de recuperação de um Acidente Vascular Cerebral anda à volta dos 3 meses, podendo ir até aos 6 meses após o Acidente Vascular Cerebral. Os sobreviventes de AVC ficam muitas vezes com deficiências mentais e físicas, o que cria um impacto económico e social importante.

O isquêmico é o mais comum, responsável por 80% dos casos. Já o hemorrágico, que acomete os 20% restantes, é o tipo mais perigoso de AVC devido ao maior risco de morte e sequelas severas à pessoa.

Se você teve um AVC , tem o risco real de ter um novo. A Associação Americana de AVC mostra um número preocupante: 1 a cada 4 sobreviventes de AVC ou infarto relacionados a coágulos, terá outro. O AVC representa o principal motivo de incapacitação e a segunda maior causa de mortes em todo o mundo.

No caso do AVC isquêmico, a janela terapêutica tende a ser extremamente curta, de três a seis horas. Nesses casos, o tratamento é remover a obstrução arterial por meio de medicamentos que dissolvem o coágulo ou retirá-lo por meio de cateter.

– perda súbita da fala ou dificuldade para se comunicar e compreender o que se diz; – perda da visão ou dificuldade para enxergar com um ou ambos os olhos. Outros sintomas do acidente vascular isquêmico são: tontura, perda de equilíbrio ou de coordenação.

O diagnóstico do AVC é feito por meio de exames de imagem, que permitem identificar a área do cérebro afetada e o tipo do derrame cerebral. Tomografia computadorizada de crânio é o método de imagem mais utilizado para a avaliação inicial do AVC isquêmico agudo, demonstrando sinais precoces de isquemia.

As células do cérebro morrem pouco tempo depois da ocorrência desta lesão. Contudo, pode durar algumas horas se o fluxo de sangue não estiver completamente interrompido.