Pode ter 2 verbos na mesma frase?

Perguntado por: aaparicio . Última atualização: 17 de maio de 2023
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Locuções verbais são expressões constituídas por dois verbos, um auxiliar e outro principal, este último em forma nominal (infinitivo, gerúndio ou particípio). Cabe lembrar que os verbos auxiliares são total ou parcialmente desprovidos de sentido próprio.

A gramática do português permite construir frases com dois ou mais verbos mas existem modelos bem definidos que estabelecem como essas ocorrências simultâneas podem acontecer. Antes de partirmos para o estudo desses modelos, vamos analisar três enunciados que apresentam mais de um verbo.

Muitos verbos diferentes podem ser ou são seguidos por um segundo verbo no infinitivo.

Locuções verbais são expressões constituídas por dois verbos, um auxiliar e outro principal, este último em forma nominal (infinitivo, gerúndio ou particípio).

Quando o verbo está depois dos sujeitos, ele vai para o plural.

Você sabe o que são verbos impessoais? Os verbos impessoais são aqueles que não possuem sujeito. Ou seja, eles surgem em orações sem sujeito. Há alguns muito usados, como o verbo “haver” no sentido de “existir”, como o próprio “há” no início dessa oração.

Um verbo é uma palavra que indica acontecimentos representados no tempo, como uma ação, um estado, um processo ou um fenômeno. Os verbos flexionam-se em número, pessoa, modo, tempo, aspecto e voz. As orações e os períodos desenvolvem-se em torno de um verbo.

Os verbos indicam ação, acontecimento ou estado e devem ser flexionados de acordo com o número, a pessoa, o tempo, o modo e a voz. Os verbos são a classe de palavras que indica ações, acontecimentos ou estados. Eles flexionam de acordo com: o número (singular ou plural);

As frases que possuem verbo são geralmente estruturadas a partir de dois elementos essenciais: sujeito e predicado. Isso não significa, no entanto, que tais frases devam ser formadas, no mínimo, por dois vocábulos. Na frase "Saímos", por exemplo, há um sujeito implícito na terminação do verbo: nós.

Uma frase é classificada de frase nominal quando não apresenta um verbo na sua composição, sendo assim formada maioritariamente por nomes: substantivos, adjetivos e advérbios.

As duas palavras existem e estão corretas. São formas conjugadas do verbo ir: Ir é o infinitivo impessoal (não flexionado); Irem é o infinitivo pessoal (flexionado).

O plural dos verbos nas locuções verbais integra uma das particularidades gramaticais determinadas por fatos específicos, nos quais o verbo pode ou não ser flexionado.

Há duas situações principais em que é facultativo o uso do infinitivo pessoal ou do infinitivo impessoal: quando o sujeito da segunda oração é igual ao sujeito da primeira oração e na voz passiva, com verbo pronominal ou de ligação.

Os tempos compostos são tempos verbais - presente, passado e futuro - que são expressos por mais do que uma palavra. Eles exprimem ação, estado, mudança de estado ou fenômeno da natureza mediante a utilização uma combinação de verbos, ao contrário dos tempos simples, que são expressos por apenas uma palavra.

O gerundismo dá a ideia de um futuro em andamento, uma ação duradoura que não será finalizada nunca; já o gerúndio usado na forma adequada, dá ideia de uma ação em andamento. Exemplos de Gerundismo: Eu vou estar anotando. Vou estar ligando para a médica.

Qual o plural de arroz – arrozes ou arroz? A forma correta é arrozes. Nos nomes terminados em -r, -n ou -z, como é o caso de arroz, acrescenta-se -es para formar o respetivo plural.

1. "ALUGA-SE ou ALUGAM-SE apartamentos?" O certo é "ALUGAM-SE apartamentos". A presença da partícula apassivadora "SE" faz a frase ser passiva, ou seja, o sujeito é quem sofre a ação do verbo(= apartamentos), e não quem pratica a ação de alugar.

Como sujeito é singular, o verbo com ele deve concordar ficando no singular. Se o sujeito, no entanto, fosse plural, o verbo obrigatoriamente deveria ir para plural, porque o verbo deve estar sempre concordando com o seu sujeito. Assim, deveríamos dizer: Alugam-se casas, porque o sujeito é casas (plural).

Erro de concordância nominal
Se um nome se encontra, por exemplo, no masculino singular, o adjetivo que lhe está anteposto ou posposto deve também ser equivalente em género e número. O mesmo deve acontecer com o determinante. Veja o exemplo: “O aluno estudioso”.