O que fazer para voltar a pigmentação da pele?

Perguntado por: ohipolito7 . Última atualização: 1 de junho de 2023
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Um dos tratamentos mais indicados para a despigmentação da pele é o de fototerapia por LED. Através da aplicação de luz de comprimento de onda em 660nm (vermelho) ocorre a bioestimulação das células, com o objetivo de acelerar o processo de cicatrização das manchas e inflamações.

Aposte em ativos clareadores para reduzir manchas na pele
Os ácidos são os principais ativos clareadores, pois atuam inibindo a produção de melanina, o pigmento que dá cor à pele. O ácido retinóico é ideal para tratar sinais do fotoenvelhecimento, como a hiperpigmentação, as manchas e as sardas.

A pele pode perder o seu pigmento depois de se recuperar de certas doenças e infeções cutâneas como as vesículas, as úlceras ou as queimaduras. Neste caso não é tão branca como no vitiligo e, ao longo do tempo, pode voltar à sua pigmentação normal. Os cosméticos podem camuflar este tipo de mancha.

Pigmerise é um fitocomplexo natural que representa um grande avanço no tratamento de primeira escolha do Vitiligo, por estimular a proliferação de melanócitos que se localizam profundamente na epiderme e aumenta a formação de melanina, que é a responsável por assegurar a pigmentação na pele.

Para Vitiligo mais extenso pode ser indicada a Fototerapia. Nela o paciente entra nas cabines com raios UVA e/ou UVB e tem uma exposição controlada para ajudar a estimular a pigmentação nas manchas brancas. Não existe cura para o vitiligo, contudo os tratamentos ajudam a recuperar a cor perdida.

Cenoura, abóbora, laranja e alimentos ricos em vitamina A, compostos por betacaroteno, estimulam a melanina e mantém o bronzeado por mais tempo. – Tomate, uva e espinafre também são ricos em betacaroteno e licopeno, importantes para a saúde da pele, e favorecem o aumento dos níveis de melanina no corpo.

Para aumentar a melanina no cabelo, você deve incluir no prato boas doses de vitaminas e nutrientes capazes de deixá-los mais fortes, como vitaminas A, C e E. Outro elemento (e boa dica para quem quer saber como aumentar a melanina!) que merece entrar no seu cardápio é o cobre.

O eritema fixo pigmentar ocorre, geralmente, entre 30 minutos a 8 horas após a exposição ao medicamento. Porém, pode surgir até 2 semanas depois e persistir mais que alguns dias.

vitamina C

A vitamina C reduz a produção da enzima tirosinase, responsável pela produção da melanina, pigmento que dá cor a pele, mas que também pode gerar distúrbios pigmentares e manchas. Assim, essa vitamina consegue clarear os melasmas e manchas de sol, além de reduzir as imperfeições causadas pela acne.

DEFICIÊNCIA DE B3 ( Niacina): Vermelhidão em áreas expostas ao sol que se torna violácea com inchaço, bolhas e escurecimento da pele. As áreas mais afetadas são face e “V do decote”.

Para vitiligo pode ser usado o chá de cipó-de-São-João, sob a forma de banhos diários ou infusão alcoólica. Muitas espécies nativas podem ser cultivadas, não havendo necessidade de serem coletadas na natureza. São exemplo o jaborandi, a carqueja, a salsaparrilha e a espinheira santa.

Vitiligo: pomada com ruxolitinibe ameniza doença em até 75%, diz estudo - Saúde - Estado de Minas.

Em pacientes com diagnóstico de vitiligo, deve-se evitar os fatores que possam precipitar o aparecimento de novas lesões ou acentuar as já existentes. Evitar o uso de roupas apertadas, ou que provoquem atrito ou pressão sobre a pele, e diminuir a exposição ao sol. Controlar o estresse é outra medida bem-vinda.

Falando em vitaminas, existem vários alimentos que ajudam a criar melanina no corpo. A vitamina A se destaca, especialmente aquelas com betacaroteno como cenoura, espinafre, agrião, tomate e páprica vermelha. Alimentos ricos em Vitamina E (nozes, uvas e kiwi, entre outros).

A melanina é produzida nos melanócitos, células que se originam das cristas neurais do embrião e que se localizam em várias partes do corpo, como olhos, sistema nervoso central, pele e mucosas. Na pele, os melanócitos são encontrados na camada basal da epiderme e, algumas vezes, na derme.

Intercalar a exposição é suficiente para ativar a produção de melanina, pigmento que protege a epiderme dos raios UV e de cânceres. Danos provocados na pele pelo Sol são comprovados pela ciência, como os melanomas, câncer com alta incidência mundial.