O que é sentença a quo?

Perguntado por: lsilveira . Última atualização: 19 de maio de 2023
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A quo – Juízo a quo é aquele de cuja decisão se recorre.

JUÍZO A QUO - Latim
Juízo do qual se recorre.

Resposta: Na área jurídica, usa-se a quo para se referir à instância inferior de onde se origina ou provém o processo de cuja decisão se recorreu. Não está correta a forma *juíza a qua, porque na expressão latina a quo temos uma locução adverbial, que portanto é invariável: não há feminino nem plural.

Resumindo – Juízo “a quo” e “ad quem”
e “quod” (neutro), significando “o qual” (masculino e neutro), cujo feminino é “quae” = “a qual”. O acusativo singular é quem (masculino), quam (feminino) e quod (neutro). Ad quem, por sua vez, se referiria ao juiz ou tribunal ao qual o recurso é feito.

No âmbito jurídico é comum o uso da expressão status quo ante, no sentido de retomar a uma situação que era presente antes de determinada decisão judicial, por exemplo.

dies a quo e dies ad quem
O termo inicial onde o prazo processual se inicia é denominado de dies a quo, e o termo final, onde o prazo termina, é denominado dies ad quem. Ultrapassando o dies ad quem ocorre a preclusão temporal, pois findou-se o prazo para a prática dos atos processuais.

Agora vamos à pergunta: quem realiza o juízo de admissibilidade? O órgão ad quem. Mas existem situações em que o órgão a quo também fará o juízo de admissibilidade, por exemplo, nos recursos Extraordinário e Especial.

É um termo em latim, muito usado no Direito, que significa juízo de instância superior, para o qual, normalmente, se remetem os processos julgados em primeira instância para que sejam reapreciados.

O Advogado(a) é o “juiz” primeiro da causa.

O recurso é dirigido ao Tribunal de Justiça específico ou ao Superior Tribunal de Justiça, pois é um pedido de reanálise de uma decisão interlocutória tomada pelo juiz designado para o processo em primeira instância.

Juiz de piso: refere-se ao juiz sentenciante, presente no primeiro grau de jurisdição. A expressão traz a ideia de haver um magistrado inicial, que ficaria no piso. Todavia, não são todos que entendem o seu uso, na medida que é utilizado segundo linguagem figurada.

A expressão surgiu por volta de 1700 como uma forma reduzida da frase “in statu quo res erant ante bellum“, que pode ser traduzida como “no estado em que as coisas estavam antes da guerra”. Depois, a expressão começou a ser usada simplesmente para se referir ao estado atual das coisas.

4) Já o juiz é a pessoa física que detém a atribuição estatal de dizer o direito e, nesse sentido, o vocábulo tem por sinônimos magistrado e julgador. 5) Com essas premissas, já se vê que juízo não pode ser tido, objetivamente, como sinônimo de magistrado, de juiz ou de julgador.

No âmbito da justiça, o juízo pode ser considerado o conjunto de atividades desempenhadas pelos juízes no exercício de suas funções. O juízo ainda pode ser o órgão do Poder Judiciário onde são executadas as atividades do direito, através de juízes e pelo tribunal.

Não existe legislação que obrigue a utilização de pronome de tratamento, LOGO, não há ilícito civil ou infração penal em deixar de chamar alguém por pronome de tratamento ou título acadêmico.

Desta forma, conclui-se que os advogados são doutores por excelência, doutores porque a lei assim os instituiu, e até que haja uma legislação que o revogue tal concepção, continuaram a serem 'doutores da lei por excelência'.

Portanto, legalmente falando, o Advogado, habilitado segundo o Estatuto da OAB, é Doutor.

Desafiar o status quo significa questionar o mundo como ele é. Você não precisa reinventar a roda para mudar o status quo, pois se trata de um conjunto de atitudes muito mais simples e do cotidiano. Saber os porquês ao invés de aceitar informações; desconfiar, inovar: é disso que se trata.