Para que é indicado o uso do carvedilol?

Perguntado por: rmendes5 . Última atualização: 19 de maio de 2023
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Tratar a insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração); angina do peito (dor no peito de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

Tontura, síncope, cefaleia e astenia são, normalmente, leves e ocorrem, geralmente, no início do tratamento. Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva pode ocorrer piora clínica ou retenção hídrica durante a titulação do carvedilol.

Carvedilol é indicado para tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca congestiva estável e sintomática leve, moderada e grave, de etiologia isquêmica e não isquêmica.

O carvedilol é contra-indicado em pacientes com insuficiência cardíaca descompensada classe IV (NYHA), asmabrônquica ou condições broncoespásticas relacionadas, bloqueio AV de segundo ou terceiro grau, nasíndrome da doença do nó sinusal (a não ser em pacientes com marcapasso), choque cardiogênico oubradicardia severa.

Você não pode usar carvedilol se apresentar alergia ao carvedilol ou a qualquer componente da formulação, ou se possuir uma das doenças a seguir: insuficiência cardíaca descompensada/instável necessitando medicamento intravenoso para aumentar a força do coração, insuficiência do fígado; arritmias cardíacas ( ...

Carvedilol não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos (queda de pressão quando se fica em pé ou sentado).

RESULTADOS: Foi encontrada diferença significativa entre os dois grupos de estudo na FEVE média global e regional. Há tendem a ser menos eventos cardiovasculares graves em primeiro lugar na carvedilol comparado com o grupo atenolol (RR = 0,83, IC 95% 0,56-1,23, p = 0,39).

Rifampicina: houve diminuição do efeito do carvedilol na pressão sistólica durante o uso concomitante de rifampicina.

Duração do tratamento
O tratamento com Carvedilol é normalmente prolongado e não deverá ser interrompido abruptamente, mas gradualmente reduzido a intervalos semanais, particularmente em pacientes com doença arterial coronária concomitante.

EFEITO COLATERAL: é um efeito não pretendido (adverso ou benéfico) causado por medicamento utilizado em doses terapêuticas1. A palavra “colateral” denota algo de importância secundária. Dessa forma, o uso dessa expressão pode minimizar a percepção de dano quando o efeito é prejudicial1.

hematomas incomuns, erupções cutâneas e inchaço (dermatomiosite), urticária, sensibilidade cutânea ao sol, febre, rubor; falta de ar (dispneia) e mal-estar; quadro de doença semelhante a lúpus (incluindo erupção cutânea, distúrbios articulares e efeitos nas células do sangue).

Deve-se ter cautela ao administrar-se carvedilol a pacientes com diabetes mellitus, pois os sinais e sintomas precoces de hipoglicemia podem ser mascarados ou atenuados. Em pacientes com insuficiência cardíaca con- gestiva e diabetes, o uso de carvedilol pode associar-se a piora do controle da glicemia.

O carvedilol é um medicamento usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva (insuficiência do coração), angina do peito (dor no peito, de origem cardíaca) e hipertensão arterial (pressão alta).

carvedilol não necessariamente deve ser ingerido junto a alimentos; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, deverá ser administrado com alimentos para reduzir a velocidade de absorção e diminuir a incidência de efeitos ortostáticos.

se os batimentos cardíacos caírem para menos de 55 por minuto, a dose do produto precisa ser reduzida. não suspender o produto sem contatar o médico; pode ser necessária a retirada gradativa (em torno de 2 semanas, particularmente em pacientes com doença cardíaca isquêmica).

A melhor opção são betabloqueadores, sendo verapamil/diltiazem ou propafenona o plano B para ESV e amiodarona ou sotalol para TVNS.

Beta-bloqueadores com atividade vasodilatadoras (3ª geração-Carvedilol – Bisoprolol e Bucindolol) costumam serem melhor tolerados pelo efeito hemodinâmico de redução da pós-carga e das pressões de enchimento ventricular.

De acordo com o Boletim do Centro Brasileiro de Informações sobre Medicamentos (CEBRIM), anti-hipertensivos, como o Enalapril, e analgésicos e antipiréticos, como a dipirona, podem causar interação medicamentosa.

Pode ocorrer piora clínica ou retenção de líquido durante o aumento da dose de carvedilol. Caso isso ocorra, o médico deverá aumentar a dose do diurético, mantendo a dose de carvedilol até atingir novamente a estabilidade clínica.

Bloqueio alfa ocorre em 30 minutos e o bloqueio beta em uma hora. O efeito anti-hipertensivo ocorre em uma a duas horas.