O que fica do lado direito do cérebro?

Perguntado por: omorais . Última atualização: 20 de maio de 2023
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O uso do lado direito do cérebro estaria associado à criatividade e intuição. A visão holística dos fatos e o predomínio das sensações sobre a racionalidade são aspectos evidentes que alimentam a imaginação e consideram a subjetividade como fator decisivo para o entendimento da realidade.

Quem utiliza mais o lado direito do cérebro tende a ser uma pessoa mais intuitiva, criativa e dinâmica, sendo muito ligada à área cultural e da comunicação de forma geral.

O sistema límbico, também conhecido como cérebro emocional, é um conjunto de estruturas localizado no cérebro de mamíferos, abaixo do córtex e responsável por todas as respostas emocionais.

As memórias são organizadas no hipocampo, que organiza com diversos padrões os acontecimentos pela data e local onde ocorreram.

Amygdala: A amígdala faz parte do sistema límbico, um grupo de estruturas profundas no cérebro que está associado a emoções como raiva, prazer, tristeza, medo e excitação sexual.

O cérebro reage com uma descarga de adrenalina, e o corpo começa a produzir sintomas físicos. Quem nunca passou por uma crise de ansiedade antes pode até achar que está sofrendo um infarto, tamanha a intensidade desses sinais. Rapidamente, a sensação de mal-estar e angústia toma conta dos pensamentos.

Quando temos medo, nós liberamos adrenalina e essa adrenalina vai causar alterações que nos preparam para enfrentar o perigo. Nós chamamos de reação de luta ou fuga e vai causar muitas alterações no nosso corpo”, afirma Pedro.

5 atitudes que afastam os pensamentos negativos

  1. Identifique os pensamentos negativos. ...
  2. Acostume-se a ver o lado bom das coisas. ...
  3. Não alimente os pensamentos negativos. ...
  4. Pratique ioga ou meditação. ...
  5. Enfrente os seus problemas e medos.

O cérebro humano é dividido em duas partes: hemisfério esquerdo, responsável pelo racional, e o hemisfério direito, responsável pelo emocional.

Até o momento não existem técnicas ou métodos avançados que consigam apagar alguma memória específica. Porém, o nosso próprio cérebro tem um mecanismo chamado “poda sináptica”, onde ele limpa diariamente o conteúdo que considera excessivo ou desnecessário.

A amígdala e o córtex pré-frontal, assim como o hipocampo, são submetidos à remodelação estrutural induzida pelo estresse, que altera respostas comportamentais e fisiológicas, entre as quais ansiedade, agressão, flexibilidade mental, memória e outros processos cognitivos.

Há uma série de hormônios que, quando bem alterados, podem desencadear a tristeza sem fim. É o caso da corticotrofina, do cortisol, do estrogênio, da progesterona e do T4.

Os principais neurotransmissores envolvidos na depressão são a serotonina e a noradrenalina. Quando há um desequilíbrio na produção delas, a doença se instala.

De acordo com os cientistas, essas células são produzidas no hipotálamo, uma região do cérebro que também regula os hormônios que controlam as emoções. Como esse mesmo processo também ocorre nas pessoas, os pesquisadores sugerem que os neurônios de ansiedade também poderiam ser parte da biologia humana.

Essa grande pressão sob essa articulação resulta em dores de cabeças tensionais extremamente dolorosas e incômodas, em regiões como têmporas, testa e face, podendo descer para o pescoço e ombros. É possível afirmar que a ansiedade está diretamente relacionada com a dor de cabeça de maneira linear.

A sensação de pressão na cabeça pode estar associada a diversas causas, como fadiga e estresse, bruxismo e mordida errada, má postura e contraturas cervicais, sinusite e enxaqueca.

Medicação e ventilação mecânica permitem a oxigenação do tecido, mas danos graves ao cérebro ou um longo período sem oxigenação ou glicose, causam a morte cerebral. Por definição, "morte cerebral" é "quando todo o cérebro, incluindo o tronco cerebral, perde irreversivelmente todas as suas funções".

Existem diversas causas que, sozinhas ou combinadas, podem vir a desencadear o transtorno de ansiedade, tais como: traumas, estresse, genética, doenças físicas e até mesmo a depressão. É comum o paciente alternar entre quadros de ansiedade e quadros de depressão, pois uma condição pode gerar a outra.

5 dicas para dominar o medo e a ansiedade

  1. Pergunte a si mesmo: “Qual a pior coisa que pode acontecer?” ...
  2. Enxergue tudo de forma objetiva. ...
  3. Gere soluções potenciais para o problema. ...
  4. Lembre-se da lei das probabilidades.