Quais os 4 tipos de placenta?

Perguntado por: nparaiso3 . Última atualização: 26 de maio de 2023
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Tipos de Placentas

  • As placentas podem variar de acordo com a implantação de sua parte fetal na mucosa uterina. Elas podem ser de dois tipos, indecídua e decídua. ...
  • Placenta Indecídua Difusa. ...
  • Placenta Indecídua Cotiledonária. ...
  • Placentas Decíduas. ...
  • Placenta Decídua Zonária. ...
  • Placenta Decídua Discoide.

A placenta é constituída pelo córion e pela decídua. As trocas entre as circulações da mãe e do feto ocorrem no espaço interviloso. A placenta é constituída por uma porção fetal e por uma porção materna. O componente fetal corresponde ao córion, e o componente materno corresponde à decídua basal.

Placenta prévia marginal (uma parte da placenta chega a encostar na abertura do colo do útero, mas não obstrui a saída); Placenta prévia parcial (a placenta cobre parcialmente a saída do útero); Placenta prévia total (a placenta cobre totalmente a saída do útero).

A placenta prévia é a implantação da placenta na porção mais baixa da cavidade uterina, recobrindo o orifício interno do colo do útero (canal do parto) ou perto deste. Pode aumentar o risco de hemorragia grave antes ou durante o parto.

A superfície fetal da placenta (placa coriônica) é coberta pela membrana amniótica, responsável pela aparência brilhante de sua superfície. A membrana amniótica secreta o líquido amniótico, que serve como uma proteção fetal e facilita as trocas entre a mãe e o feto.

Grau II – placenta heterogênea, apresenta agrupamentos de calcificações que formam imagens que parecem uma vírgula.

O acretismo placentário é uma condição caracterizada pela invasão anormal do tecido placentário além da camada superficial interna do útero, chamada decídua. Esta condição está fortemente associada ao antecedente de cesáreas prévias e à inserção baixa da placenta, chamada placenta prévia.

A placenta é constituída por tecido materno e embrionário. Tem como função fornecer nutrientes e imunidade, realizar trocas gasosas e remover excretas do embrião. A placenta é um órgão em formato de disco que é formado pela união do endométrio e membranas extraembrionárias.

Logo após o nascimento do bebê, a placenta é expelida pela mulher naturalmente, com direito até a contrações. Em partos feitos por cesárea, elas são retiradas pelos médicos do corpo da mulher.

Após o parto, a placenta geralmente se solta do útero e a mulher pode expulsar a placenta sozinha ou com a ajuda de um médico ou parteira. Quando a placenta está muito firmemente presa ao útero, partes da placenta podem ficar no útero após o parto.

A placenta prévia (PP) é determinada pela implantação da placenta total ou parcialmente no segmento inferior do útero e é classificada como baixa: implantação próxima ao colo do útero, mas não chega a atingi-lo; marginal: implantação que atinge o orifício interno do colo uterino, mas sem recobri-lo; completa ou centro- ...

Em placentas prévias marginais, o sangramento pode nem existir até o momento do parto. Mas, no caso de placentas prévias centro-totais, pode ocorrer o chamado “sangramento sentinela”, que ocorre entre a 26ª e 28ª semanas, e é intermitente, abundante, vermelho vivo e, frequentemente, requer internações e transfusões.

A placenta fúndica é localizada no topo do útero da mãe. Ela se localiza no alto mais próximo às trompas e de longe, é o melhor local para a fixação da placenta.

Grau III significa que a placenta atingiu o nível máximo de amadurecimento. Não precisa fazer cesárea por isso, apenas quando há indicação apropriada. Quanto tempo o bebê pode ficar na barriga com a placenta nesse nível?

O que determina os graus, nada mais é que o amadurecimento da própria placenta. Quanto mais velha, maior seu grau, mais calcificada é. Algumas placentas entram em trabalho de amadurecimento precoce e é nesse momento que é importantíssimo uma avaliação adequada e um pré-natal bem acompanhado.