O que o Polipo pode causar?

Perguntado por: dparis . Última atualização: 20 de maio de 2023
4.5 / 5 11 votos

Os pólipos de útero podem causar: infertilidade, pois dificultam a implantação do embrião, e ocasionam aumento do fluxo menstrual, sangramentos depois das relações sexuais e após a menopausa, e. infecções.

Quais as causas de pólipos? Existem diversas causas para o surgimento de pólipos. No caso de pólipos intestinais e anorretais, por exemplo, o paciente pode apresentar os pólipos devido a condições como a Doença de Crohn, mas também por outros fatores de risco, como excesso de peso, diabetes e alimentação inadequada.

O pólipo endometrial é grave quando se apresenta como tumor maligno (câncer) e então pode vir a ser necessária a retirada completa do útero (histerectomia). A incidência desses casos é bem baixa, sendo que em 95% dos casos o pólipo tem origem benigna e em apenas 5% dos casos tem origem maligna.

O problema é que existem sim alguns pólipos que têm um potencial pré-maligno e que se não forem retirados se transformarão em câncer.

Pólipos maiores que 1 cm são mais perigosos. Já pólipos com menos de 0,5 cm possuem baixo potencial de transformação maligna. Presença de mais de 4 pólipos adenomatosos.

Na maioria dos casos, não há sintomas durante o surgimento do pólipo colorretal, a não ser quando o tamanho do pólipo é maior do que dois centímetros, ou quando se trata de um pólipo canceroso. O sintoma mais comum é o sangramento retal.

Qual o tempo de repouso depois da retirada do pólipo? Não existe nenhum tempo de repouso. Nada impede da paciente sair de uma cirurgia de pólipo que ela fez de manhã e a noite ir para uma festa familiar.

Devido a essa transição entre célula normal e cancerígena, o pólipo precisa ser removido, pois cerca de 30% dos pólipos podem se tornar tumores malignos, caso não sejam removidos. “Mas, não é algo rápido de acontecer. O pólipo pode levar de cinco a 10 anos para tornar-se um tumor maligno.

A cirurgia de pólipo normalmente é realizada por histeroscopia cirúrgica, em que o acesso ao interior da cavidade uterina é feito por via transvaginal, guiado por uma espécie de endoscópio adaptado para o aparelho reprodutivo feminino, chamado histeroscópio.

O tratamento de escolha é a retirada do pólipo (polipectomia) utilizando-se a histeroscopia cirúrgica, pois permite a visão direta do pólipo e a retirada mais precisa. Esse tipo de cirurgia é um procedimento simples e rápido, sendo feito sem nenhum corte.

O médico pode remover os pólipos cutâneos facilmente com nitrogênio líquido, cortando com tesouras ou um bisturi ou ainda queimando com uma agulha elétrica (eletrodissecação). Alguns médicos recomendam fazer exames para diabetes para pessoas que têm múltiplas lesões cutâneas.

Nesses casos, é importante que a cirurgia de pólipos uterinos seja realizada antes que ocorra a implantação embrionária, porque os pólipos podem impedir a fixação do óvulo fecundado ou causar perdas gestacionais; – Para mulheres que possuem pólipos endometriais pós-menopausa.

A principal causa do desenvolvimento de pólipo uterino são as alterações hormonais e, por isso, as mulheres com distúrbios hormonais como as que apresentam menstruação irregular, sangramento fora do período menstrual ou menstruação prolongada possuem maior risco de desenvolver estes pólipos endometriais.

Cirurgia de pólipo uterino pode ser indicada para casos mais graves ou quando há desejo imediato de uma gestação, mas apenas especialista pode avaliar particularidades do caso.

A única forma de saber se o paciente tem ou não pólipos no intestino é por meio da realização de uma colonoscopia, exame que possibilita enxergar o interior do órgão. Com o endoscópio, é possível remover esse crescimento assim que é identificado, exceto quando o pólipo é grande demais, tornando a remoção arriscada.

De forma geral, avaliar o tamanho do pólipo é uma maneira de se fazer o diagnóstico, sendo os pólipo menores que 1 centímetro normalmente benignos, e os maiores que 1 centímetro tem maiores chances de serem malignos.