Quais os 3 tipos de placenta prévia?

Perguntado por: oferreira . Última atualização: 26 de maio de 2023
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Placenta prévia marginal (uma parte da placenta chega a encostar na abertura do colo do útero, mas não obstrui a saída); Placenta prévia parcial (a placenta cobre parcialmente a saída do útero); Placenta prévia total (a placenta cobre totalmente a saída do útero).

A placenta prévia é a implantação da placenta na porção mais baixa da cavidade uterina, recobrindo o orifício interno do colo do útero (canal do parto) ou perto deste. Pode aumentar o risco de hemorragia grave antes ou durante o parto.

Deve-se suspeitar de placenta prévia em toda paciente que tem sangramentos intermitentes e indolores na segunda metade da gestação (após 20 semanas de gravidez). O exame para confirmar o diagnóstico é a ultrassonografia TRANSVAGINAL (e não abdominal, como geralmente é realizada durante o exame obstétrico).

Existem três tipos: Placenta acreta (quando a placenta se adere à camada muscular do útero) Placenta increta (quando a placenta invade profundamente a camada muscular do útero) Placenta percreta (quando a placenta atravessa completamente a parede uterina).

VASA PREVIA:
É anormalidade rara do desenvolvimento coriônico, em que os vasos sanguíneos da superfície fetal da placenta, atravessam o segmento inferior do útero sobre a membrana amniótica que recobre o OI cervical. Tem risco de 60 a 70% de morte fetal quando há ruptura das membranas.

Deve ser realizado um acompanhamento continuo com a gestante, para ter mais contato e estar presente em todo o desenvolvimento do feto, a enfermagem possui este contato direto e vivência junto com a mãe. Estar orientando e esclarecendo duvidas da mãe é de grande importância, após a confirmação de placenta prévia.

Com a borda placentária a menos de 2 cm do orifício interno a chance de parto cesárea aumenta, mas pode ser permitido parto normal com placenta prévia marginal de menor grau com borda fina e apresentação cefálica encaixada.

Como prevenir a placenta prévia?

  1. Evitar o toque vaginal.
  2. Fazer o máximo de repouso possível.
  3. Observar abstinência sexual.

Grau III significa que a placenta atingiu o nível máximo de amadurecimento. Não precisa fazer cesárea por isso, apenas quando há indicação apropriada. Quanto tempo o bebê pode ficar na barriga com a placenta nesse nível?

A placenta prévia, também conhecida como placenta de inserção baixa, é uma complicação da gravidez causada pelo posicionamento da placenta, que se implanta na parte inferior do útero, cobrindo parcial ou totalmente o colo do útero. A cada mil grávidas, de três a seis mulheres tem o problema.

O grau 0 designa uma placenta homogênea, sem calcificação; o grau I, presença de pequenas calcificações intraplacentárias; o grau II, de calcificações na placa basal; e no grau III observa- se compartimentação da placenta pela presença de calcificação da placa basal à coriônica.

Nesse quadro, o ideal é manter o repouso absoluto e o controle da pressão arterial. Essa vigilância é muito importante para evitar que haja complicações com a oxigenação do feto.

A classificação criada por Grannum foi a seguinte: Grau 0 – placenta homogênea, sem calcificações. Grau I – placenta heterogênea, apresenta pontos brancos (ecogênicos) dispersos pela placenta. Grau II – placenta heterogênea, apresenta agrupamentos de calcificações que formam imagens que parecem uma vírgula.

Após a expulsão do leito placentário, é realizado um movimento de rotação da placenta, a manobra de Jacob-Dublin, para desprendimento das membranas fetais aderidas ao útero. É considerado prolongado quando demora mais que 10 minutos para a saída da placenta.

O que é vasa prévia? Na vasa prévia, as membranas que contêm vasos sanguíneos a partir do feto para a placenta atravessam a entrada para a vagina (a abertura do colo do útero). Quando as membranas se rompem (perto do início do trabalho de parto), esses vasos sanguíneos podem romper-se.

Ele consiste numa camada do epitélio endodérmico acompanhado por mesênquima fetal vascularizado (vasos vitelinos). Em alguns mamíferos (artiodátilos e primatas superiores), o saco vitelino é uma estrutura rudimentar, a qual geralmente não participa da troca materno-fetal.

A superfície fetal da placenta (placa coriônica) é coberta pela membrana amniótica, responsável pela aparência brilhante de sua superfície. A membrana amniótica secreta o líquido amniótico, que serve como uma proteção fetal e facilita as trocas entre a mãe e o feto.

Pode causar apenas sangramento discreto sem quaisquer outros sintomas ou queixas, no caso de uma placenta prévia baixa ou marginal, mas pode também configurar risco de choque hemorrágico à mãe e complicações para o bebê, sobretudo nos casos de placenta prévia completa.

Durante a gestação, a placenta faz todas as funções de um metabolismo humano e é a fonte de vida para o bebê, sendo parte integrante de seu corpo. Logo após o parto, o mais comum, principalmente em hospitais, é que este órgão seja descartado.