O que uma pessoa que tem arritmia cardíaca não pode fazer?

Perguntado por: lourique . Última atualização: 27 de maio de 2023
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“Assim como no infarto, a arritmia cardíaca pode ser evitada e controlada com algumas medidas preventivas como reduzir o estresse, ter uma alimentação saudável, rica em legumes, frutas e verduras, não exagerar no consumo de bebidas alcoólicas e de energéticos, não fumar e praticar alguma atividade física regularmente”, ...

Apesar disso, fique sabendo que ter arritmia não é motivo para ser sedentário, pelo contrário, a atividade física leve a moderada pode proteger o coração5 e até mesmo melhorar a função cardíaca. Consequentemente, os exercícios físicos podem proporcionar uma melhor qualidade de vida para quem apresenta arritmias.

Na maioria das vezes essa arritmia é benigna e o repouso não vai impedir o seu aparecimento, então, o paciente tem que levar uma vida o mais normal possível.

Em outros casos, podem apresentar confusão mental, fraqueza, pressão baixa e dor no peito. Mas, muitas vezes, as arritmias cardíacas não provocam sintomas, sendo uma doença silenciosa e, por isso, perigosa. Em casos graves, pode ocorrer parada cardíaca, que pode levar à morte súbita.

Quais são as causas da arritmia cardíaca? São diversos os motivos que podem acarretar uma arritmia cardíaca, doenças como hipertensão, diabetes, hipertireoidismo, ao longo prazo, podem trazer consequências à estrutura cardíaca e aos pulsos elétricos, que produzem os batimentos, alterando o ritmo normal.

Beba um copo de água gelada ou coloque uma compressa de gelo na cabeça. Fique em pé e dobre o tronco em direção às pernas, controlando a respiração. Conte até 100, mantendo o olhar para cima. Tome um chá calmante, como camomila, maracujá ou erva-doce.

Se o seu paciente portador de arritmias cardíacas faz uso não abusivo de café, 2 a 3 xícaras por dia, e não percebe piora dos sintomas de palpitações, não proíba o uso. Ainda não há evidências robustas o suficiente para se prescrever café nesta população.

André: Sim. Apesar de todos os benefícios, o exercício físico intenso pode ser bastante perigoso para as pessoas que apresentam determinados problemas cardíacos, como algumas arritmias cardíacas.

Se para alguns portadores de arritmia que possuem baixo risco as atividades podem ser feitas sem restrições, para outros com risco um pouco maior, além da liberação médica, são indicadas atividades leves, como caminhadas em media 30 minutos por dia que já trazem um grande benefício.

As arritmias cardíacas podem ser: taquicardia, quando o coração bate rápido demais; bradicardia, quando as batidas são muito lentas e em descompasso, com pulsação irregular, sendo sua pior consequência a morte súbita cardíaca (MSC).

Dor no peito, palpitação e desmaios são os sintomas mais comuns das arritmias cardíacas, que também representam a principal causa de morte súbita. Por ano, as duas disfunções juntas acarretam cerca de 300 mil vítimas no Brasil, segundo dados da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac).

Como falamos acima, os sintomas mais comuns de uma arritmia cardíaca são palpitações ou “batedeiras”, desmaios, tonturas, confusão mental, fraqueza, pressão baixa, dor no peito. Mas há casos de arritmias cardíacas assintomáticas, ou seja, que não provocam nenhum dos desconfortos citados.

A maior parte das arritmias cardíacas pode ser curada com a ablação por radiofrequência. Dessa forma, os pacientes com arritmias de alto risco, os que respondem mal ao uso de medicamentos ou os que necessitam de altas doses para controle são os mais beneficiados.

Se a arritmia for de baixo risco, a prática das atividades podem ser realizadas sem restrições. Pessoas com arritmia de riscos um pouco maior necessitam de recomendação médica para realizar as atividades mais leves, como caminhada com duração de 20 a 40 minutos que pode ser feita três ou quatro vezes por semana.

Sim. De acordo com a Lei Nº 8.213/91, cardiopatia grave está na lista de doenças que garantem o direito a aposentadoria por incapacidade permanente.

Usualmente as arritmias desaparecem assim que a pessoa afasta os fatores desencadeantes. Todavia, se os batimentos extras forem rápidos ou muito lentos e vierem acompanhados de tontura e falta de ar, o quadro merece atenção porque pode indicar doenças cardíacas.

Uma variedade de medicamentos utilizados na prática diária pode causar ou exacerbar arritmias cardíacas (1). Dentre eles, estão antimicrobianos, psicotrópicos, anti-histamínicos e outros fármacos de uso frequente, como a domperidona (2).

Desmaios, insuficiência cardíaca, edema agudo de pulmão, AVC e parada cardíaca são algumas das complicações da doença. Portanto, as alterações nos batimentos do coração devem ser investigadas ao sinal dos primeiros sintomas.