Quais os produtos que os portugueses comercializavam?

Perguntado por: ebernardes . Última atualização: 17 de maio de 2023
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As principais mercadorias eram pimenta, açafrão, canela, cominho, gengibre, trigo, cana-de-açúcar e seus subprodutos como o açúcar, o caldo da cana e a cachaça, minerais e jóias preciosas. Os portugueses viajavam longas distâncias para encontrar matéria-prima para tinturas e temperos para a culinária portuguesa.

O comércio de especiarias seria um importante fator para o início Era dos Descobrimentos. Face ao custo das rotas convencionais, o proveito dos portugueses em estabelecer uma rota marítima - praticamente isenta de assaltos, apesar dos perigos no mar - mostrava-se recompensador e prometia um grande rendimento à Coroa.

As principais são: pimenta, gengibre, cravo, canela, noz moscada, açafrão, cardamomo e ervas aromáticas. Na época das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos (séculos XV e XVI) eram muito valorizadas na Europa, pois não podiam ser cultivadas neste continente em função do clima.

Os principais produtos são o trigo, na França e Ucrânia, a cevada, no limite com os bosques setentrionais, e o centeio, em alternância com a batata, em solos arenosos. Na área do mediterrâneo encontramos o cultivo de oliveiras e videiras, azeite e vinho, respectivamente, além do cultivo de frutas e legumes.

As especiarias na História
Compravam no Oriente, principalmente na Índia e China, e vendiam com alta porcentagem de lucro no mercado europeu. Estas especiarias eram levadas para Europa através da rota do Mar Mediterrâneo, dominada pelos comerciantes italianos.

No contexto da chegada dos portugueses ao Brasil, Portugal estava desfrutando o auge do comércio de especiarias da Índia — mercadorias oriundas da Ásia, como pimenta-do-reino, noz-moscada, perfumes e incenso, que, por sua raridade no mercado europeu, eram valiosíssimas.

Os jesuítas foram os responsáveis pela introdução da canela no Brasil, onde as condições de solo favoreceram sua adaptação.

Para alcançar as desejadas especiarias, precisavam se submeter ao monopólio comercial exercido pelos árabes, que na época controlavam o Mar Mediterrâneo, ou realizar imensas caravanas que, no caso dos mercadores italianos, alcançavam as regiões do Beirute e do Líbano.

As principais especiarias são pimenta-do-reino, canela, noz-moscada, cravo-da-índia, anis-estrelado, baunilha, cardamomo, gengibre, pimenta-malagueta, mostarda em grão, açafrão, pimenta-da-jamaica.

As especiarias eram mercadorias importantes na Europa porque ajudavam na conservação dos alimentos e melhoravam o gosto, sobretudo, das carnes. Também eram utilizadas na elaboração de cosméticos e na produção de medicamentos e eram uma mercadoria de altíssima lucratividade.

As especiarias são temperos (condimentos) usados na culinária para proporcionar sabores diferentes nas comidas. Algumas especiarias também eram, e ainda são, utilizadas na fabricação de cosméticos, óleos e medicamentos. As principais são: pimenta, gengibre, cravo, canela, noz moscada, açafrão, e ervas aromáticas.

Desde aquela época, a Índia é origem das especiarias mais usadas, como o gengibre, pimenta-do-reino, cravo-da-índia, açafrão, cúrcuma e cardamomo.

Os responsáveis por seu descobrimento e origem, além do valor no comércio foram os portugueses na época das embarcações.

Gêneros como a cana-de-açúcar, caju, tomate, cravo-da-Índia, canela, pimenta, café, laranja, banana, entre tantos outros que comumente encontramos no comércio em geral eram raridades disputadas a altos preços. Até mesmo o sal era gênero de alto valor, origem de disputas inclusive no Brasil.

Os principais produtos foram a aguardente, o açúcar e o fumo.

Entre as mais importantes estavam a rota da seda (Ásia – Europa) e a rota das especiarias (Ásia – Oriente Médio – Europa).

As especiarias eram produtos orientais, como o cravo-da-índia, noz-moscada, a pimenta-do-reino, o açúcar, a canela, o anis-estrelado, o gengibre, o coentro, a mostarda e o açafrão, vendidos na Europa com uma margem de lucro considerável.

Alguns exemplos de especiarias: pimenta-do-reino, mostarda, cravo, canela, açafrão, noz moscada, etc.

Ingleses, franceses, holandeses e irlandeses possuíam interesses nos produtos típicos da região, como ervas aromáticas, plantas medicinais, cacau, castanha-do-pará e guaraná. Esses produtos recebiam o nome de drogas do sertão e eram considerados especiarias na Europa, alcançando excelentes preços nesse período.

Há milênios o cravo-da-índia é apreciado tanto pelo aroma quanto pelo sabor. Na China da dinastia Han, por exemplo, era usado para adoçar o hálito. Alguns cravos na boca se faziam obrigatórios para quem fosse se aproximar do imperador.