Onde é colocada a sonda enteral?

Perguntado por: lteixeira . Última atualização: 28 de maio de 2023
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Uma sonda NG é inserida no estômago ou intestino delgado através do nariz e pela garganta abaixo. Vários fatores determinam qual tipo de sonda de alimentação é melhor para cada paciente. Eles incluem: Integridade do sistema digestivo.

A sonda nasogástrica define-se como um tubo inserido desde o nariz até ao estômago. Utiliza-se para administrar alimentos, líquidos e medicamentos a pessoas sem capacidade de deglutição ou quando a quantidade fornecida não é suficiente.

A introdução desse tipo de sonda deve ser feita por um enfermeiro e seu uso tem a finalidade de administrar medicamentos ou alimentos, descomprimir o estômago para a remoção de líquidos, avaliar a motilidade intestinal, tratar sangramentos e obstruções, ou ainda, coletar conteúdo gástrico para a análise.

Via enteral: Neste caso, a sonda é colocada no intestino e estômago, chamada de sonda gastrostomia ou jejunostomia, geralmente colocados para utilização de longo prazo. Ou no nariz, garganta ou intestino delgado, que chamamos de sonda nasogástrica, para tratamentos mais curtos.

Nasoentérica: introduzida pelo nariz e que fica localizada no intestino. Nasogástrica: introduzida pelo nariz e que fica localizada no estômago do paciente. Orogástrica: introduzida através da cavidade oral e que fica localizada no estômago (1). Sonda localizada na porção duodenal ou jejunal do intestino.

Há 5 tipos de sondas de alimentação:

  • Sonda nasogástrica (sonda NG). Uma sonda NG é inserida dentro do estômago através do nariz. ...
  • Sonda nasojejunal (sonda NJ). ...
  • Sonda de gastrostomia (sonda G). ...
  • Sonda de gastrostomia-jejunostomia (sonda GJ). ...
  • Sonda de jejunostomia (sonda J).

A sonda nasoenteral é necessária quando o paciente não consegue manter uma alimentação pelo método convencional, ou seja, via ingestão oral. Assim, é preciso colocar um tubo flexível no nariz, de forma que ele chegue ao estômago, duodeno ou jejuno.

A sonda nasoenteral é passada da narina até o intestino. Difere da sonda nasogástrica, por ter o calibre mais fino, causando assim, menos trauma ao esôfago, e por alojar-se diretamente no intestino, necessitando de controle por Raios-X para verificação do local da sonda.

É criada uma pequena abertura através da pele do abdome superior para o interior do estômago com o auxílio da endoscopia. Através desta abertura, a sonda é inserida e fixada. O procedimento é habitualmente realizado sob sedação e anestesia local, sob cobertura antibiótica para minimizar riscos de infecção.

Sonda nasoenteral: responsável por alimentar o paciente com dieta enteral.

Por serem resistentes podem permanecer no paciente por longo tempo (5 meses ou mais), sendo necessária a troca somente quando apresentarem problemas como ruptura, obstrução ou mal funcionamento.

A nutrição enteral é administrada ao paciente por meio de uma sonda fina, que é um tubo fino, macio e flexível, e que leva a dieta líquida diretamente para o estomago ou intestino.

Assim como as sondas nasogástricas, as sondas nasojejunais descem pelo nariz e esôfago, mas em vez de irem diretamente para o estômago, elas terminam no intestino delgado. Elas podem ficar no duodeno (sonda ND) ou no jejuno (sonda NJ).

A sondagem nasogástrica/orogástrica (inseridas pelo nariz ou boca, respectivamente), é utilizada com a finalidade de descompressão gástrica; diagnosticar a motilidade intestinal; administrar medicamentos e alimentos; tratar uma obstrução ou um local com sangramento e obter conteúdo gástrico para análise.

A gastrostomia (GTT) é um dos métodos para fornecer dieta ao paciente e garantir suporte nutricional adequado. Na gastrostomia, um tubo (sonda ou cateter) é colocado no estômago e fica acessível através da pele do abdome (implantação percutânea).

VIAS DE ACESSO
Os acessos (entradas ou localizações) da nutrição enteral são: • Estômago, • Duodeno, • Jejuno. Um dos fatores determinantes para decisão da via de acesso é o período de utilização, no qual, sendo inferior a seis semanas, a via nasoenteral costuma ser a mais empregada.

A sonda GTT, também conhecida como PEG ou sonda de gastrostomia endoscópica percutânea, é um dispositivo que insere um pequeno tubo flexível na região abdominal na altura do estômago. Ela permite a alimentação em pacientes que não podem usar a via oral para a sua nutrição diária.

A maior diferença está na forma como é ministrada a fórmula nutricional no paciente. Enquanto que na nutrição enteral ele irá receber os nutrientes através de uma sonda que estará ligada ao estômago ou intestino dele, na nutrição parenteral ele irá receber esses nutrientes diretamente no sangue.

O principal acesso para a infusão da nutrição enteral a longo prazo (> 4 semanas) é a gastrostomia, realizada por meio de um procedimento cirúrgico ou por via endoscópica, sendo também possível por fluoroscopia. O tubo de alimentação é inserido diretamente no estômago.