O que acontece se a grávida tomar pouca água?

Perguntado por: echaves6 . Última atualização: 19 de maio de 2023
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Na gravidez, a ingestão de água tem um papel importante para evitar o surgimento de infecção urinária (que em casos extremos leva a partos prematuros), e afastar os riscos de hipertensão e de retenção de líquidos, um dos principais temores do último trimestre.

É muito importante que a mulher se mantenha hidratada durante a gestação, mas, muitas vezes, beber água é uma das situações que desencadeia os enjoos. Nesse caso, o importante é se hidratar aumentando a ingestão de outras bebidas — sucos naturais, chás e água de coco — e evitar beber água pura.

Não existe um tratamento específico para o pouco líquido. Seu médico pode recomendar uma boa ingesta de líquidos e repouso, mas não existe uma evidência clara de que isso possa aumentar o volume de líquido amniótico.

Um feto a termo contém, a grosso modo, 2.800 mL de água, e a placenta contém outros 400 mL, de forma que o útero a termo contém quase 4 L de água.

Quando os bebês já estão grandes para serem pressionados contra a pele da barriga da mãe, eles podem sentir as mudanças na temperatura. Por isso um banho morno deixará o bebê relaxado. O som da aguá pode ajudar nesse processo. Porém, água quente e gelada não farão bem ao bebê, por isso o ideal é que água esteja morna.

O alerta é de que um quadro de desidratação na gestação, sobretudo nos casos de médio e alto riscos, como mães hipertensas ou obesas, pode provocar infecção urinária, com resultado imprevisível, inclusive de aborto.

São eles:

  • mal-estar, fraqueza, sonolência;
  • irritabilidade, dificuldade de atenção;
  • sensação de fome, quando na verdade é sede;
  • dor de cabeça, principalmente pela manhã; e.
  • tontura ao levantar-se da posição sentada ou deitada (hipotensão postural).

Sintomas da desidratação

  • Sede.
  • Diminuição da sudorese.
  • Diminuição da elasticidade da pele.
  • Diminuição da produção da urina.
  • Boca seca.

O ginecologista e obstetra Domingos Mantelli explica que o apetite exacerbado é comum no primeiro trimestre da gravidez, principalmente devido às mudanças hormonais, mas é preciso tomar alguns cuidados.

Outro sintoma muito comum quando a mulher está nessa altura da gravidez é a sensação de barriga dura, decorrente das contrações de treinamento da gestante.

Intestino preso: Com o crescimento do bebê, os órgãos do sistema digestório acabam sendo empurrados e muitas vezes eles ficam apertados. Por causa desse “aperto” a sensação de saciedade é precoce e acaba diminuindo o apetite também. Alterações psicológico e emocionais: Um outro fator possível é a alteração emocional.

Por que o líquido diminui
A queda no volume do líquido dentro da bolsa costuma estar associada a dois problemas: Hipertensão da mãe; Rins do feto comprometidos. Quando a gestante tem pressão alta, o volume de sangue que chega à placenta é menor e, com isso, a quantidade de oxigênio que chega ao bebê também diminui.

Susto na gravidez
Esse estresse pode influenciar de forma negativa tanto na mulher, quanto no feto, como baixo peso do bebê, sangramentos, aumento da contração e, por consequência, nascimento precoce – caso o bebê já esteja formado.

Dentro dos primeiros 5 a 7 dias de vida, é bastante comum perceber o seu bebê perdendo peso. Isso, apesar de ser motivo de preocupação para muitas mães, é um processo natural nesses primeiros dias. Após a segunda semana de vida, o bebê vai começar a ganhar peso normalmente.

Aumento de peso das mamas: 0,45 a 1,4 kg. Aumento de peso do útero: 0,9 kg. Peso da placenta: 0,7 kg.

O consumo de alimentos com vitamina B6 é importante para o crescimento e o ganho de peso do feto e para a prevenção da depressão pós-parto. O magnésio também deve estar presente nessa fase, pois favorece a formação e o crescimento dos tecidos do corpo.